Daily News
Valor 26.04.2013 - A Usiminas apresentou há pouco em seu balanço um prejuízo líquido atribuídos aos controladores de R$ 153,6 milhões no primeiro trimestre. As perdas aumentaram em 116,9%, ou seja, mais que dobraram, na comparação com igual período do ano passado.
Apesar da piora no resultado, o
faturamento melhorou em 12 meses. A receita líquida avançou 10,8% e atingiu R$
3,19 bilhões. No mesmo período, o custo dos produtos vendidos ficou 9,4% maior,
em R$ 2,99 bilhões. As despesas operacionais também subiram, chegando a R$
223,6 milhões, alta de 7,8%.
A empresa alcançou no trimestre
uma redução de 70,1% em seu prejuízo operacional, antes de juros e impostos,
para R$ 16,4 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização
(Ebitda, na sigla em inglês), calculado segundo a instrução 527 da Comissão de
Valores Mobiliários (CVM), chegou a R$ 295,8 milhões, um crescimento de 53,3%.
A siderúrgica alcançou uma
melhora na rentabilidade entre janeiro e março. A margem sobre o resultado bruto
ficou em 6,5%, ou 1,2 ponto percentual maior na comparação anual. A alta na
eficiência também garantiu uma margem operacional negativa de apenas 0,5%, contra
1,9% no vermelho um ano antes.
Mas foi o resultado financeiro
que afetou o lucro líquido. A linha do balanço ficou negativa em R$ 236,1
milhões, contra R$ 29,5 milhões também negativos no primeiro trimestre de 2012.
Os gastos com ativos financeiros subiram 501%, para R$ 271,8 milhões, enquanto
as receitas avançaram apenas 127,8%, para R$ 35,6 milhões.
Gol pela Smiles
Valor 26.04.2013 - A compra
antecipada de passagens aéreas da Gol pela Smiles será concluída em 30 dias, segundo
comunicado divulgado há pouco. A Smiles, que administra o programa de fidelização
da Gol, utilizará os recursos líquidos da oferta pública inicial de ações para
a compra das passagens.
A aquisição antecipada será feita
da VRG Linhas Aéreas, controlada da Gol, a uma taxa de desconto sobre o custo
de passagens de 140% a 150% do CDI.
Ontem foi definido o preço da
oferta da Smiles em R$ 21,70 por ação. Com a emissão de 52,2 milhões de papéis,
considerando os lotes extras, a operação totaliza R$ 1,13 bilhão.
Em conformidade com o previsto no
acordo de investimento firmado em 5 de abril, a General Atlantic subscreveu R$
400 milhões em ações da Smiles. No acordo, a Gol outorgou também uma opção de
compra de ações de emissão da sua subsidiária de propriedade da companhia, que
poderá ser exercida por um período de 12 meses.
A General Atlantic terá a opção
de adquirir até R$ 80 milhões em ações no mesmo preço apurado na oferta,
corrigido entre a data da liquidação financeira da oferta e a data de exercício
da opção com base na variação do CDI.
Pedido de varejo: Na oferta
inicial de ações da Smiles, os pedidos de reserva de investidores de varejo
foram atendidos integralmente até R$ 2.994,60 (138 ações). Para pedidos acima
desse valor, sobre o excedente foi aplicado um rateio de 86,99%.
Valor 26.04.2013 - A MPX, empresa
de energia do empresário Eike Batista, informou hoje a assinatura de um
contrato de aproximadamente R$ 54 milhões com a Kinross Brasil Mineração para
construir uma usina termelétrica movida a gás natural na Bacia do Parnaíba, no
Maranhão.
A unidade terá capacidade
instalada de 56 megawatts, segundo a MPX. O acordo foi feito em parceria com a
Petra Energia e com a MPX-E.ON, empreendimento conjunto entre a companhia do
grupo EBX e a alemã E.ON.
A Kinross é uma empresa canadense
que possui minas e projetos no Chile, no Equador, nos Estados Unidos, em Gana e
na Rússia, além do Brasil e Canadá.
A MPX, empresa de energia: Eike Batista II
Reuters 26.04.2013 - A MMX,
mineradora do grupo de Eike Batista, anunciou nesta sexta-feira que detém reservas
auditadas de 3,6 bilhões de toneladas de minério de ferro nas unidades Serra
Azul, Mina Pau de Vinho e Bom Sucesso, um crescimento de 23,7 por cento ante os
volumes informados pela companhia em agosto de 2011.
A MMX obteve certificação das
empresas independentes SRK Consulting e Coffey Mining.
A Unidade Serra Azul, no
Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, detém recursos de aproximadamente 2,14
bilhões de toneladas em recursos medidos, indicados e inferidos, de acordo com
a auditoria da SRK, segundo comunicado da MMX.
Em agosto de 2011, o volume
nestas mesmas condições era de 1,73 bilhão de toneladas na unidade.
A MMX informou ainda que o
somatório de recursos medidos e indicados (sem levar em conta os recursos inferidos)
passou para 1,82 bilhão de toneladas contra 1,15 bilhão de toneladas anteriormente.
"Este aumento é de extrema
relevância pois credencia a Unidade Serra Azul, principal ativo minerário e
projeto prioritário para MMX, a uma maior conversão de seus recursos minerais
em reservas certificadas", disse a empresa na nota.
Os ativos minerários Pau de Vinho
(ativo da Mineração Usiminas operado pela MMX ao lado de Serra Azul) e Bom
Sucesso(centro-oeste de Minas Gerais) também obtiveram novas certificações que
apresentaram resultados em linha com dados divulgados em agosto de 2011,
informou a mineradora.
Às 11h15, as ações da MMX tinham
alta de 2,76 por cento nesta sexta-feira a 2,23 reais por papel
Banco Central investimento direto estrangeiro
Valor 26.04.2013 - No primeiro
trimestre deste ano o Brasil recebeu menos investimento direto estrangeiro do
que em igual período do ano passado. E os recursos externos que entraram no
país para projetos produtivos nos diferentes setores da economia preferiram o
segmento de serviços. De acordo com os dados do Banco Central, o setor recebeu,
somadas as duas modalidades - participação no capital e investimento
intercompanhias - de ingresso de recursos, 45% do total, enquanto a indústria
absorveu 35%, e a agricultura e o setor extrativista, incluindo petróleo,
ficaram com o restante. No mesmo período do ano passado, a indústria ficou com
46,4% do total, e serviços, 29%. Os dados consideram o ingresso de recursos,
sem descontar as saídas.
Além dessa mudança, o início de
2013 foi marcado por uma alternância na forma como o capital externo para
investimento entrou no país. No primeiro trimestre de 2012, 68% dos ingressos
foram na modalidade de participação no capital, peso que encolheu para 55%
neste início de ano, enquanto a modalidade de empréstimos intercompanhias
respondeu por 32% do total no primeiro trimestre de 2012 e por 45% agora.
A troca da indústria pelo setor
de serviços, na visão de analistas, indica onde o setor externo está vendo
maior rentabilidade.
O investimento ligado à participação
no capital caiu 31% no primeiro trimestre, ao atingir US$ 8,7 bilhões. Depois
de os estrangeiros investirem US$ 6,5 bilhões no país nos três primeiros meses
de 2012, o total para a indústria neste ano encolheu para US$ 2,8 bilhões. O
resultado se deve ao menor interesse pela área de insumos mais básicos da
indústria.
Metalurgia, que havia recebido
quase a metade do total no ano passado, registrou 77% a menos de investimento
do exterior. Recuos significativos foram observados em produtos alimentícios
(40,3%), químicos (67%) e farmacêuticos (93%), sempre considerando participação
no capital.
O setor de serviços registrou
aumento de peso em investimentos no comércio e nas telecomunicações, conseguindo
manter os US$ 4 bilhões do ano passado. Nenhuma das duas áreas estava na lista
de desoneração da folha de pagamento para o setor anunciada pelo governo no
início do mês.
Para Andrea Bastos Damico,
economista do Bradesco, os segmentos de serviços ligados às concessões podem
ser promissores para o investimento estrangeiro direto a partir de 2014, mas,
neste ano, sua contribuição será incipiente, devido aos atrasos nos processos
de leilões.
A agricultura e o setor extrativista
mineral receberam um pouco menos de investimento (US$ 1,8 bilhão), mas, em
função da queda total, aumentaram sua participação para 20,5%. Petróleo e gás
foram responsáveis por 75% do investimento no setor.
Julio Gomes de Almeida, ex-secretário
de Política Econômica do Ministério da Fazenda, diz que a redução de
investimento na indústria ocorre principalmente em áreas onde a produção enfrenta
substancial competição externa e os produtos contêm menor valor agregado. "Aos
olhos do capital estrangeiro, a economia brasileira não foi muito atrativa
neste primeiro trimestre. O que se perdeu na indústria, se manteve em serviços,
o que é muito revelador para onde pode estar indo a economia, já que esse tipo
de investimento é de longo prazo e sempre olha a situação futura
esperada."
Os resultados do investimento
intercompanhias diferem em relação à participação da indústria, mas seguem com
aumento de espaço por parte de serviços. Os empréstimos totais de matrizes
estrangeiras para filiais no Brasil cresceram 22% no primeiro trimestre e
somaram US$ 7,2 bilhões.
Apesar do incremento, as divisas
enviadas às filiais ligadas à agricultura e ao setor extrativista mineral
caíram pela metade (US$ 1,2 bilhão). As remessas destinadas a empresas que
atuam em serviços mais que duplicaram, para US$ 3,3 bilhões. Só no comércio, o
montante triplicou, para US$ 901 milhões. Também em telecomunicações, muito em
função dos investimentos ligados à tecnologia 4G, o montante saltou de US$ 18
milhões para US$ 703 milhões. Saúde teve progressão similar (de US$ 3 milhões
para US$ 648 milhões), sempre considerando o investimento intercompanhias. Esse
aumento tem a ver com a compra da Amil pelo grupo United Health.
As indústrias estrangeiras já
instaladas em território brasileiro aumentaram em 5,2 pontos percentuais a
participação no total de investimentos, que somaram US$ 2,7 bilhões. Químicos,
veículos e celulose e papel mais que duplicaram o recebimento de investimentos.
Segundo Andrea, do Bradesco, o maior ingresso via empréstimos intercompanhias
no setor automotivo pode ser um primeiro indício de que o novo regime do
governo, o Inovar-Auto, está de fato surtindo efeito. Ela nota que a
participação de veículos nessa modalidade de investimento foi de 1,6% na média
dos últimos três anos e, neste primeiro trimestre, saltou para 6,9%. "É
preciso que essa participação elevada se mantenha para confirmarmos essa
hipótese", disse.
