Daily News
Lucro
da Multiplan cai 43% para R$ 70,4 milhões no 1º trimestre
Arcon
cria diretoria de desenvolvimento de negócios
Brasileiro
vence disputa pela diretoria da OMC
CAE
conclui votação do ICMS e projeto pode ir a plenário
Petrobras
pode ter parceiras estrangeiras em leilões da ANP, diz Graça
Filiação
agendada
Rio
ameaça cancelar incentivo fiscal se CSN tirar sede de usina do Estado
Vitória
da Odebrecht. Lei inconstitucional na Flórida
Segundo
leilão de transmissão de energia deve sair no 1o semestre
Gerdau
prevê 27% de ociosidade na indústria mundial de aço em 2013
Gerdau
pretende investir 38% menos em 2013
Agroconsult
prevê alta de 4,3% no plantio de soja em 13/14
Renner
ultrapassa ex-controladora J.C. Penney em valor de mercado
Via
Varejo vai ajustar Casas Bahia e Ponto Frio
Lucro
da Gerdau cai 60% e receita da Itaúsa atinge R$ 1,3 bi; veja resultados
Grupo
EBX vende terreno em Biguaçu
OSX
perde contrato de US$ 1,6 bi de sondas
OGX
anuncia produção mensal de óleo e gás natural em abril de 2013
Vale
obtém licença de instalação do ramal ferroviário para o CLN S11D
ALL
reverte prejuízo e lucra R$ 33,9 milhões
Lucro
da Multiplan cai para R$ 70,4 milhões
Receita
Federal publica regras para habilitação ao REPNBL-Redes
GTFoods
diversifica negócios
Itaúsa
tem lucro líquido de R$ 1,38 bilhões
Dufry
tem lucro 60% menor no 1° trimestre
Lucro
da Telefônica Brasil recua 15,3% no 1o trimestre
Operadoras
restringem venda de plano de saúde individual
Marcopolo
vê queda de 29% no lucro
Petroleira
HRT passa por prova de fogo neste ano
BR
Properties tem alta de 123% na receita
Alstom
modera previsões por deterioração na economia
TV
paga chega a 27,9% dos domicílios e 16,8 milhões de assinantes
Direcional:
receita de R$ 388,5 milhões
Lucro
líquido da Cremer sobe 229%
TV
paga chega a 27,9% dos domicílios e 16,8 milhões de assinantes
Lucro
da Multiplan cai 43% para R$ 70,4 milhões no 1º trimestre
Folha 07.05.2013 - A administradora de
shopping centers Multiplan teve lucro líquido de R$ 70,4 milhões no primeiro
trimestre de 2013, com queda de 43% em relação ao resultado obtido um ano antes,
diante de queda de receitas com imóveis e aumento de despesas financeiras.
O desempenho foi informado em balanço
divulgado pela empresa nesta terça-feira (7).
A companhia registrou geração de caixa medida
pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na
sigla em inglês) de R$ 159,1 milhões, com queda anual de 16,5%.
A receita de aluguel cresceu 26,7%, para R$
153,6 milhões, mas a linha de receita com imóveis para venda caiu de R$ 166,05
milhões para R$ 14,1 milhões. No total, a receita líquida caiu 30,9%, para R$
222,7 milhões.
As despesas financeiras cresceram 47,5%, para
R$ 40 milhões, enquanto a receita financeira recuou de R$ 19,97 milhões para R$
9,5 milhões de reais.
A Multiplan informou que espera um aumento na
área bruta locável (ABL) em 2013 de 20%, com projetos em construção.
Arcon
cria diretoria de desenvolvimento de negócios
Valor 07.05.2013 - Marcos Bentes é o novo
diretor de desenvolvimento de negócios da empresa de segurança em tecnologia da
informação Arcon. Recém-criada, a área pretende acelerar o crescimento da
companhia no atual mercado de segurança em TI.
O executivo tem mais de 20 anos de
experiência em cargos de liderança e de conselho de empresas do setor de
tecnologia, além de ter atuado por dez anos na área de segurança em TI. Com a
nova diretoria, a empresa espera dobrar o faturamento até 2014.
Brasileiro
vence disputa pela diretoria da OMC
Reuters 07.05.2013 - Roberto Azevêdo supera a
votação recebida pelo mexicano Hermínio Blanco, que tinha o apoio dos EUA e da
Europa.
Roberto Azevêdo foi escolhido pelo comitê de
seleção da Organização Mundial do Comércio para ser o próximo diretor-geral da
entidade, e o Brasil, pela primeira vez, irá liderar uma das entidades herdadas
do sistema de Bretton Woods, um velho sonho da diplomacia nacional. O
candidato mexicano, Hermínio Blanco, já ligou para Azevêdo reconhecendo a
vitória do brasileiro.
A OMC concluiu quatro meses de um processo de
seleção que envolveu nove candidatos
Hoje, a OMC concluiu quatro meses de um
processo de seleção que envolveu nove candidatos. Azevêdo teria recebido não
apenas o maior número de votos, mas também o apoio de países de todas as
regiões e diferentes níveis de renda. Essa era a condição para que um candidato
fosse escolhido. Na final, Azevêdo superou a votação recebida pelo mexicano,
que tinha o apoio de EUA e Europa.
Amanhã, o Conselho Geral da entidade ainda precisará
chancelar a decisão, oficializando a vitória de Azevêdo. Teoricamente, países
poderão vetar o nome do brasileiro. Mas, na prática, a decisão desta
terça-feira é considerada como final. EUA e Europa já indicaram que não
vetariam o nome do brasileiro, apesar de terem votado pelo México.
Pela primeira vez desde o pós-Guerra, um
posto de liderança global estará nas mãos do Brasil. A vitória é, para muitos
dentro do Itamaraty, uma coroação dos esforços da diplomacia em colocar o País
em um posto de protagonismo mundial, ainda que Azevêdo esteja assumindo hoje
uma entidade fracassada e com sua credibilidade em seu nível mais baixo.
A vitória será também usada como um
instrumento para insistir que o Brasil não é apenas o representante dos países
emergentes, mas que está pronto e está sendo aceito por todos como uma potência
capaz de atender aos interesses de todos, inclusive dos tradicionais polos de
poder.
Desde o início da crise internacional, em
2008, o Itamaraty e outros países emergentes deixaram claro que havia chegado o
momento de que uma das organizações que formam o pilar da economia mundial -
FMI, Banco Mundial e OMC - estivesse nas mãos dos países em desenvolvimento.
Tradicionalmente, tanto o Fundo quanto o
Banco eram territórios de americanos e europeus. Mas, ainda numa das primeiras
reuniões do G-20 em 2008, foi estabelecido que a regra havia sido enterrada. A
queda de Dominique Strauss Khan do FMI abriu espaço para que, finalmente, um
emergente ocupasse o cargo de diretor do Fundo. Mas, uma vez mais, a direção
foi para uma francesa, Christine Lagarde.
Os emergentes aceitaram, sob a condição de
que houvesse um compromisso de que a OMC ficaria longe das mãos dos ricos.
Isso, porém, não impediu EUA e Europa de sair em defesa de um nome entre os candidatos
dos países emergentes e escolheram justamente o México, país que
tradicionalmente tem ligações com EUA e outros países ricos.
Azevêdo, porém, conseguiu reunir a grande
maioria de votos dos países emergentes, principalmente da África, Oriente Médio
e América Latina. O Brasil ainda teve o apoio dos Brics e, acima de tudo, a
influência da China sobre seus parceiros.
A dúvida ficou em relação ao voto dos países
ricos. Americanos, europeus e japoneses apoiaram Blanco. Mas, desta vez, a OMC
proibiu que países vetassem nomes. Isso acabou abrindo espaço para o
brasileiro, mesmo sem o apoio explícito dos países ricos.
Diplomatas americanos e europeus garantiram à
imprensa brasileira que não iriam se opor à Azevêdo. Ele assume suas funções em
setembro, substituindo o francês Pascal Lamy.
CAE
conclui votação do ICMS e projeto pode ir a plenário
Estadão 07.05.2013 - A Comissão de Assuntos
Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira, 07, um requerimento do
senador Romero Jucá (PMDB-RR) que acelera a tramitação do projeto de resolução
que modifica as alíquotas do ICMS em operações interestaduais. Com isso, a
proposta pode ser votada a qualquer momento no plenário da Casa, não precisando
esperar prazos regimentais para ser apreciada.
Na sessão desta terça-feira o colegiado
concluiu a votação dos destaques ao parecer do senador Delcídio Amaral (PT-MS).
O principal deles, de autoria do presidente do Democratas, José Agripino Maia
(RN), prevê a ampliação para quaisquer transações da alíquota de 7% do ICMS
para as operações que saem das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e do
Espírito Santo em direção às regiões Sul e Sudeste.
Pelo texto aprovado, o novo porcentual do
imposto será adotado a partir de janeiro de 2018. Na prática, o texto ampliou
as hipóteses de alíquotas diferenciadas de cobrança do imposto. O parecer do
relator na CAE reduzia de 12% para 7% as alíquotas de ICMS somente para os
produtos que tiverem passado pelo Processo Produtivo Básico (PPB) e
agroindustriais para os Estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e o Espírito
Santo. Para os demais casos, a alíquota cairia paulatinamente de 7% para 4%. O
texto havia recebido aval da equipe do Ministério da Fazenda.
Originalmente, o governo enviou a proposta de
4% para todas as operações, como forma de acabar com a chamada guerra fiscal. O
destaque de Agripino Maia ampliou a alíquota de 7% para operações que saem das
regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do Espírito Santo, inclusive para o
setor do comércio.
Outro ponto importante foi a manutenção da
alíquota de 12% nas operações que partem da Zona Franca de Manaus. Os senadores
rejeitaram destaque apresentado pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP) ao parecer
de Delcídio que reduziria o porcentual desse imposto para 7% até o início de
2018.
A tentativa de aprovação do destaque uniu
senadores de Estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste, parte do
Norte, além do Espírito Santo. Desde a semana passada, a bancada de São Paulo
liderou nos bastidores um movimento para baixar a atual alíquota da Zona
Franca. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, esteve na semana passada
com a presidente Dilma Rousseff para defender a redução do porcentual para o
polo industrial. Mas a rejeição do destaque é mais uma derrota para São Paulo,
defensor desde o início da reforma à adoção de uma única alíquota para todas as
transações.