O investimento intercompanhias é
mais volátil, pois tem um prazo menor de maturação e pode ser retirado com
maior facilidade pelo investidor, de acordo com Luís Afonso Lima, presidente da
Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização
Econômica (Sobeet).
Para ele, o fato de esse tipo de
investimento crescer e o de participação no capital cair "não é um bom
sinal". O aumento de espaço de serviços com diminuição da indústria revela
"que o país está deixando cada vez mais de ter uma percepção positiva como
plataforma de exportação, para ser mais visto como um mercado de consumo de
bens e serviços", diz Lima.
Agência Holandesa de Investimentos: BRF Foods
Revista Isto é Dinheiro 26.04.2013
- O governo da Holanda espera receber neste ano pelo menos 10 empresas
nacionais nteressadas em se instalar no país.
Os holandeses estão procurando
por brasileiros que queiram investir em seu país, principalmente em agronegócio.
“Nosso país tem boas oportunidades a oferecer nas áreas de tecnologia de
alimentos e engenharia”, disse Egbert Hartsema, diretor da Agência Holandesa de
Investimentos (NFI), em São Paulo, na manhã desta quinta-feira (25). A
NFI foi aberta no Brasil em novembro do ano passado, é a primeira a ser
instalada no País e começou nos últimos meses a desenvolver um calendário de
atividades em busca de empreendedores, entre elas missões governamentais,
visitas de grupos de empresários e seminários . “O Brasil se tornou um mercado
global da maior importância, também para nós.” A NFI conta com 15 escritórios
no mundo, dos quais cinco estão nos Estados Unidos, até o momento o seu maior
parceiro comercial.
O governo holandês espera atrair
pelo menos 10 empresas brasileiras neste ano, interessadas em se instalar no
país. “Sabemos que é um processo longo e que no mínimo são necessários dois
anos de planejamento”, diz Hartsema. “Mas, o movimento é irreversível.” Já
estão na Holanda empresas como a BRF, com uma unidade de produção de nuggets de
frango, e a Marfrig com a marca de alimentos Seara. Outra presença
forte no País é a da Petrobras. No total, cerca de 15 empresas brasileiras
atuam na Holanda. O volume de investimentos, porém, não chega a meio bilhão de
dólares, enquanto no sentido contrário o volume atual é de US$ 13
bilhões. “Gostaríamos muito de ter laticínios brasileiros investindo em
pesquisa e tecnologia em nosso país", diz Hartsema. "Ou a indústria
química, por exemplo."
Entre os maiores atrativos do
país europeu está a logística eficiente do porto de Roterdã, entre os maiores
complexos do mundo. Nessa área em que os holandeses detêm tecnologia de
ponta, o interesse é atrair empresas que queiram montar seus centros de
distribuição de produtos. Hoje, o país detém 51% dos centros de distribuição da
Europa, seguidos pela Bélgica com 18% e a França com 8%. Outro atrativo é
o tributo governamental único de 25% sobre o lucro obtido pelas empresas
estrangeiras, o segundo mais baixo da Europa. Porém, se um produto for desenvolvido
em parceria com empresas holandesas, por exemplo, o tributo cai para 5%. “É uma
forma de incentivar a cooperação internacional”, diz Lucienne Vaartjes, do
Departamento de Ciência e Tecnologia da NFI.
A Holanda tem um Produto Interno
Bruto de cerca de US$ 700 bilhões. No ano passado, o país exportou US$ 556
bilhões e importou US$ 490 bilhões. No setor agrícola, os principais produtos
cultivados são batata, beterraba (principalmente para a produção de açúcar),
frutas, legumes e carne bovina.
Itaú Unibanco
Reuters 26.04.2013 - O Itaú
Unibanco informou nesta sexta-feira que decidiu fazer reclassificações em sua
análise gerencial da operação referentes a todos os trimestres entre 2011 e 2012,
para permitir melhor comparação em análises de desempenho.
O banco, que divulga resultados
de primeiro trimestre na terça-feira, afirmou que vai divulgar ao longo do dia
planilha reclassificada com informações históricas.
Segundo o banco, as mudanças
envolvem seguros, participação na Redecard e parcerias.
Redes 4G
Valor 26.04.2013 - Rojas: "Download
de músicas de CD de 74 minutos nas redes 3G HSPA leva 25 minutos; nas redes 4G,
54 segundos".
As redes 4G não serão suficientes
para dar conta da demanda dos eventos esportivos que começam este ano, com a
Copa das Confederações. Por isso, as operadoras precisam promover uma rápida
expansão das redes HSPA+, a 3G evoluída, e até do Wi-Fi. É o que recomenda
Erasmo Rojas, diretor para a América Latina e o Caribe da 4G Américas -
associação que reúne operadoras e fabricantes -, que esteve no Brasil em abril
para uma apresentação no LTE Latin América 2013.
Rojas diz que a evolução do
padrão LTE é acelerada. Esse padrão (Long Term Evolution) foi proposto como o
próximo passo rumo ao sistema móvel de 4ª Geração. Seu desenvolvimento permite
melhorias de desempenho, além de reduzir o custo por bit, o que possibilita uma
maior disseminação de serviços móveis. Em três anos - desde a primeira
implementação na Suécia, em dezembro de 2009, até o início de abril - existiam
163 redes em serviço em 69 países, com 85 milhões de assinantes, dos quais 43
milhões só nos EUA. Leia a entrevista concedida ao Valor.
Valor: Com a baixa penetração da
4G na América Latina, qual a expectativa em relação ao Brasil?
Erasmo Rojas: O grande mercado de
LTE estará no Brasil. Nenhum outro país tem um caso de negócios tão definido
por causa dos eventos esportivos. Será necessário oferecer vídeo de alta
definição e as operadoras têm de pensar como vão entregar essa capacidade. As
pessoas que irão aos estádios vão querer tirar fotos, fazer vídeos e enviá-los
aos amigos.
Valor: Como está a disponibilidade
de aparelhos para o mercado brasileiro?
Rojas: As perspectivas são boas.
A maior disponibilidade de aparelhos hoje, em nível global, é na frequência de
2,5 GHz por causa da Europa. Além disso, a partir de 2014, haverá uma grande
oferta de aparelhos em 700MHz - outra frequência adotada pelo Brasil - por
conta da adoção do padrão pelos países da Ásia/Pacífico e da América Latina.
Valor: Qual a posição da 4G
Américas em relação à opção do Brasil de usar a 4G como instrumento de política
industrial?
Rojas: O governo tem a liberdade
de desenvolver a indústria nacional, mas tem de ser algo realista. Os EUA não
estão muito contentes com isso. Na faixa de 2,5 GHz, não houve muita briga
porque essa faixa não está disponível lá. Mas, quando vier a faixa de 700 MHz,
as reclamações vão se acirrar.
Valor: Como o senhor avalia o
modelo brasileiro, com forte estratégia de compartilhamento?
Rojas: O Brasil vai ser o
primeiro país da região a implementar 4G em larga escala com quatro operadoras
ao mesmo tempo. É um modelo interessante e a razão por que eles estão
compartilhando infraestrutura não é só porque vão reduzir custos, mas porque
não há tempo. O cronograma foi muito apertado e as operadoras tiveram seis
meses para pôr a rede em serviço. Mas a 4G não vai ser a única solução, será
necessário complementar com uma rápida expansão da 3G HSPA+ e talvez até Wi-Fi,
de forma transparente para o usuário.
Valor: Como ficará a questão do
roaming?
Rojas: Os usuários que vêm da
Europa muito provavelmente têm LTE em 2,5 GHz ou 1,8 Ghz, que também funciona
no Brasil. O problema é quem vem dos EUA, onde se adota uma opção em 700 MHz,
que só está disponível lá, em Porto Rico e na Bolívia. Esses usuários vão poder
ter acesso em 3G e HSPA+ em 1.8 ou 2.1 GHz - que são faixas existentes nos EUA
também -, mas não em 4G.
Valor: No Brasil como será a
integração das redes 4G em 2,5 GHZ e 700 MHz?
Rojas: O usuário terá de ter um
aparelho de 2,5 GHz que também tenha a faixa de 700 Mhz. Mas, ela ainda não é
comercializada, pois é a faixa do padrão Ásia Pacífico, que só entra em
operação em 2014. Não há, portanto, aparelhos disponíveis.
Valor: Esta é a diferença em
relação ao padrão Ásia-Pacífico?
Rojas: Sim. No padrão Ásia
Pacífico, os 90 MHz do espectro são usados somente para as redes móveis, por
isso a adoção pela América Latina. Essa é também a ideia da Anatel. Mas, na consulta
pública sobre a faixa, há pedidos de segmentos do governo reivindicando que
parte desse espectro também seja usada para segurança pública. Outra
alternativa do Brasil é usar a faixa de 1,8 GHz - a mais utilizada no mundo
para 4G, com 65 redes, a maioria na Europa. Por ser uma frequência entre a
adotada nos EUA e os 2,6 GHz adotados para 4G do Brasil, seria ideal para
roaming internacional.
Valor: Qual a velocidade real que
o 4G está permitindo hoje?
Rojas: A velocidade de 100 Mbps é
só no papel. A Tencel, do México, lançou LTE em novembro com velocidade média
de 20 Mbps. Nos EUA, que tem muito mais tráfego, a velocidade é de 8 a 12 Mbps.
O download de músicas de um CD de 74 minutos nas atuais redes 3G HSPA leva 25
minutos; nas redes 4G apenas 54 segundos. O download de vídeo, um DVD de 1 hora
no HSPA demora 8 horas; mas apenas dezessete minutos na 4G.
Valor: Há espectro suficiente
para uma eventual explosão de demanda?
Rojas: Este é um desafio mundial
e os culpados são os smartphones. É muito possível que, em três anos, não haja
espectro suficiente nos EUA, por isso há um plano do governo para se obterem
mais 300 MHz de espectro em todas as faixas possíveis. Os fabricantes estão
trabalhando em tecnologias como a de agregação de portadoras, que permitem usar
pequenas sobras de espectro.
Valor: Como está a evolução do
padrão LTE para as aplicações de voz e também para a nova geração LTE Advanced?
Rojas: Hoje já há soluções de
VoLTE - voice over LTE - disponível em países como EUA e Austrália. O LTE
Advanced é o que a UIT definiu como o verdadeiro 4G, que foi lançado no release
10 do 3GPP (3rd Generation Partnership Project, associação que define padrões
em telecomunicações) e que, espera-se, esteja em serviço nos EUA ao fim de
2013, possivelmente pela A T-Mobile.
Valor: Quais são atualmente as
perspectivas para a evolução da banda larga móvel?
Rojas: A América Latina encerrou
2012 com 680 milhões de assinantes de telefonia móvel, dos quais 113 milhões
são de banda larga. Cerca de 80% das assinaturas ainda são no padrão GSM; 17%,
3G HSPA; e 4%, outros. Mas, ao final de 2017, serão 858 milhões de assinantes,
dos quais 531 milhões serão de banda larga móvel, com o HSPA representando 61%
e o LTE, 7%. Há muitas oportunidades para o crescimento da banda larga, mas
também muitas barreiras que os operadores têm nas redes de acesso e de
transporte. Para que haja uma adoção em massa, será necessário mais espectro.
Norman Baines assume o cargo de diretor-geral da Starbucks
Revista Isto é Dinheiro 26.04.2013
- Norman Baines assume o cargo de diretor-geral da Starbucks para o Brasil. Nos
últimos oito anos, atuou na rede Applebee’s como gerente geral para as Américas
do Sul e Central.
Tem experiência no mercado varejista
na América Latina e mais de trinta anos de experiência e passagens por
McDonald’s e Hard Rock Café, seu trabalho é focado em novos negócios e
operações.
Chega para liderar o plano de
expansão da rede no Brasil. A marca totaliza 57 lojas no país, distribuídas
entre São Paulo, Rio de Janeiro, Santo André, São Bernardo do Campo, São
Caetano do Sul, Barueri, Jundiaí, Campinas e Niterói.
Geração Futuro L Par, fundo de investimento em ações: CSN
Valor 26.04.2013 - A Geração
Futuro L Par, fundo de investimento em ações que reúne recursos do investidor
Lirio Parisotto, publicou ontem nos jornais um pedido de procuração para que
outros acionistas da CSN participem da assembleia ordinária da empresa, marcada
para terça-feira. A Geração propõe a instalação de um conselho fiscal na CSN,
composto por três integrantes e indica um nome para integrá-lo: André Eduardo
Dantas. Além disso, o pedido observa que a administração da siderúrgica indicou
apenas quatro candidatos para o conselho de administração da CSN. O estatuto
prevê que o conselho pode ter até onze integrantes e, portanto, sete nomes
ainda podem ser indicados.
CVM (Comissão de Valores Mobiliários): Brasil Telecom
Folha 26.04.2013 - A Oi divulgou
nesta sexta-feira (26) que decisão favorável da CVM (Comissão de Valores
Mobiliários) sobre o tratamento contábil envolvendo a aquisição da Brasil
Telecom produzirá um aumento no lucro líquido ajustado de 2012 da ordem de R$
948 milhões.
Com a decisão, a Oi informou o
lucro líquido vai subir de R$ 837 milhões para R$ 1,785 bilhão.
Às 10h32, as ações da companhia
subiam 0,76%, cotadas a R$ 5,33 na Bovespa, enquanto o Ibovespa --principal
índice de ações da Bolsa brasileira-- recuava 0,16%.
"O colegiado da CVM, em
decisão unânime de 24 de abril, acatou os argumentos da Oi no sentido de que o
estorno da citada mais-valia registrada na Oi (no valor total de R$ 12,849
bilhões em dezembro de 2012) e sua recomposição na Telemar Participações é o
tratamento contábil mais adequado para tal evento", informou a Oi em comunicado
ao mercado.
MGA Entertainment fabricante das bonecas Bratz
Valor 26.04.2013 - Larian, da
MGA: país deve se tornar segundo mercado do grupo em quatro anos.
Até agora a presença da americana
MGA Entertainment, fabricante das bonecas Bratz, tem sido tímida no mercado
brasileiro. Mas o iraniano Isaac Larian, CEO mundial da companhia, tem planos
para mudar essa condição. Em três ou quatro anos, ele pretende alçar o Brasil
ao segundo lugar no ranking de receitas da companhia, atrás apenas dos Estados
Unidos - hoje o país está entre a oitava e a nona posições. "Nossa meta é
atingir de 7% a 10% do que vendemos nos EUA em um ano ou dois", disse
Larian ao Valor.
A estratégia de expansão definida
pelo executivo, que esteve em São Paulo por ocasião da Abrin 2013, feira do
setor que termina hoje, está centrada na linha de bonecas Lalaloopsy. Este ano,
dimensiona ele, 250 mil unidades serão produzidas para venda no país - 36 itens
da coleção foram apresentados na Abrin. Em 2014, um modelo será desenhado
especialmente para o consumidor brasileiro. O Brasil é o segundo maior mercado
de brinquedos do mundo depois do americano, segundo Larian.
O CEO espera que a Lalaloopsy se
torne já neste ano a principal marca da MGA no país. A empresa não divulga
faturamento, apenas que suas vendas globais cresceram 23% em 2012, sobre o ano
anterior. No varejo brasileiro, vende ainda a Bratz, distribuída pela Yellow; a
linha Novi Stars, via DTC Toys; e Little Tikes, trazida pela Girotondo e pela
Buba Toys.
A Buba Toys, por sinal, distribui
também a Lalaloopsy, desde 2012, e a expectativa é que a linha de bonecas
assuma o posto de carro-chefe dos negócios ainda este ano. "Nossos investimentos
na Lalaloopsy em 2013 são pelo menos três vezes maiores em relação aos do ano
passado", afirmou o diretor comercial da empresa, Paulo Benzatti. Os
outros nichos de atuação da Buba Toys, também fabricante, são as pelúcias e os
itens para bebês e crianças em idade pré-escolar.
As bonecas da MGA também vão
estampar de pijamas a cadernos. Segundo Glenn Migliaccio, diretor da BR
Licensing, responsável pelas negociações de licenciamento da marca Lalaloopsy,
seis empresas brasileiras já detêm os direitos sobre as personagens.
Elas também foram compradas pela
TV. Nos EUA, o canal pago Nickelodeon as transformou em série, que estreou em
abril. No segundo semestre será a vez de ocuparem a grade brasileira do Discovery
Kids.
A marca foi criada em 2010, a
partir da fábula da boneca de pano que ganha vida quando seu último ponto é
costurado - no mundo real, ela é de vinil. Seu público-alvo são meninas de 4 a
7 anos de idade, que interagem de forma lúdica com os brinquedos. "Não se
trata de uma 'fashion doll aspiracional' como a Barbie ou a Bratz", disse
Benzatti, da Buba. "As meninas não querem ser a boneca, elas querem tê-la
como uma amiguinha. Estão na fase da criancice, em que desenvolvem cenários em
sua imaginação." No Brasil serão vendidos modelos de R$ 39 a R$ 269.
O mercado de brinquedos deve
crescer 12% este ano, segundo projeções da Associação Brasileira dos Fabricantes
de Brinquedos (Abrinq). No ano passado, entre produção local e importações, o
setor movimentou R$ 3,87 bilhões. As bonecas respondem por 41% desse total.
Eldorado Brasil Celulose
Valor 26.04.2013 - Grubisich: "Brasil,
mais competitivo no setor, deve aproveitar expansão do mercado global para
instalar novas fábricas".
Menos de seis meses após iniciar
operação de sua fábrica de celulose de fibra curta branqueada de eucalipto em
Três Lagoas (MS), a Eldorado Brasil Celulose já busca um ganho marginal na sua
capacidade de produção de 10% a 15%. O investimento é considerado pequeno para
os padrões de capital intensivo do setor. São cerca de US$ 60 milhões a US$ 80
milhões, informou José Carlos Grubisich, presidente da empresa.
Essa expansão, chamada no jargão
do setor industrial de desgargalamento de linha de produção, será realizada por
época da primeira parada para manutenção da fábrica, com reparos gerais de seus
equipamentos, prevista para o segundo semestre de 2014. Com isso, a capacidade
atual da Eldorado, de 1,5 milhão de toneladas de celulose por ano, vai atingir
entre 1,65 milhão e 1,7 milhão de toneladas após a expansão. "Hoje, já
temos a maior linha de produção de celulose do mundo e ela ficará ainda
maior", disse o executivo.
Na criação da Eldorado foram
investidos R$ 6,2 bilhões, distribuidos em área florestal (150 mil hectares),
estrutura de logística (armazéns, terminais, locomotivas e vagões) e a unidade
industrial, que foi a parte mais pesada - R$ 4,5 bilhões. O BNDES financiou R$
2,7 bilhões do investimento e US$ 1,7 bilhão foi aporte dos acionistas - a
holding J&F Participações (82%), que também é dona do JBS, e os fundos de
pensão Funcef e Petros, cada um com 9% do capital.
Neste ano, quando ainda está
ganhando ritmo de velocidade (no momento com 90% de operação), a empresa prevê
produzir 1,2 milhão de toneladas. Desse volume, cerca de 40% a 45% vão para
Ásia, principalmente China, 40% para Europa e 15% a 20% para as Américas, incluindo
o Brasil.
Segundo Grubisich, neste mês a
produção vai alcançar 120 mil toneladas e o pleno ritmo mensal da fábrica será
atingido em maio. "A capacidade diária é de 4,2 mil toneladas, mas já
batemos o recorde mundial de 4,7 mil toneladas em um determinado dia".
O executivo informou que a
empresa vai vender mais celulose no mercado nacional do que as 100 mil toneladas
por ano que previu. Agora, a empresa estima comercializar o dobro desse volume
a partir do próximo ano.
Segundo ele, a Eldorado vai
abocanhar fatias de mercado de concorrentes e ganhar espaço com a expansão da
demanda interna. Ele apontou principalmente o maior consumo de papel nas faixas
da população que tiveram mais acesso a bens de consumo com o aumento da renda.
Onde se verifica aumento mais expressivo da demanda é no segmento tissue, os
chamados papéis sanitários.
Além da Eldorado, são produtores
de celulose de fibra curta de eucalipto no Brasil a Fibria, a Suzano, a Veracel
(joint venture de Stora Enso e Fibria) e outros fabricantes de menor porte.
Para Grubisich, o Brasil deve se
apropriar da expansão do mercado mundial para instalar novas linhas de produção
de celulose no país nos próximos anos, pois tem a melhor competitividade de
custo de produção. Segundo ele, a demanda mundial sobe entre 2% e 3% ao ano, o
correspondente a 1,5 milhão de toneladas. "É uma fábrica como a nossa por
ano".
Na sua avaliação, com projetos
eficientes, o país pode deslocar concorrentes com menor poder de competição,
como fabricantes América do Norte e Europa, que têm fechado unidades de
produção obsoletas. E também da Ásia.