Petrobras
pode ter parceiras estrangeiras em leilões da ANP, diz Graça
Valor 07.05.2013 - Ao comentar a retomada dos
leilões de campos de petróleo na semana que vem, pela Agência Nacional de
Petróleo (ANP), a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, disse nesta
terça-feira que a empresa está aberta a parcerias com empresas estrangeiras,
desde que haja disposição dessas companhias em investir. Em evento em Houston,
no Texas, Graça Foster afirmou ainda que os leilões deverão ser mais frequentes
daqui em diante, o que, segundo ela, é importante para o setor.
A uma plateia formada por executivos e
empregados da indústria do petróleo e gás, Graça disse que o “Brasil é o lugar
certo para investir”. O país, segundo ela, tem estabilidade, uma indústria
forte, um marco regulatório estável e bons estaleiros.
Esses foram os comentários finais de Graça no
painel “Panorama global de energia – moldando o futuro”, um dos seminários da
Offshore Technology Conference (OTC), o principal evento da indústria
petrolífera sobre a exploração e produção de petróleo no mar. A presidente da
Petrobras não falou com jornalistas.
Filiação
agendada
Veja Online 07-05-2013 - Os cortejos
peemedebistas a José Batista Júnior, ex-controlador do grupo J&F, não
cessam. Batista Júnior vai oficializar sua filiação na terça-feira, em Goiânia.
Michel Temer deverá ser um dos integrantes da cúpula do partido a marcar
presença na festa.
Rio
ameaça cancelar incentivo fiscal se CSN tirar sede de usina do Estado
Folha 07.05.2013 - O governo do Estado do Rio
atua para dificultar o negócio entre a CSN e o grupo alemão ThyssenKrupp. A
empresa comandada por Benjamin Steinbruch quer comprar parte da CSA (Companhia
Siderúrgica do Atlântico), da qual a alemã é dona de cerca de 70%.
Minc estuda pedir ao BNDES bloqueio de
financiamento para a CSNBB e Bradesco financiam CSN para compra de siderúrgicas
por US$ 2,5 bi.
As movimentações vão desde a ameaça de perda
do incentivo fiscal de R$ 50 milhões anuais, concedido pelo governo à CSA, ao
pedido de bloqueio de financiamento pelo BNDES.
Credor da CSA, o banco estatal é peça chave
na transação e analisa um novo pedido de financiamento da CSN para investir na
usina e concretizar o negócio.
O temor do governo fluminense é que a
companhia transfira a sede da CSA para São Paulo, em um movimento já feito por
Steinbruch com a CSN nos anos 2000.
A mudança significaria perdas de emprego
principalmente com a transferência da área comercial e de todos os serviços
corporativos --o que prejudica ainda cadeia de fornecedores localizados no
Estado.
Atualmente, a CSA é isenta do pagamento de
ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre as suas
matérias-primas (carvão, coque e minério de ferro).
Não há o recolhimento de imposto sobre o aço
porque a produção é 100% exportada Ðnesse caso, a lei prevê isenção tributária.
O benefício é condicionado à manutenção da
sede no Estado e o compromisso de aumento gradativo da produção.
BNDES: Outra frente de ataque do Rio é a
ameaça de bloqueio do crédito do BNDES. Ontem, o secretário do Ambiente do Rio,
Carlos Minc, disse que estuda pedir ao BNDES o bloqueio de financiamentos para
a CSN.
Procurado sobre o crédito, o banco público
não quis comentar.
Isso se a empresa não cumprir prazos
definidos para a descontaminação de uma área residencial em Volta Redonda (RJ).
A empresa já foi multada pelo Estado em R$ 35 milhões.
"Vamos abrir uma frente com o BNDES para
que não haja concessão de crédito para a CSN, caso ela se furte das suas
obrigações ambientais", afirmou Minc.
O governo do Rio anunciou no início de abril
que a CSN cedeu um terreno contaminado com metais pesados e substância
cancerígena ao Sindicado dos Metalúrgicos de Volta Redonda.
Grande parte da área é ocupada atualmente por
funcionários da companhia.
Vitória
da Odebrecht. Lei inconstitucional na Flórida
Veja 07.05.2013 - A Justiça americana
confirmou hoje uma decisão liminar de junho do ano passado que favorece a
Odebrecht nos EUA.
O Tribunal de Apelações considerou
inconstitucional uma lei da Flórida, que pretendia proibir os governos locais
de contratar empresas com vínculos comerciais com Cuba. A Odebrecht está
participando da construção do porto de Mariel no país caribenho e também
realiza importantes projetos de infraestrutura na Flórida
Os juízes decidiram a favor da Odebrecht USA,
que tinha desafiado a lei aprovada pela maioria dos deputados estaduais e
assinado pelo governador republicano Rick Scott.
Segundo
leilão de transmissão de energia deve sair no 1o semestre
Reuters 07.05.2013 - O edital do segundo
leilão de transmissão de energia do ano ficará em audiência pública de 8 a 17
de maio, decidiu a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta
terça-feira, prevendo que a rodada ocorra ainda no primeiro semestre.