No Brasil, o eucalipto leva de
cinco a sete anos para alcançar a idade de corte, ante 30 anos no Norte da
Europa, EUA e Canadá. "Temos condições de ocupar esse espaço", afirmou.
Segundo informou, o crescimento da demanda ocorre mais fortemente nos mercados
emergentes, liderados pelo mercado chinês. "Lá, o consumo de papéis
sanitários é o que mais cresce - média de 12% a 15% ao ano", disse Grubisich,
que acabou de voltar de uma viagem de cinco dias ao país visitando clientes.
A Eldorado projeta receita de R$
1,7 bilhão, com resultado operacional já positivo, neste ano. Em 2014, à plena
capacidade, a previsão é superar R$ 2 bilhões.
11ª Rodada de Licitações da ANP
Valor 26.04.2013 - O setor de
óleo e gás no Brasil está vivendo intensa movimentação de negócios antes da
realização da 11ª Rodada de Licitações da ANP, prevista para maio. Apesar dos
últimos desmentidos em Kuala Lumpur, Moscou e Rio de Janeiro, o empresário Eike
Batista está, sim, negociando simultaneamente com a estatal malaia Petronas e a
russa Lukoil. A Petronas deve ficar com 40% do campo Tubarão Martelo, na Bacia
de Campos, em um negócio estimado na casa de US$ 1 bilhão. Com a Lukoil, as
conversas estão ocorrendo na Europa.
Já os fundos First Reserve e
Riverstone estão vendendo a Barra Energia, que tem 10% do bloco BM-S-8, próximo
ao polo de Tupi, no pré-sal, e 30% no bloco BS-4, ambos na Bacia de Santos. O
negócio está sendo avaliado até por companhias chinesas.
Os sócios da Barra no BM-S-8 são
a Petrobras (operadora com 66%), Petrogal Brasil (14%) e Queiroz Galvão
Exploração e Produção (10%). No BS-4, onde foram encontrados os campos Atlanta
e Oliva com depósitos de óleo pesado no pós-sal, os sócios são de novo a
Queiroz Galvão (operadora, com 30%) e a OGX (40%). Quando foi criada, em 2010,
a Barra recebeu US$ 1,2 bilhão em aportes. Uma estimativa conservadora é que os
reservatórios nos quais ela tem participação tenham reservas superiores a 2
bilhões de barris "in place", dos quais podem ser recuperados entre
15% e 35%.
Um fato curioso sobre a Barra é
que a definição de preço do negócio envolvendo o BM-S-8 dará ao mercado mais
uma projeção de valor para uma área no pré-sal, onde existem poucos negócios já
que a Petrobras é a principal operadora. Nesse bloco já foram encontrados os
reservatórios Bem-Te-Vi, Biguá e Carcará, esse último com uma coluna de 471
metros de óleo leve.
Já a Petrobras recebeu nessa
quarta-feira as propostas dos interessados em comprar as 14 Pequenas Centrais
Hidrelétricas (PCHs) que foram colocadas à venda. O Valor apurou que a participação
de 49% da estatal na Brasil PCH, que tem 13 usinas, recebeu quatro propostas.
Até o fim do mês são esperadas as
propostas para os ativos de exploração e produção no Brasil, América Latina,
Golfo do México, África e Japão. Aqui estão à venda blocos e campos na Bacia de
Campos, entre eles Xerelete, Maromba e o conjunto Ostra, Abalone, Argonauta e
Nautilus, que formam o Parque das Conchas, operado pela Shell.
OGX para a venda de 40% no campo de Tubarão Martelo para a estatal Petronas
Valor 26.04.2013 - Com o avanço
das negociações da OGX para a venda de 40% no campo de Tubarão Martelo para a
estatal Petronas, que pode ser concluída no próximo mês por cerca de US$ 1
bilhão, a dúvida que surge é se essa é a melhor alternativa para a empresa captar
recursos.
Pessoas a par do assunto
consideram que, do ponto de vista financeiro, o melhor caminho para a OGX
levantar dinheiro neste momento seria com o exercício da opção de venda (put)
de mais ações para o controlador Eike Batista, e não vendendo uma participação
em um dos campos mais promissores da empresa.
Em outubro, Batista assumiu o
compromisso de injetar US$ 1 bilhão na OGX por meio de aumento de capital se
até abril de 2014 ocorressem duas condições: a necessidade de capital social
adicional e a ausência de alternativas mais favoráveis para obter esses
recursos.
Os responsáveis por avaliar essas
condicionantes são os membros independentes do conselho de administração da
petroleira, que se reúne trimestralmente. Quando anunciou a "put",
Batista se comprometeu a comprar ações por R$ 6,30 cada (o que aumentaria a
base acionária em 9,8%), ante a cotação atual de R$ 1,69 por papel.
A perda imediata de Batista se
exercer a "put" agora seria de quase R$ 1,5 bilhão. Isso porque
pagaria R$ 2 bilhões por ações que atualmente são negociadas por pouco mais de
R$ 500 milhões. A perda do empresário se traduz em diluição reduzida para os
demais acionistas.
Os membros independentes do
conselho da OGX, que vão avaliar as alternativas da companhia são Cláudio Lobo
Sonder, Ellen Gracie (ex-ministra do Supremo Tribunal Federal), Luiz do Amaral
Pereira, o ex-ministro Pedro Malan (também presidente do conselho consultivo
internacional do Itaú Unibanco), Rodolpho Tourinho (ex-ministro de Minas e
Energia) e Samir Zraick.
Procurada ontem, a OGX disse em
nota que "tem algumas opções para capitalização, caso julgue necessário,
inclusive a possibilidade de farmouts, parceiras e a put". "Conforme
divulgamos anteriormente, a put será exercida caso a empresa não tenha opções
mais favoráveis."
As negociações para venda de
ativos da OGX sinalizam, segundo observadores, que a empresa precisa de capital
adicional, o que é uma das condições para o exercício da opção de venda (put).
Nesse caso, resta então avaliar qual a alternativa mais favorável
O exercício da put, que implica a
venda de mais 9% do capital para Eike, garante US$ 1 bilhão para a empresa numa
transação que avalia a OGX em R$ 20,4 bilhões, ante os atuais R$ 5,5 bilhões
que ela vale agora no mercado.
No negócio de 40% do campo de
Tubarão Martelo por US$ 1 bilhão negociado com a Petronas, está implícita uma
avaliação desse campo em R$ 5 bilhões. Para que houvesse em tese um equilíbrio
entre as opções, teria que se considerar que Tubarão Martelo corresponde,
sozinho, a um quarto dos ativos da OGX.
Já com a Lukoil, cujas conversas
estão em estágio mais inicial, o Valor apurou que a Eike negociava uma
participação de um terço da OGX por R$ 1,80 por ação. Essa participação poderia
ser alcançada por meio de um aumento de capital. Se confirmado mais à frente,
esse negócio implicaria em um aumento de capital de quase R$ 3 bilhões. O valor
de mercado da OGX pré-transação nesse caso seria de R$ 5,8 bilhões.
O que alguns investidores e
credores temem é que a empresa de Eike levante recursos por meio das transações
com a Petronas e com a Lukoil, em tese mais caros do que o exercício da opção
de venda, e use os recursos para participar do próximo leilão da Agência
Nacional de Petróleo (ANP), nos dias 14 e 15 de maio, e não para os projetos
existentes.
Como de costume, os títulos de
dívida emitidos pela OGX no exterior, no valor aproximado de R$ 7,4 bilhões, um
com vencimento em 2018 e outro em 2022, preveem certas restrições para que a
empresa venda seus ativos. A depender das condições da transação, os credores
precisam concordar com a transação.
Receita operacional líquida da Merck S.A.
Valor 26.04.2013 - A subsidiária
brasileira do grupo farmacêutico alemão Merck fechou 2012 com lucro líquido de
R$ 33,3 milhões, queda de 60% em relação aos R$ 82 milhões do ano anterior,
segundo demonstrações contábeis publicadas ontem. A empresa, com sede no Rio, é
de capital fechado no país. A receita operacional líquida da Merck S.A. foi de
R$ 931,3 milhões, aumento de 5,6%. Os custos de produtos vendidos subiram mais,
8,6%, o que comprimiu a margem bruta (a diferença das vendas depois de
descontados os custos) - de 46,3%, em 2011, para 44,8%, no ano passado. As
despesas operacionais cresceram 27,6% no mesmo período. A empresa tinha R$ 20,7
milhões em caixa no fim de dezembro, sem empréstimos e financiamentos no curto
e longo prazos. O patrimônio líquido do laboratório farmacêutica era de R$
282,1 milhões.
Pão de Açúcar (Via Varejo, Casas Bahia e Ponto Frio).
Veja 25.04.2013 - Abilio:
procuração entregue. A reunião de conselho do Pão de Açúcar realizada hoje
terminou há pouco. Como sempre, houve rusgas, mas, ressalte-se, o clima foi
muito mais ameno que de tantas outros encontros. Arnaud Strasser, o representante
do francês Jean-Charles Naouri na rede varejista brasileira, tentou ressuscitar
a tese de conflito de interesse pela presença de Abilio Diniz no conselho do
Pão de Açúcar e da BRF. Mas a discussão não foi em frente.
No final das contas, Strasser
acabou o dia recebendo uma procuração de Abilio para votar por ele em uma
reunião que será realizada amanhã para tratar da situação da Via Varejo (Casas
Bahia e Ponto Frio). Ali, ambos têm um inimigo comum: a família Klein.
É a segunda vez que Abilio
entrega uma procuração para que Strasser em seu nome. Há poucas semanas, Strasser
representou seu desafeto em uma questão envolvendo a mesma Via Varejo.
Grendene
Infomoney 25.04.2013- Companhia
mostra avanço de 55% no Ebitda e ainda anuncia pagamento de R$ 64 milhões em
dividendos.
A Grendene (GRND3) apresentou
nesta quinta-feira (25) seu resultado do primeiro trimestre de 2013, reportando
um lucro líquido de R$ 102,3 milhões, o que representa uma alta de 24,7% em
relação aos R$ 82,1 milhões apresentados um ano antes. A receita também foi
destaque positivo nos números com avanço de 22,8%, fechando o período em R$ 485,8
milhões.
Já o Ebitda (lucro antes de
juros, impostos, depreciação e amortização) fechou os três primeiros meses do
ano em R$ 98,1 milhões, ficando 55,3% maior que no mesmo período do ano
passado, quando ficou em R$ 63,1 milhões. Em comunicado, a companhia disse que
o desempenho positivo não pode ser atribuído a crescimento do mercado, mas sim
ao avanço da Grendene em market share.
Além disso, a empresa afirmou que
os resultados confirmam as expectativas e reiterou a perspectiva de entregar
lucros continuadamente com grande regularidade. No comunicado, eles ainda
ressaltaram o otimismo com as perspectivas de crescimento do mercado interno de
calçados apoiado na melhoria de renda da população, nos investimentos previstos
no país para os próximos anos e nos eventos esportivos internacionais que
acontecerão no Brasil em futuro próximo. Com isso, a companhia segue confiante
em atingir as metas para o período até 2015.
Grendene tem alta na receita,
Ebitda e lucro no primeiro trimestre; presidente e vice renunciam ao cargo
(Reprodução).
Presidente e vice renunciam: Após
apresentar o resultado, a companhia informou que o diretor presidente,
Alexandre Grendene Bartelle, e o vice-presidente, Pedro Grendene Bartelle,
renunciaram aos seus cargos. Em nota, a Grendene informou que os dois continuam
no Conselho de Administração da companhia, como presidente e vice-presidente,
respectivamente.
De acordo com fato relevante, a
renúncia dos dois visa "cumprir mais uma etapa na consolidação da
profissionalização da companhia, cujo processo já estava em andamento há algum
tempo, adiantando às tendências das melhores práticas de governança corporativa
com a não acumulação de cargos de presidente do Conselho de Administração e
Diretor Presidente".
Pagamento de dividendos: A
Grendene informou também que o Conselho de Administração aprovou a primeira
distribuição antecipada de dividendos referente ao saldo disponível no período
até 31 de março no valor de R$ 64.053.360,00, ou R$ 0,213 por ação.
Os dividendos serão pagos a
partir de 22 de maio, sem remuneração ou atualização monetária e sem retenção
de Imposto de Renda. Terão direito de receber os acionistas da companhia
registrados em 7 de maio, com os papéis ficando ex-dividendos a partir de 08 de
maio de 2013.Voltar
A Vale quer colocar um ponto final esta semana nas negociações com o governo argentino
Estadão 25.04.2013 - A Vale quer
colocar um ponto final esta semana nas negociações com o governo argentino em
torno do projeto de potássio Rio Colorado, suspenso no começo de março. Nesta
quinta-feira, 25, o presidente da mineradora, Murilo Ferreira, deixou claro não
ter planos de voltar atrás e retomar o investimento.
"Esperamos que, com essas
discussões, que estão em curso esta semana, a Vale deixe a Argentina da forma
mais serena e pacífica possível e que o projeto Rio Colorado seja implantado,
mas por outros sócios", afirmou, em entrevista por teleconferência.
Segundo ele, executivos da Vale
estiveram no Congresso argentino para explicar os motivos que levaram a companhia
a suspender o investimento. Apesar dos argumentos apresentados, o governo local
lançou mão de uma lei pela qual a empresa deve postergar por 20 dias a rescisão
dos contratos de fornecimento de serviços e equipamentos para o projeto. Uma
decisão que onera o caixa da empresa.
"Queremos sair adimplentes
com empregados e fornecedores", afirmou. O problema, ponderou, é que a
subsidiária Vale Argentina não tem receitas próprias e depende de aportes da
controladora, no Brasil. "Os compromissos exigem remessas para a Argentina
e os recursos estão se exaurindo naquele país", revelou.
Orçado inicialmente em US$ 5,9
bilhões, o projeto irá consumir US$ 611 milhões dos cofres da Vale este ano. A
cifra inclui o pagamento de compromissos a serem honrados, salários de funcionários
e impostos para que a companhia mantenha os direitos minerários na região.
Questionado, o executivo não quis comentar possíveis desdobramentos da reunião
entre as presidentes Dilma Rousseff e Cristina Kirchner, nesta quinta-feira, na
Argentina.
Venda: Durante a maratona de
teleconferências que promoveu para detalhar o resultado financeiro no primeiro
trimestre, Ferreira revelou que a companhia pretende encaminhar até junho ao
conselho de administração a proposta de venda de uma fatia na Vale Logística
Integrada (VLI).
"Essa é uma empresa bastante
atraente e isso se refletiu na procura de players (investidores) internacionais
no processo", contou. O executivo se mostrou confiante no sucesso da venda
da VLI, que, segundo ele, tem um projeto de logística muito "robusto".
Mas não quis adiantar sobre a fatia acionária que será negociada.
Conforme o executivo, quem vai
bater o martelo será o conselho de administração. No mercado financeiro, a
expectativa é de que a Vale se desfaça de uma participação equivalente a US$ 1
bilhão.
Bovespa
As ações da Smiles Exame 26.04.2013 - Volume
captado na operação chegou a R$ 1,132 bilhão. As ações estreiam na Bovespa na
próxima segunda-feira, dia 29.
As ações da Smiles foram
precificadas a 21,70 reais, dentro do intervalo esperado pelos coordenadores da
operação (20,70 reais e 25,80 reais), mostra o site da CVM (Comissão de Valores
Mobiliários) nesta quinta-feira. Com isso, a operação girou 1,132 bilhão de
reais.
A empresa de fidelidade de
clientes da Gol esperava levantar até 1,35 bilhão de reais em sua oferta pública
inicial primária de ações. Foram colocadas a disposição do mercado 38,6 milhões
de ações ordinárias no lote inicial. A oferta ainda prevê lotes suplementar e
adicional reunindo até 13,5 milhões de ações. Todos os lotes foram vendidos.
Segundo o prospecto da oferta, os
recursos levantados serão utilizados para pagamento antecipado para compra de
Passagens Prêmio da VRG Linhas Aéreas. O coordenador líder da operação é o
Credit Suisse. As ações farão parte do Novo Mercado da bolsa e serão negociadas
com o código SMLE3.
A empresa será uma alternativa na
bolsa ao programa de fidelidade da TAM, a Multiplus (MPLU3). As ações estreiam
na Bovespa na próxima segunda-feira, dia 29.
Bovespa: Smiles e Banco do Brasil
Brasil Econômico 25.04.2013 - A
estreia das negociações do papel na Bovespa acontecerá no próximo dia 29, no
Novo Mercado.
Foram vendidos 675 milhões de
ações, equivalentes à soma do lote inicial de 500 milhões de ações, acrescido
de 175 milhões de papéis dos lotes extras.
A BB Seguridade movimentou R$
11,475 bilhões em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), na
maior operação do gênero de uma empresa do país desde os cerca de R$ 14 bilhões
do Santander Brasil, em outubro de 2009.
A oferta do braço de seguros,
previdência e capitalização do Banco do Brasil saiu a R$ 17,00 cada ação,
segundo informações do website da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta
quinta-feira (25/4), próxima do teto da faixa indicativa dos coordenadores da
oferta, de R$ 15 a R$ 18 por papel.
Foram vendidos 675 milhões de
ações, equivalentes à soma do lote inicial de 500 milhões de ações, montante
que poderia ser acrescido de 175 milhões de papéis, incluindo os lotes extras.
A operação envolveu apenas oferta
secundária, ações que estão sendo vendidas pelo controlador.
No último dia 17, a CVM autorizou
a retomada da oferta, quatro dias após tê-la suspendido, devido a irregularidades
na divulgação.
A estreia das negociações do
papel na Bovespa acontecerá no próximo dia 29, no Novo Mercado.Voltar
BB Seguridade
Exame 26.04.2013 - A BB
Seguridade pode selar nesta quinta-feira a maior oferta pública inicial (IPO,
na sigla em inglês) do mundo em sete meses.
A unidade de banco de investimento
do Banco do Brasil está liderando a oferta o BB Seguridade, junto com Bradesco,
Itaú Unibanco, JPMorgan.
A BB Seguridade pode selar nesta
quinta-feira a maior oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) do mundo
em sete meses, em um momento no qual a confiança com o Brasil diminuiu por
preocupações com a alta inflação e a interferência do governo em alguns setores
da economia.
A BB Seguridade, unidade de
pensão e seguros do estatal Banco do Brasil, pode levantar até 12,2 bilhões de
reais quando fizer a precificação ainda nesta quinta-feira, sendo o maior IPO
deste ano no mundo, segundo dados da Thomson Reuters.
A oferta também seria a maior dos
mercados globais desde a listagem da Japan Airlines em setembro do ano passado.
Uma precificação bem-sucedida da
BB Seguridade, que ocorre simultaneamente ao IPO da administradora de planos de
fidelidade Smiles, representaria um impulso necessário à confiança com um
mercado de IPOs que há alguns anos estava entre os mais aquecidos do mundo.
Prejudicados por uma série de
negócios que não entregaram os retornos prometidos, investidores se tornaram
nos últimos dois anos mais cautelosos com o Brasil, colocando uma dúvidas sobre
o portfólio potencial de IPOs neste ano, estimado em cerca de 10 bilhões de
dólares.
"Os mercados permaneceram
atentos ao potencial de IPOs brasileiros", disse David Menlow, presidente
na IPOFinancial.com, uma empresa especializada em análises de tendências de
ofertas iniciais. "Se (o país) voltar aos trilhos, a atividade pode se
tornar favorável." Apenas três empresas brasileiras realizaram ofertas públicas
iniciais em 2012, frente a 11 em 2010 e em 2011 cada, e um recorde de 64 em
2007, segundo dados da Thomson Reuters.
Forte mês: Abril pode ser o
melhor mês para IPOs no Brasil desde outubro de 2009, quando duas transações
movimentaram 14 bilhões de reais.
A empresa aérea brasileira Gol
espera levantar até 1,35 bilhão de reais na listagem da Smiles. A companhia
planeja vender pelo menos 30,6 milhões de ações ordinárias em uma faixa de
preço de 20,70 a 25,80 reais cada. Um lote adicional de 13,5 milhões de ações
podem ser oferecidas como parte da transação.
Uma fonte com conhecimento direto
no negócio da BB Seguridade disse à Reuters que as ações da seguradora podem
ser precificadas entre 16,50 e 17 reais cada, próximo do teto do preço
sugerido. A demanda ficou quase duas vezes acima da oferta, disse a fonte.
O anteriormente agitado mercado
de IPOs no Brasil ainda está voltando lentamente ao seu passo, mas menos
suavemente do que diversos executivos do setor financeiro esperavam, à medida
que alguns investidores permanecem cautelosos sobre o risco de ofertas superfaturadas,
crescimento econômico fraco e o impacto da interferência estatal em algumas
áreas da economia, como energia elétrica e serviços bancários.
Investidores estrangeiros,
tradicionalmente os maiores compradores nas ofertas iniciais brasileiras, podem
ficar com mais de metade das ações ofertadas pela BB Seguridade, acrescentou a
fonte.