O leilão licitará projetos no Acre, Bahia,
Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio Grande do Norte e Rio Grande do
Sul e Distrito Federal.
A Aneel incluiu no leilão o lote no Acre que
não recebeu propostas no leilão feito em dezembro, diante de maiores custos
ambientais, já que o empreendimento passaria por área de mata preservada.
Pepitone disse em reunião da Aneel desta
terça-feira que houve reajuste no valor do investimento de referência no lote
para que ele voltasse às rodadas de licitação.
O lote no Acre foi o H do último leilão de
2012, que interligaria as regiões centrais e oeste do Acre ao sistema
interligado nacional, reduzindo a geração de energia termelétrica a diesel que
abastece a região.
O primeiro leilão de transmissão de energia
do ano ocorrerá na próxima sexta-feira. Além desse e do segundo leilão em
audiência pública, a estimativa é que sejam realizados outros dois certames no
segundo semestre --um deles do sistema principal para interligar a hidrelétrica
Belo Monte--, segundo o diretor da Aneel, André Pepitone.
Gerdau
prevê 27% de ociosidade na indústria mundial de aço em 2013
Valor 07.05.2013 - O diretor-presidente do grupo
de siderurgia Gerdau, André Gerdau Johannpeter, disse nesta terça-feira que o
crescimento da demanda de aço no mundo em 2013, estimado em 3% pela World Steel
Association (WSA), para 1,45 bilhão de toneladas, não será suficiente para
absorver o excesso de capacidade instalada do setor.
De acordo com ele, 27% da capacidade
instalada do setor não será utilizada neste ano, ante a média histórica de 17%.
“O principal desafio [do setor] é o excesso
de capacidade”, disse Johannpeter, em teleconferência para apresentação dos
resultados do primeiro trimestre. Segundo ele, a diferença entre capacidade
instalada e produção efetiva global de aço neste ano deve chegar a 590 milhões
de toneladas, ante 545 milhões de toneladas em 2012.
Para o executivo, esse desequilíbrio
pressiona as margens do setor e provoca aumento de volatilidade nos preços das
matérias-primas.
Gerdau
pretende investir 38% menos em 2013
Valor 07.05.2013 - O diretor-presidente do
grupo de siderurgia Gerdau, André Gerdau Johannpeter, disse hoje durante
teleconferência com analistas que os desembolsos previstos pela empresa para
este ano somam US$ 1 bilhão, 38% abaixo do US$ 1,6 bilhão do ano passado.
Para o período de 2013 a 2017, o plano de
investimentos da siderúrgica prevê a aplicação de recursos da ordem de R$ 8,5
bilhões (US$ 4,2 bilhões).
No primeiro trimestre, a companhia investiu
R$ 571 milhões. Desse total, 65% foram para as unidades da siderúrgica no
Brasil.
O executivo disse ainda que a companhia
manterá esforços para reduzir seu capital de giro, que aumentou 3% no primeiro
trimestre deste ano na comparação com os últimos três meses do ano passado e
10% em relação ao primeiro trimestre de 2012, para R$ 10 bilhões.
Agroconsult
prevê alta de 4,3% no plantio de soja em 13/14
Reuters 07.05.2013 - O Brasil elevará o
plantio de soja na temporada 2013/14 em 4,3 por cento na comparação com a safra
atual (2012/13), para um novo recorde de 29,1 milhões de hectares, com produtores
ainda contando com uma boa rentabilidade para a oleaginosa, informou a
Agroconsult nesta terça-feira.
Em termos absolutos, o plantio aumentaria em
1,2 milhão de hectares, abaixo do expressivo aumento de 2,7 milhões de hectares
registrado da safra 2011/12 para a 2012/13, cuja colheita está na fase final.
"Os nossos custos estão subindo um
pouco, quase estável, é um pequeno crescimento. E realmente um preço um pouco
mais baixo (da soja) acaba afetando a rentabilidade, mas ainda assim ela é bem
alta", disse o analista da Agroconsult, Douglas Nakazone, em entrevista à
Reuters.
Ele observou que uma queda projetada de 15 a
20 por cento na rentabilidade de 13/14 ocorrerá na comparação com um ano de
ganhos recordes, que foi 12/13.
No plantio da safra atual (12/13), no ano
passado, os produtores foram impulsionados por preços recordes --em meio à
quebra de safra no Brasil e nos EUA--, que geraram a maior rentabilidade já
alcançada pelos sojicultores no Brasil, segundo a Agroconsult.
Para a próxima safra, os custos estão
maiores, num cenário de preços mais baixos, com a colheita de uma safra recorde
no Brasil este ano e boas perspectivas para a produção dos Estados Unidos.
O Brasil normalmente começa a plantar em
meados de setembro.
O analista não comentou sobre o volume da
produção de soja esperada para o Brasil, o que depende das condições
climáticas.
Mas considerando a produtividade média da
safra atual, de 2.957 toneladas por hectare, de acordo com a Companhia Nacional
de Abastecimento (Conab), e a projeção de área da Agroconsult, o Brasil poderia
ter uma produção recorde de 86 milhões de toneladas em 13/14, superando a deste
ano, oficialmente estimada em cerca de 82 milhões de toneladas.