Fundos de pensão brasileiros, que
se afastaram de IPOs pela baixa visibilidade de ganhos, podem participar ativamente
na transação, disse a fonte.
Ambos os negócios são um impulso
para bancos de investimento locais, que estão disputando os maiores e mais
lucrativos negócios no mercado acionário brasileiro com os seus concorrentes
estrangeiros.
A unidade de banco de investimento
do Banco do Brasil está liderando a oferta o BB Seguridade, junto com Bradesco,
Itaú Unibanco, JPMorgan. Outros bancos de investimentos trabalham na transação,
incluindo o BTG Pactual.
A Gol e a Smiles contrataram a
unidade de banco de investimento do Credit Suisse. Banco do Brasil, Itaú,
Morgan Stanley, Deutsche Bank e Santander também atuam na operação.
IGB Eletrônica "Gradiente"
Folha 25.04.2013 - A IGB
Eletrônica, antiga Gradiente, disse que o arresto (bloqueio) da marca "iphone",
divulgado ontem pelo Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), já
foi revertido.
Segundo a empresa, que é
proprietária da marca no Brasil, há quase um mês o Banco do Brasil moveu uma ação
por conta de uma dívida de R$ 948 mil. A 27ª Vara Cível da Comarca de São Paulo
emitiu medida cautelar de arresto da marca, mas a decisão foi suspensa após
recurso no início do mês.
O Inpi disse que ainda não
recebeu a notificação sobre a suspensão do arresto. Ontem, o instituto publicou
a decisão da Justiça de bloquear a marca.
Segundo a Gradiente, outra
tentativa de arresto foi feita nesta semana, mas foi negada pela Justiça. Em
nota, a empresa diz que negocia a dívida com o Banco do Brasil e está "confiante"
já que a dívida está garantida "com bens que superam os valores em
discussão".
Recuperação: A Gradiente entrou
em processo de recuperação judicial em 2008, após encerrar sua produção e
sofrer um grande processo de desgate que gerou cerca de 50 mil processos
judiciais. Devido aos problemas, chegou a ser banida de alguns Estados.
Para pagar a dívida de cerca de
R$ 500 milhões, a marca e as fábricas foram arrendadas pela CBTD, empresa que
tem como sócios os fundos de pensão Petros e Funcef e a fabricante Jabil.
Em maio de 2012, a Gradiente
voltou ao mercado com o lançamento de um tablet.
Disputa: A Gradiente ganhou do
Inpi o direito ao uso exclusivo da marca em fevereiro, abrindo possibilidade da
Apple ser proibida de utilizar o nome no Brasil. No fim de março, as duas
empresas pediram a suspensão do processo por 30 dias para tentar chegar a um
acordo.
A IGB Eletrônica registrou a
marca "g gradiente iphone" no ano 2000, sete anos antes do lançamento
do iPhone da Apple.
O registro foi concedido em janeiro
de 2008, e o prazo para o uso da marca venceria em janeiro deste ano --mas, em
dezembro, a Gradiente anunciou o lançamento do seu celular iphone e garantiu a
exclusividade do nome no Brasil. A Apple fez o pedido de registro da marca em
2007.
Klabin
Monitor Mercantil 25.04.20213 - A
Klabin anunciou ter seguido em ritmo de crescimento no primeiro trimestre de
2013, registrando Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e
amortização) de R$ 384 milhões - alta de 23% na comparação com o mesmo período
do ano passado. A margem Ebitda passou de 32%, no 1T12, para 36%, neste ano.
Impulsionado pelo aumento da eficiência das fábricas e melhoria do mix de
produtos e mercados, o desempenho na geração operacional de caixa igualou o montante
alcançado no último trimestre de 2012, período que é historicamente considerado
o mais aquecido para o setor.
Apesar da sazonalidade verificada
em inícios de ano e de um cenário econômico desafiador, o volume vendido pela
Klabin no primeiro trimestre (sem incluir madeira) registrou aumento e superou
em 3% o obtido no mesmo período de 2012, ao atingir 430 mil toneladas.
O melhor desempenho da companhia
foi contabilizado no mercado interno, que respondeu por 70% do volume vendido -
acima do verificado no primeiro trimestre de 2012, quando a parcela havia
ficado em 65%. As vendas de papéis e embalagens no mercado doméstico apresentaram
aumento de 11% em relação ao 1T12. As vendas internas de kraftliner e cartões
totalizaram 135 mil toneladas, já em produtos convertidos (papelão ondulado e
sacos industriais) totalizaram 164 mil toneladas vendidas, no primeiro
trimestre do ano.
A receita líquida aumentou 10% no
primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando R$
1,066 bilhão. A receita líquida de papéis (kraftliner e cartão) teve alta de
11%, enquanto a de produtos convertidos cresceu 12% na comparação com o mesmo
período de 2012. O lucro líquido registrado no 1T13 foi de R$ 202 milhões - um
crescimento de 38% se comparado ao último período de 2012.
A Klabin também conseguiu obter
uma redução da dívida líquida em relação ao Ebitda - proporção passou de 2,4
vezes, em dezembro de 2012, para 2,2 vezes, no final de março de 2013 -, graças
ao aumento da geração de resultados e à relativa estabilidade do câmbio nos
primeiros meses do ano.
No primeiro trimestre, as ações
preferenciais da Klabin (KLBN4) apresentaram valorização de 9%, enquanto o
Ibovespa apresentou queda de 8%. No período, a Klabin conquistou novo rating de
"Grau de Investimento", desta vez atribuído pela agência Standard and
Poor"s (BBB- na escala global e brAAA, na escala nacional), confirmando o
rating atribuído pela Fitch.
Prévia da Petrobras
Brasil Econômico 25.04.2013 -
Prévia da Petrobras: Analistas apostam as fichas em uma ligeira recuperação da
estatal, o que poderia simbolizar o início de um processo de retomada
expressivo em 2013.
Analistas do mercado esperam que
a estatal estabeleça o início da trajetória de recuperação a partir de seu
resultado do primeiro trimestre de 2013.
Dois dias depois da Vale
apresentar resultados satisfatórios, a Petrobras divulgará os seus resultados referentes
ao primeiro trimestre deste ano nesta sexta-feira (26/4). Ainda que seja
considerada uma verdadeira caixinha de surpresas, há um consenso otimista entre
os analistas de mercado. A maioria aposta as fichas em uma ligeira recuperação
da estatal, o que poderia simbolizar o início de um processo de retomada mais
expressivo ao longo de 2013.
O crescimento das vendas dos combustíveis
no mercado doméstico foi apontado por Pedro Galdi, analista-chefe da SLW
Corretora, como um fator positivo para a melhora. Ainda assim, o especialista
vislumbra com preocupação os possíveis impactos que as reduções das
exportações, a queda da produção e a necessidade de importar podem atribuir ao
balanço trimestral.
"A Petrobras sempre é uma
verdadeira surpresa. Os ativos da companhia perderam muita força ao longo deste
trimestre. Com um início de ano complicado, acredito que o lucro consiga superar
os números do trimestre anterior, mas deve ficar bem abaixo do registro do
primeiro trimestre do ano passado", avalia Galdi.
"O principal problema é que
a Petrobras teve que importar muito combustível para suprir a demanda, que
cresceu de maneira meteórica em função das vantagens estabelecidas pelo governo
para a compra de automóveis. Como não houve investimento em aumento de
produção, a única possibilidade foi a importação", emenda.
A opinião de que o lucro líquido
da petrolífera deve atingir um patamar intermediário é compartilhada por
Mitsuko Kaduoka, diretora de análise de investimento da BI&P - Indusval &
Partners Corretora, que enxerga com otimismo o fato de a estatal ter antecipado
a divulgação dos números trimestrais. Ela destaca que os dois aumentos de
preços (da gasolina, em janeiro, e do diesel, em março) devem ser o principal
motor para que seja estabelecido um cenário positivo para o início do ano da
Petrobras.
"Ainda que a importação
tenha sido a única escapatória, os aumentos dos preços dos combustíveis podem
amenizar essa questão", considera Mitsuko.
Os analistas do banco de
investimentos Espírito Santo, Oswaldo Alcântara Telles Filho e Filipe Rosa, esperam
o início de uma recuperação das margens. A diminuição dos custos financeiros,
que tiveram impacto direto da valorização do real, também podem impulsionar o
lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em
inglês). Para eles, o aumento deve ser de 25% nos três primeiros meses de 2013,
para R$ 14,9 bilhões.
Diante das possibilidades, os
especialistas mantiveram a recomendação de compra para o ativo da estatal e
estabeleceram que o preço alvo do papel PETR4 é de R$ 35,50.
Alcântara e Rosa também vislumbram
melhora mais acentuada no segundo trimestre, quando a produção deve aumentar e
o resultado ainda sofrerá impactos do reajuste de preços dos combustíveis.
"Daqui para frente, se os
preços de petróleo e derivados permanecerem nos níveis atuais, nós consideramos
que os reajustes serão irrelevantes, e o crescimento das importações passariam
a ser uma fonte de preocupação", explica a prévia do Espírito Santo.
Para os três primeiros meses de
2013, eles apostam que a receita líquida caía ligeiramente (2,9%) para R$ 71,3
bilhões, e que o lucro líquido seja de R$ 6,7 bilhões, 14% inferior ao reportado
no quarto trimestre de 2012.
Outra hipótese a ser considerada
é que a ausência de ganhos tributários também impacte no resultado, avalia Luiz
Francisco Caetano, analista da Planner Corretora. "É importante ressaltar
ainda que a Petrobras teve um elevado ganho tributário (R$ 2,1 bilhões) no
quarto trimestre, gerado pela concessão de juros sobre o capital próprio, fato
que não se repete neste trimestre".
Ele também destaca o reajuste dos
combustíveis e a redução dos gastos em função da variação cambial.
"No trimestre, os resultados
da Petrobras serão beneficiados por dois aumentos de preços. No final de
janeiro houve uma correção de 5,4% nos preços do diesel e 6,6% na gasolina. No
dia 5/março, o preço do diesel subiu 5%", explica Caetano. "Não acreditamos
que a Petrobras tenha nenhuma redução expressiva nos custos de produção, mas
apenas algum pequeno ganho advindo da valorização do real no trimestre (1,2%).
No entanto, a empresa deve continuar reduzindo os custos com poços secos e
subcomerciais no Brasil", complementa.
Por outro lado, o analista da
Planner também estima que os custos possam subir com o aumento da importação de
petróleo e afins.
Neste contexto, Caetano projeta
um aumento de 7% no Ebitda, para R$ 12,7 bilhões. Além disso, ele espera que a
receita permaneça inalterada, enquanto estima uma queda de 7% do lucro líquido
para R$ 7,2 bilhões.
Consumo de eletricidade cresce 2,5% no trimestre
PNPetróleo 25.04.2013 - O consumo nacional de energia
elétrica superou 114,6 mil gigawatts-hora (GWh) no primeiro trimestre do
ano, anotando crescimento de 2,5% sobre igual período de 2012. O resultado foi
obtido apesar da retração de 2,4% no consumo das indústrias. O consumo
residencial foi o que mais avançou: a expansão de 6,6% está associada ao
aumento da posse de equipamentos eletrodomésticos e ao seu maior uso. As informações
da nova edição da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgada pela
Empresa de Pesquisa Energética – EPE nesta quinta-feira (25). O segmento de
comércio e serviços também apresentou evolução importante, superior a 6%,
refletindo o crescimento do setor terciário, do que é emblemática a expansão da
área de vendas de shopping centers ocorrida no segundo semestre. A queda do
consumo das indústrias remete à inconstância dos indicadores da produção
industrial e, principalmente, ao comportamento dos setores eletrointensivos. No
mês de março, influenciado também por fatores conjunturais, o consumo total
recuou 0,5%.
O consumo nacional de energia
elétrica superou 114,6 mil gigawatts-hora (GWh) no primeiro trimestre do ano,
anotando crescimento de 2,5% sobre igual período de 2012. O resultado foi
obtido apesar da retração de 2,4% no consumo das indústrias. O consumo residencial
foi o que mais avançou: a expansão de 6,6% está associada ao aumento da posse
de equipamentos eletrodomésticos e ao seu maior uso.
As informações da nova edição da
Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgada pela Empresa de
Pesquisa Energética – EPE nesta quinta-feira (25).
O segmento de comércio e serviços
também apresentou evolução importante, superior a 6%, refletindo o crescimento
do setor terciário, do que é emblemática a expansão da área de vendas de
shopping centers ocorrida no segundo semestre. A queda do consumo das indústrias
remete à inconstância dos indicadores da produção industrial e, principalmente,
ao comportamento dos setores eletrointensivos.
No mês de março, influenciado
também por fatores conjunturais, o consumo total recuou 0,5%.
Aneel abre inscrições para leilão
de distribuição no Rio Grande do Sul
Setorial Energia News 25.04.2013
- A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abriu nesta quinta-feira (25)
as inscrições para o leilão que irá selecionar a concessionária que vai
explorar o serviço público de distribuição de energia elétrica nos municípios
de Putinga e Anta Gorda, no estado do Rio Grande do Sul.
A região é atendida atualmente
pelo Departamento Municipal de Energia Elétrica de Putinga (DEMEEP). A entrega
das garantias de proposta à Comissão Especial de Licitação (CEL) ocorrerá entre
os dias 29 e 30 deste mês e a realização do leilão será em 03 de maio.
O vencedor será aquele que
ofertar o maior Valor de Renúncia de Receita (VRR) anual, além de uma tarifa
média menor que a do DEMEEP. Os lances deverão ser apresentados em envelope
fechado, seguidos de lances viva-voz.
A atual concessionária não possui
a outorga do direito da concessão para exploração do serviço e, por isso, a
Agência iniciou o processo para regularização dos serviços na região. As
inscrições poderão ser feitas até o dia 29 de abril pelo site da Aneel http://www.aneel.gov.br.
Estaleiro Eisa
PNPetróleo 25.04.2013 - O
Estaleiro Eisa lança ao mar nesta quinta-feira (25), o graneleiro Log-In Tucunaré.
Este é o quarto navio de uma encomenda de sete embarcações que a Log-In tem com
o estaleiro. Segundo a companhia, a operação movimentará 150 milhões de
toneladas de minério de bauxita a granel no período. “Com o lançamento ao
mar do Log-In Tucunaré superamos mais da metade de nosso projeto de construção.
Em 2015, completaremos nossa construção com a entrega dos outros três
porta-contêineres. Isso é motivo de muito orgulho para a empresa”, diz o
presidente da Log-In, Vital Jorge Lopes. O investimento estimado no navio é de
R$170 milhões.O graneleiro foi construído para atender ao contrato de 25 anos
com a Alunorte, realizando viagens consecutivas entre os portos de Trombetas e
de Vila do Conde, ambos no estado do Pará. Em janeiro de 2010, a Log-In iniciou
a operação para a empresa com navios afretados. Uma das embarcações foi
substituída em fevereiro deste ano, quando entrou em operação o graneleiro
Log-In Tambaqui. A outra substituição está prevista para o início de 2014,
quando o Log-In Tucunaré começará a operar.Para a construção da embarcação
foram utilizadas cerca de 13 mil toneladas de chapas de aço. Com 245 metros de
comprimento, 40 metros de largura e calado de 11,58 metros, o navio tem
capacidade individual de 80.100 toneladas de porte bruto e transporta cerca de
75 mil toneladas de bauxita por viagem. De acordo com a Log-In, o projeto da embarcação
levou em conta a natureza da carga a ser transportada e a região onde irá
atuar. Sua hidrodinâmica foi projetada para que tenha uma melhor navegabilidade,
deslocando baixo volume de água para não prejudicar a população ribeirinha, que
sofre com a erosão das suas margens agravada pela navegação fluvial. Seu
consumo de combustível e emissão de gases consideraram padrões superiores de
eficiência.O Log-In Tucunaré foi adaptado para funcionar como sala de aula.
Segundo Lopes, o programa Navio Escola é uma iniciativa da Log-In para
contribuir com a formação e capacitação da marinha mercante brasileira. “O
Log-In Tucunaré, assim como o Log-In Tambaqui, terá camarotes extras com o
objetivo de receber estudantes e auxiliar em sua formação como marítimo. Consideramos
de fundamental importância para a profissionalização desses jovens a
possibilidade de conhecer uma operação na prática”, afirma o presidente da
empresa. A Log-In escolheu como madrinha da embarcação Fernanda Gonçalves de Carvalho,
esposa do presidente do Fundo da Marinha Mercante (FMM), Gustavo Lobo.Todas as
embarcações encomendadas pela Log-In ao Eisa estão incluídas no Programa de
Aceleração do Crescimento, do governo federal. Até 2014, a Log-In ainda
receberá três novos porta-contêineres.
O Estaleiro Eisa lança ao mar
nesta quinta-feira (25), o graneleiro Log-In Tucunaré. Este é o quarto navio de
uma encomenda de sete embarcações que a Log-In tem com o estaleiro. Segundo a
companhia, a operação movimentará 150 milhões de toneladas de minério de
bauxita a granel no período.
“Com o lançamento ao mar do
Log-In Tucunaré superamos mais da metade de nosso projeto de construção. Em
2015, completaremos nossa construção com a entrega dos outros três
porta-contêineres. Isso é motivo de muito orgulho para a empresa”, diz o
presidente da Log-In, Vital Jorge Lopes. O investimento estimado no navio é de
R$170 milhões.
O graneleiro foi construído para
atender ao contrato de 25 anos com a Alunorte, realizando viagens consecutivas
entre os portos de Trombetas e de Vila do Conde, ambos no estado do Pará. Em
janeiro de 2010, a Log-In iniciou a operação para a empresa com navios
afretados. Uma das embarcações foi substituída em fevereiro deste ano, quando
entrou em operação o graneleiro Log-In Tambaqui. A outra substituição está
prevista para o início de 2014, quando o Log-In Tucunaré começará a operar.
Para a construção da embarcação
foram utilizadas cerca de 13 mil toneladas de chapas de aço. Com 245 metros de
comprimento, 40 metros de largura e calado de 11,58 metros, o navio tem
capacidade individual de 80.100 toneladas de porte bruto e transporta cerca de
75 mil toneladas de bauxita por viagem. De acordo com a Log-In, o projeto da embarcação
levou em conta a natureza da carga a ser transportada e a região onde irá
atuar. Sua hidrodinâmica foi projetada para que tenha uma melhor navegabilidade,
deslocando baixo volume de água para não prejudicar a população ribeirinha, que
sofre com a erosão das suas margens agravada pela navegação fluvial. Seu
consumo de combustível e emissão de gases consideraram padrões superiores de
eficiência.
O Log-In Tucunaré foi adaptado
para funcionar como sala de aula. Segundo Lopes, o programa Navio Escola é uma
iniciativa da Log-In para contribuir com a formação e capacitação da marinha
mercante brasileira. “O Log-In Tucunaré, assim como o Log-In Tambaqui, terá
camarotes extras com o objetivo de receber estudantes e auxiliar em sua
formação como marítimo. Consideramos de fundamental importância para a profissionalização
desses jovens a possibilidade de conhecer uma operação na prática”, afirma o
presidente da empresa. A Log-In escolheu como madrinha da embarcação Fernanda
Gonçalves de Carvalho, esposa do presidente do Fundo da Marinha Mercante (FMM),
Gustavo Lobo.
Todas as embarcações encomendadas
pela Log-In ao Eisa estão incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento,
do governo federal. Até 2014, a Log-In ainda receberá três novos porta-contêineres.
Nova tecnologia está em linha com
o cronograma de obrigações estipulado Anatel
Diário de T.I 26.04.2013 - A operadora de telefonia Oi
investirá cerca de R$ 800 milhões até 2015 para iniciar sua operação de
transmissão de dados 4G a partir desta quinta-feira, no Rio de Janeiro. Os
planos já podem ser contratados nas lojas próprias da operador ou em franquias
selecionadas. Nas outras cinco cidades-sedes da Copa das Confederações (Belo
Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza) a pré-venda e as ofertas
comerciais começarão na primeira quinzena de maio.
A oferta da nova tecnologia está
em linha com o cronograma de obrigações estipulado pela Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel), conforme disse James Meaney, diretor de Operações da
Oi. A Anatel prevê o atendimento de, no mínimo, 50% de cobertura 4G nas seis
cidades mencionadas até 30 de abril de 2013.
Fora de casa: Segundo ele, a rede
4G permite que o cliente amplie sua navegação na internet fora de casa. E
ressaltou que, com o lançamento do 4G, a operadora consolida seu posicionamento
de operadora convergente.
"Com o 4G da Oi, os clientes
poderão realizar videochamadas em HD, armazenar dados na nuvem, assistir vídeos
em alta definição por streaming e jogar on line, além de diversas outras
possibilidades de aplicações na web".