Ao ser consultada pela Reuters nesta
terça-feira, a consultoria afirmou que o plantio aumentará em várias regiões
produtoras, mas principalmente em Mato Grosso, maior produtor da oleaginosa. O
plantio também crescerá nas novas fronteiras agrícolas, como Maranhão e Piauí.
Em Mato Grosso, considerando o chamado
"custo direto", que considera somente o desembolso --e não, por
exemplo, depreciação-- os gastos do sojicultor por hectare devem subir de 1.300
reais em 12/13 para 1.330 reais, em 13/14, disse o analista antes do evento
Clube da Soja, na quarta-feira, no Guarujá (SP), no qual um representante da
Agroconsult participará em um painel.
A estimativa atual da Agroconsult também
indica uma pequena alta de 200 mil hectares na semeadura, ante a sua projeção
anterior, por conta de uma menor área de milho que a esperada no Sul do Brasil,
considerando que os produtores deverão optar por plantar mais soja em campos em
que antes o cereal seria semeado.
"Ajustou no Sul, estamos reduzindo o
milho, uma vez que a safrinha está indo muito bem, e o segundo semestre vai
ficar baixista para milho", disse o consultor.
Renner
ultrapassa ex-controladora J.C. Penney em valor de mercado
Valor 07.05.2013 - A Lojas Renner, maior rede
de vestuário do país, alcançou neste ano um valor de mercado superior ao da
J.C. Penney, rede americana que se desfez de 98% das ações que tinha na rede
brasileira em maio de 2005, saindo definitivamente do mercado nacional.
“Foi depois que eles saíram [da Renner] que
viramos uma ‘corporation’ [empresa com controle diluído no mercado]”, disse
ontem José Galló, ao Valor, em evento de premiação “Executivos de Valor” de
2013.
Enquanto a varejista dos Estados Unidos
registra prejuízos maiores e resultado de vendas abaixo da expectativa da
própria empresa — com uma recente troca de presidente para colocar a empresa
nos eixos —, a Renner amplia lucro, faz planos de expansão orgânica para 2013 —
de até 46 novas lojas — e mantém o mesmo presidente há anos.
A “virada” aconteceu na última semana de
2012, mais precisamente em 28 de dezembro, quando as duas empresas valiam
praticamente o mesmo — R$ 9,8 bilhões. E a Renner se distanciou na rede
americana neste ano.
Segundo cotações da varejista da bolsa de
Nova York (Nyse), com a mudança de patamar no preços das ações de J.C. Penney,
que passaram a ser cotadas na faixa de US$ 20 — após chegarem ao pico histórico
de US$ 40 no início de 2012 —, o valor de mercado da empresa encolheu
drasticamente. Nos primeiros dias de janeiro de 2013, a rede valia US$ 4,57
bilhões (R$ 9,15 bilhões). Em março, o papel começou a cair e, desde então, as
cotações estão na faixa de US$ 15,50 e US$ 16,50 (às 15h48, custavam US$
16,52). Com base na cotação média desta manhã, a empresa vale hoje US$ 3,64
bilhões (R$ 7,29 bilhões)
A Renner já esteve em posição melhor, mas
perdeu bem menos valor que a J.C.Penney neste ano, e isso explica o fato de ter
ficado à frente da empresa. No acumulado de 2013, as ações da Renner perderam
2,8% do valor. Com base na média do preços das ordinárias nesta manhã, a Renner
vale hoje R$ 9,38 bilhões.
A rede americana adquiriu o controle da
Renner, de origem familiar do Rio Grande do Sul, em 1998 por US$ 139 milhões. A
retirada da J.C. Penney do capital da Renner fez parte de um processo de
desinvestimento do grupo norte-americano na América Latina e a concentração dos
negócios no setor de lojas de departamento dos Estados Unidos, que tem amargado
período difícil nos últimos anos.
Em 2012, a Renner registrou vendas líquidas
de R$ 3,46 bilhões em 2012 e lucro líquido de R$ 355 milhões. A J.C.Penney
vendeu US$ 17,2 bilhões em 2012 (R$ 34,4 bilhões) e apurou prejuízo de US$ 152
milhões (R$ 304 milhões).
Via
Varejo vai ajustar Casas Bahia e Ponto Frio
Valor 07.05.2013 - A Via Varejo, formada com
a fusão de Casas Bahia e Ponto Frio, anunciada no fim de 2009, tem sinal verde
para concluir o projeto de integração das duas redes, algo que dependia da
aprovação final do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
A partir de agora, a empresa está livre para
fazer ajustes que eram proibidos por determinação do órgão, até a aprovação da
fusão das varejistas. "Não podíamos fechar lojas, centros de distribuição
e fazer mudanças de bandeiras de loja, como trocar Ponto Frio por Casas Bahia
ou vice-versa", disse Vitor Fagá, diretor de relações com investidores da
Via Varejo. A empresa não revela que ações devem ser tomadas.
Entre as medidas prováveis, espera-se corte
de funcionários em diferentes escalões e áreas e fechamento de lojas, dizem
consultores e analistas. "O custo mais pesado de uma operação de varejo
está em loja. Eles devem fechar pontos deficitários", disse Claudio
Felisoni, sócio fundador da Felisoni Consultores Associados. "Agora é a
hora da verdade. Os maiores ganhos de eficiência em Casas Bahia e Ponto Frio
vão aparecer daqui para frente", diz Eugenio Foganholo, sócio diretor da
Mixxer Consultoria.
Relatórios de bancos já consideram efeitos
positivos de futuros ganhos de sinergia com novas medidas de ajuste. "A
aprovação do Cade permite ao grupo começar a fechar posições inúteis, alterar
bandeiras das lojas e tornar mais eficiente a infra-estrutura logística.
Racionalização dos CDs, juntamente com economias adicionais em áreas como
marketing, poderia adicionar três pontos percentuais, ou mais, às margens da
Via Varejo", escreveram em relatório os analistas do Bank of America
Merrill Lynch (BofA), Robert Ford, Melissa Byun e Nicole Inui.
A margem bruta da empresa está em 27,8% e a
margem Ebitda, em 5,7%. Em teleconferência com analistas na terça-feira, o
comando da companhia estimou ganhos com sinergia de R$ 200 milhões a R$ 250
milhões anualizados a partir deste ano.
Casas Bahia e Ponto Frio somam 968 lojas, 66
mil empregados e 23 centros de distribuição. Desde a fusão, a empresa já
trabalhava comprando mercadorias de forma unificada, como autorizado pelo Cade,
e vinha coordenando revisões em seus gastos para reduzir a relação entre
despesas operacionais e receita líquida. A taxa atingiu 22,1% de janeiro a
março, 0,7 ponto percentual abaixo do verificado em 2012.
"Racionalização do quadro de
pessoal" e queda com gastos em tecnologia da informação melhoram esse
índice neste ano. Para efeito de comparação, a rede concorrente Magazine Luiza
contava com 636 lojas (sem incluir lojas virtuais) em dezembro e 22 mil
empregados. A relação entre despesa e receita no Magazine estava em 19,9% em
2012.
Daqui para frente, todas as lojas Ponto Frio
e Casas Bahia serão incorporadas em um único CNPJ, e com isso as lojas poderão
ser atendidas por qualquer centro de distribuição. "Isso já está em
processo", diz Fagá. Melhores formas de usar os investimentos em marketing
estão sendo analisados. O Cade obrigava as redes a manter ações de marketing
separadas e políticas promocionais não podiam ser alteradas. Isso agora, também acabou.
Lucro
da Gerdau cai 60% e receita da Itaúsa atinge R$ 1,3 bi; veja resultados
Infomoney
07.05.2013 - A Gerdau (GGBR4), maior produtora de aços longos das Américas,
teve lucro líquido de R$ 160 milhões, uma queda de 60% sobre o mesmo período de
2012, mas que ficou perto dos R$ 151 milhões esperados pelo mercado, segundo
pesquisa da Reuters.
A
companhia apurou geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros,
impostos, depreciação e amortização) de R$ 805 milhões, queda anual de 20%. A
margem no período caiu de 11% para 9%.
Gerdau
tem lucro de R$ 160 mi no 1° trimestre, perto da estimativa dos analistas.
Grupo
EBX vende terreno em Biguaçu
Diário
Catarinense 06.05.2013 - O Grupo EBX desistiu de investir nos dois terrenos que
possuía em Biguaçu, na Grande Florianópolis, que totalizavam 6,7 milhões de
metros quadrados. De acordo com o prefeito licenciado do município, José
Castelo Deschamps, a área de quatro milhões de metros quadrados, destinada ao
estaleiro da OSX, foi vendida por R$ 60 milhões.Um segundo terreno, onde o
grupo de Eike Batista estudava construir um centro logístico, está à venda por
R$ 20 milhões.
A
negociação aconteceu há três meses, após a empresa de capital aberto OSX - que
faz parte do Grupo - afirmar que decidiu concentrar os investimentos em São
João da Barra, no Rio de Janeiro, onde supostamente teria um terreno três vezes
maior do que no município catarinense.
Segundo
Deschamps, a compra foi feita à vista por uma empresa brasileira associada a um
grupo americano, que não quer se identificar. O plano dos empresários seria
construir uma "cidade nova" - que abrigaria indústrias, comércio e
prestadoras de serviço. A intenção foi divulgada em conversa com o prefeito há
três semanas.
— Falaram
que queriam apresentar um projeto para atualizarmos o Plano Diretor do
município.
O
segundo terreno do EBX foi colocado à venda após um levantamento técnico que o
considerou vulnerável à construção de uma plataforma logística. Até o
fechamento desta edição, a assessoria do EBX não confirmou as informações.
OSX
perde contrato de US$ 1,6 bi de sondas
Estadão
07.05.2013 - Negociação com a Sete Brasil para a construção de duas sondas do
pré-sal não teria ido adiante por interferência da Petrobrás.
A
OSX perdeu o contrato de construção, no Porto do Açu, de duas sondas de
perfuração do pré-sal, num custo aproximado de US$ 1,6 bilhão. Segundo fonte
ligada ao processo, a negociação com a gestora Sete Brasil não foi adiante por
interferência da Petrobrás, que não estaria interessada em sua execução.