Acesso gratuito: O executivo
disse ainda que os clientes 4G da Oi terão acesso gratuito aos mais de 30 mil
hotspots da rede Oi wifi. E acrescentou que os aparelhos 4G vendidos pela
companhia já contarão com aplicativos Oi wifi e Mundo Oi.
"A companhia está criando um
mundo novo de interação e proximidade com seus consumidores e o 4G fará parte
dessa mudança. Os aparelhos 4G também terão o aplicativo em linha Oi, mais um
canal de auto-atendimento aos terminais cadastrados na área logada do
site", comentou Meaney.
Entre os diferenciais que o 4G da
Oi oferecerá aos clientes testes de 30 dias dos serviços Rdio, de streaming de
música, e Segurança Móvel/Segurança PC, softwares de segurança para smartphones
e computadores desenvolvidos pela McAfee. Os clientes 4G da Oi ainda contarão
com serviço de pós-venda especializado, que entrará em contato por telefone
para dar suporte à configuração de aplicativos, e-mail e esclarecer as
principais dúvidas dos consumidores.
Preços e planos: Quanto a preços
e planos, James explicou que o consumidor da Oi poderá optar por planos
pós-pagos de internet móvel (notebooks e tablets) com tecnologia 4G. Já a
oferta para celular com 4G, com franquia de dados de 5GB sairá pelo valor promocional
de R$ 98 por mês.
Segundo ele, os clientes que
aderirem ao plano de 5 GB ganham desconto extra de R$ 300 na aquisição do
aparelho. E acrescentou que o bônus se soma ao desconto de até 1.100 oferecido
para quem aderir aos planos Oi smartphone, oi Família Smartphone ou Oi Conta
Total.
"O desconto de R$ 300 será
oferecido para clientes que contratam simultaneamente o plano Oi internet para
celular 5GB e/ou dos planos de voz citados e somente se os subsídios dos mesmos
planos forem aplicados no mesmo aparelho".
James Meaney fez questão de
afirmar que a oferta da Oi internet Móvel para notebooks e tablets com 4G com
franquia e dados de 10 GB será vendida com 25% de desconto, por R$ 188 por mês,
e com 50% de desconto para clientes que tenham celular Oi pós-pago, um plano Oi
Conta Toa ou um plano Oi Velox, por R$ 125.
"Para todos os clientes que
aderirem ao plano de 10 GB, o minimodem 4G sairá por R$ 99, o chip 4G é grátis
e a Oi ainda oferece desconto de R$ 600 na compra de um tablet 3G", disse,
ao acrescentar que o valor do plano de 10 GB sem fidelidade é de R$ 249,90
mensais e o minimodem 4G desbloqueado e não vinculado a um plano sai a R$ 699.
"Todos os descontos, tanto
nos valores dos planos dos equipamentos, implicam fidelização de 12
meses", diz.
Parcerias: A Ericsson e a Alcatel-Lucent
são os fornecedores de tecnologia da rede 4G da Oi, que anunciou estar
desenvolvendo iniciativas para novos aplicativos para o 4G, em particular com a
Alcatel-Lucent, por meio da plataforma Light Crowd (usada para distribuição de
conteúdos) e de seus parceiros, como a Taqtile, software-house brasileira que
já fornece aplicativos para AT&T nos Estados Unidos e para a própria Oi, e
a TeradeK, empresa americana provedora de soluções de transmissão de vídeo LTE.
Galaxy: A Oi inicia hoje o
pré-cadastro para venda do Samsung Galaxy S4 nas seis cidades-sede da Copa das
Confederações. O smartphone, habilitado para a frequência do 4G adotada no
Brasil, é o mais novo lançamento da Samsung, com o conceito "acompanha a
sua vida". Até o dia 5 de maio, a Oi disponibilizará um pré-cadastro no
site meuoigalaxys4.com para clientes interessados em receber informações sobre
o início das vendas do aparelho.
Em breve, a Oi divulgará mais
informações sobre o início das vendas do Samsung Galaxy S4, que chega ao
mercado brasileiro com novas funcionalidades, entre elas o inédito recurso de
rolagem inteligente, que reconhece o olhar do usuário.
O portfólio inicial de smartphones
4G da Oi será composto pelos aparelhos Samsung Galaxy S III LTE, Motorola RAZR
HD, Nokia Lumia 820 e pelo minimodem E3276 4G Huawei. Na sequência, serão
disponibilizados mais dois modelos de aparelhos, o Samsung Galaxy S4 e Sony
Xperia ZQ LTE. Estes equipamentos são homologados pela Anatel e serão
compatíveis, além da rede 4G, também com as redes de tecnologias anteriores (3G
e 2G) de acordo com a área de cobertura da operadora. Os aparelhos estão
sujeitos à disponibilidade de estoque.
Comitê de Política Monetária (Copom)
Setorial Energia News 25.04.2013
- O Banco Central (BC) manteve a projeção de aumento do preço da gasolina, este
ano, em 5%, segundo a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária
(Copom) do BC divulgada nesta quinta-feira(25).
Também foi mantida a projeção de
recuo, de aproximadamente 15%, na tarifa residencial de eletricidade. Segundo o
Copom, essa estimativa leva em conta os impactos diretos das reduções de
encargos setoriais recentemente anunciadas, bem como reajustes e revisões tarifárias
programados para este ano.
Para o botijão de gás, a
estimativa é de estabilidade nos preços e para a tarifa de telefonia fixa, redução
de 2%, este ano.
A projeção para o conjunto de
preços administrados por contrato e monitorados, este ano, foi mantida em 2,7%.
Em 2014, a previsão é de alta de 4,5%, a mesma estimativa anterior.
Dívida Pública Federal (DPF)
Jornal do Brasil 25.04.2013- Uma
forte concentração de vencimentos de títulos corrigidos pela taxa Selic (juros
básicos da economia) fez a Dívida Pública Federal (DPF) cair em março. De
acordo com dados divulgados há pouco pela Secretaria do Tesouro Nacional, a DPF
fechou o mês passado em R$ 1,941 trilhão, com queda de R$ 11 bilhões (0,57%) em
relação ao estoque de R$ 1,952 trilhão registrado em fevereiro.
A dívida pública mobiliária – em
títulos públicos - interna caiu de R$ 1,864 trilhão para R$ 1,852 trilhão. Isso
ocorreu porque, no mês passado, o Tesouro resgatou R$ 28,2 bilhões em títulos a
mais do que emitiu. Esse resgate foi parcialmente compensado pelo
reconhecimento de R$ 15,9 bilhões em juros. O reconhecimento ocorre porque a
correção que o Tesouro se compromete a pagar aos investidores é incorporada
gradualmente ao valor devido.
A dívida pública externa encerrou
março em R$ 88,7 bilhões, alta de 1,39% em relação a fevereiro, quando tinha
atingido R$ 87,5 bilhões. Esse aumento foi impulsionado pela alta de 1,94% do
dólar no mês passado.
O principal fator que contribuiu
para a queda da dívida pública em março foi o elevado volume de vencimentos de
títulos. Apenas no mês passado, R$ 56,9 bilhões em papéis do Tesouro venceram.
A maior parte desse total, R$ 56,5 bilhões, correspondeu a títulos atrelados à
taxa Selic, que costumam vencer no fim de cada trimestre.
Apesar de continuar abaixo de R$
2 trilhões, o próprio Tesouro reconhece que a DPF voltará a subir nos próximos
meses. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), divulgado em
fevereiro, a tendência é que o estoque da Dívida Pública Federal encerre o ano
entre R$ 2,1 trilhões e R$ 2,24 trilhões. Em dezembro, a DPF ultrapassou pela
primeira vez a barreira de R$ 2 trilhões, mas caiu nos meses seguintes.
O governador Geraldo Alckmin (PSDB): Homicídios
Folha 25.04.2013 - Aumento de
casos em março deste ano foi de 2,3% em todo o Estado e de 22,9% na capital.
Para o governador, pico ocorreu
no ano passado e regressão do índice deverá acontecer nos próximos meses.
Os homicídios dolosos (intencionais)
aumentaram pelo oitavo mês seguido no Estado de São Paulo e na capital.
Dados divulgados pela Secretaria
da Segurança Pública mostram um crescimento de 2,3% dos casos (de 394 para 403)
no Estado e de 22,9% na cidade (de 96 para 118).
A comparação é entre março deste
ano e o mesmo mês no ano passado.
O número de vítimas seguiu a
mesma tendência --uma ocorrência pode ter mais de uma vítima.
Para especialistas, o recrudescimento
da violência ainda é reflexo da série de ataques do ano passado, quando mais de
cem policiais militares foram assassinados.
"Não é de uma hora para
outra que esses números vão se reduzir. Aparentemente, grupos de extermínio se
formaram no ano passado e eles se acostumaram a matar", afirmou Guaracy
Mingardi, ex-subsecretário nacional de Segurança Pública.
Apesar de uma redução de 5,6% em
março, no trimestre o latrocínio (roubo seguido de morte) aumentou 24,7% no
Estado (de 81 para 101).
Pela primeira vez desde 2003, os
casos de latrocínio atingiram marca superior a cem casos nesse trimestre.
Outro lado: O governador Geraldo
Alckmin (PSDB) disse que o pico dos homicídios ocorreu no segundo semestre do
ano passado e que nos próximos meses deverá haver uma regressão nesse índice.
"A polícia está permanentemente
trabalhando. Mas é nítido que nós tivemos um período difícil em setembro e
outubro do ano passado e [isso] não se resolve em 24 horas", afirmou ele.
A taxa de homicídios por 100 mil
habitantes nos últimos 12 meses foi de 11,72. A meta do governo paulista é que
ela fique abaixo de 10.
Veja 25.04.2013 - Macedo:
interesse internacional: Edir Macedo será tema de uma longa reportagem da
revista Bloomberg Businessweek. Com a manchete, O bispo bilionário
(The billionaire bishop), a publicação vai apresentar Macedo como “um homem
franzino, alvo de dezenas de processos criminais e com cinco milhões de
seguidores, cujas doações nos últimos 30 anos o fizeram bilionário”, com uma
fortuna de US$ 1,2 bilhão.
A revista também reproduz parte
de um discurso sugestivo de Macedo, feito em fevereiro em uma de suas igrejas
em Belo Horizonte:
- Qual é o maior país do mundo,
economicamente falando? É a América, os Estados Unidos. Vocês sabem por que?
Por que lá trás – isso é história, vocês podem ver na internet – a colonização
foi feita por homens que acreditavam na palavra de Deus. E eles eram pagadores
de dízimo (…) É por isso que se vê na nota de dólar: ‘Nós confiamos em Deus’”.Voltar
Nenhum comentário:
Postar um comentário