Uma
das duas sondas inicialmente negociadas com a OSX foi contratada no estaleiro
Jurong, de Cingapura, que constrói uma planta no Espírito Santo e já tinha
outras seis sondas encomendadas. A segunda continua sem contrato, mas deixou de
ser negociada com a OSX há tempos.
"Não
saiu e não foi por falta de vontade da Sete", disse uma das fontes. A
Petrobrás também interrompeu os planos da Sete Brasil de entrar no mercado de
barcos de apoio e plataformas flutuantes (FPSOS). A estatal recentemente
intensificou o afretamento (aluguel) dessas embarcações com empresas
estrangeiras.
As
duas sondas representariam cerca de 20% da carteira de contratos da OSX, hoje
de aproximadamente US$ 8 bilhões. O grupo de Eike Batista negociou os dois equipamentos
por longos meses com a Sete Brasil - gestora que tem a Petrobrás, fundos de
pensão e bancos privados como acionistas.
A
OSX também chegou a negociar no ano passado outras cinco sondas com a gestora
Ocean Rig e se candidatou para absorver encomendas do Estaleiro Atlântico Sul
(EAS, Pernambuco), com problemas de atraso em projetos. Mas essas negociações
também naufragaram. A Petrobrás cancelou em novembro passado o contrato com a
Ocean, por não precisar das cinco sondas adicionais. O grupo de Eike, que
chegou a cogitar um lote de até sete sondas (mais de US$ 5 bilhões), acabou sem
nenhuma na carteira.
A
Sete nega. Em nota, diz que não há divergência com acionistas e que mantém
interesse na contratação de duas sondas com a OSX. Fonte ligada ao Jurong
confirma o contrato já fechado. A OSX diz que as sondas não estão em seu
portfólio, e se diz "atenta a novas oportunidades de negócio visando à
expansão da sua carteira de encomendas e clientes".
A
Sete será a dona das sondas, tirando este peso do balanço da Petrobrás, mas
também do controle da estatal. A Sete investe, contrata estaleiros para
construção e depois afreta as sondas à Petrobrás por uma taxa diária na casa do
meio milhão de reais, cada. A Sete Brasil tem em seu portfólio 30 sondas, um
investimento de mais de US$ 25 bilhões, 28 com contrato de afretamento de longo
prazo (15 anos) com a Petrobrás.
As
duas últimas serão afretadas a outras petroleiras com contratos de curto prazo
(três a cinco anos) no mercado spot (à vista). Em entrevista coletiva no início
de 2012, o presidente João Carlos Ferraz informou que estava negociando a 29ª e
30ª sondas para serem construídas no estaleiro do Açu.
O
contrato da 29ª sonda da Sete foi fechado com o Jurong quando a gestora
percebeu que o EAS atrasaria a entrega de encomendas. A Sete chegou inclusive a
suspender temporariamente o contrato com o estaleiro pernambucano, na virada de
2011 para 2012. O EAS tem sete sondas contratadas com a Sete.
Em
março de 2012, Eike confirmou que negociava as encomendas do estaleiro
pernambucano. O contrato não saiu. Teria pesado contra o fato de a OSX nunca
ter construído um equipamento tão complexo. A Sete se voltou ao Jurong,
aproveitando uma sonda já em construção desde 2011 em Cingapura, que ainda
estava sem contrato. O Jurong é candidato a ser o primeiro, dos cinco
estaleiros contratados, a entregar sonda inaugural à Sete, em junho de 2015.
OGX
anuncia produção mensal de óleo e gás natural em abril de 2013
MonitorDigital
07.05.2013 - Em nota ao mercado, a OGX Petróleo e Gás Participações S.A.
comunica que a produção de óleo e gás natural, em abril de 2013, atingiu média
de 13,9 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd). Desse total, 1,8 mil
boepd corresponde à produção média offshore, no Campo de Tubarão Azul, na Bacia
de Campos e 12,1 mil boepd (1,9 milhão m3 por dia) corresponde à parcela da OGX
na produção média terrestre de gás natural, no Campo de Gavião Real, na Bacia
do Parnaíba. A produção total offshore foi de 54.183 barris de óleo equivalente
e a produção total terrestre foi de 123,4 milhões m3 de gás natural.
A
produção no Campo de Tubarão Azul foi impactada pelos seguintes fatores: (I)
OGX-68HP e TBAZ-1HP: não produziram no mês de abril devido a problemas
operacionais em março que ocasionaram a interrupção de sua produção; e (II)
OGX-26HP: O poço não produziu por 14 dias devido a paradas periódicas
preventivas para evitar danos à bomba centrífuga submersa (BCS), que apresentou
superaquecimento devido ao aumento da razão gás óleo (RGO) no poço.
A
equipe técnica da OGX está analisando o comportamento do reservatório para
definir os próximos passos do desenvolvimento do Campo de Tubarão Azul.
O
reparo da BCS do poço OGX-68HP foi iniciado em meados de abril e deverá ser
concluído em meados de maio. Já a intervenção no poço TBAZ-1HP deverá ocorrer
em seguida aos trabalhos no poço OGX-68HP. Ambos os poços continuarão com sua
produção interrompida até o reparo das respectivas BCSs.
Considerando
os dias efetivos de produção ao longo de abril, a produtividade média offshore
por poço ficou em 3,4 mil barris de óleo equivalente por dia.
A
produção média total no Campo de Gavião Real foi de 4,1 milhões m3 por dia (1,9
milhão m3 líquidos para a OGX), contando com três turbinas da Usina
Termelétrica Parnaíba I operando ao longo do mês inteiro e uma quarta turbina,
que foi sincronizada ao Sistema Interligado Nacional em 5 de abril.
Vale
obtém licença de instalação do ramal ferroviário para o CLN S11D
IN
07.05.2013 - A Vale informou hoje, 07, que recebeu a licença ambiental de
instalação (LI) e a autorização de supressão da vegetação para o ramal
ferroviário que ligará a Serra Sul de Carajás à Estrada de Ferro Carajás (EFC),
no estado do Pará, emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos
Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
As
licenças permitem o início da construção do ramal ferroviário de 101 km, que
ligará o pátio de estocagem do projeto S11D à EFC, sendo 85 km da linha
principal e 16 km da pera ferroviária. O ramal ferroviário é parte integrante
do projeto CLN S11D, que permitirá a expansão da capacidade logística de
Carajás para 230 milhões de toneladas métricas por ano de minério de ferro.
S11D
é o maior projeto da história da Vale e também o maior da indústria de minério
de ferro, constituindo-se na nossa principal alavanca de crescimento da
capacidade de produção e da manutenção da liderança da Vale no mercado global
em termos de volume, custo e qualidade.
ALL
reverte prejuízo e lucra R$ 33,9 milhões
Infomoney
07.05.2013 - A empresa de logística ALL (ALLL3) apresentou lucro líquido de R$
33,9 milhões no primeiro trimestre de 2013, ante prejuízo líquido de R$ 2,36
milhões no mesmo período do ano passado. Os dados são atribuídos aos sócios da
empresa controladora, base para o cálculo de dividendos.
A
receita líquida da companhia somou R$ 890 milhões nos três meses, com avanço de
15,8% na comparação com os R$ 768,5 milhões do ano passado. O lucro antes de
juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de
R$ 390,9 milhões, com alta de 13,3%.
Lucro
da Multiplan cai para R$ 70,4 milhões
Infomoney
07.05.2013 - A administradora de shopping centers Multiplan (MULT3) divulgou
nesta manhã lucro líquido de R$ 70,4 milhões no primeiro trimestre numa queda
de 43% sobre o resultado positivo obtido um ano antes, diante de queda de
receitas com imóveis e aumento de despesas financeiras.
A
companhia registrou geração de caixa medida pelo Ebitda de R$ 159,1 milhões,
recuo anual de 16,5%. A margem, porém, avançou de 59% para 71,4%.
Receita
Federal publica regras para habilitação ao REPNBL-Redes
Teletime
06.05.2013 - A Secretaria da Receita Federal publicou nesta segunda, 6, a
Instrução Normativa 1.355 com as regras para habilitação de projetos ao Regime
Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga (REPNBL-Redes).
Podem
pleitear os benefícios as pessoas jurídicas sem débitos com a Receita Federal e
também com os fundos setoriais recolhidos pela Anatel. As empresas optantes
pelo Simples estão fora da desoneração.
A
Instrução Normativa traz em anexos os formulários de requerimento de
habilitação e coabilitação – necessário para a pessoa jurídica contratada pela
empresa habilitada para prestar serviços relacionados às obras civis do projeto.
Primeiramente, a empresa interessada em usufruir do REPNBL deverá submeter os
seus projetos até 30 de junho ao Minicom.
Os
beneficiados pelo programa terão isenção de PIS/Pasep, Cofins e IPI na
aquisição ou aluguel de máquinas e equipamentos no mercado interno bem como
sobre os serviços relacionados às obras civis. A suspensão dos tributos é
válida a partir da habilitação e coabilitação até 31 de dezembro de 2016.
Fontes
do Ministério das Comunicações informam que já existe a sinalização de
pelo menos duas grandes operadoras que pretendem solicitar o enquadramento de
mais de mil projetos cada nas regras do REPNBL. O Minicom ainda não informa os
nomes, pois os pedidos não foram oficializados.
GTFoods
diversifica negócios
Valor
07.05.2013 - Depois de sofrer com a disparada dos grãos usados na ração animal
em 2012, o grupo paranaense GTFoods, especializado em carne de frango, iniciou
2013 em ritmo acelerado. Com os preços da carne em patamares elevados, a
empresa ampliou os abates e prevê ultrapassar a barreira de R$ 1 bilhão em
faturamento.
"Como
iniciamos um processo de aumento de abates em algumas plantas, o objetivo é
chegar em R$ 1,5 bilhão ao fim do ano", afirma o gerente de vendas do
grupo, Merlin Machado. Ele reconhece, no entanto, que a receita da GTFoods
neste ano deve ficar entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,3 bilhão. No ano passado, a
empresa faturou R$ 900 milhões.
Com
seis frigoríficos no Estado do Paraná, o grupo abate, atualmente, cerca de 480
mil aves por dia, um acréscimo de 30% sobre o ritmo de 370 mil aves por dia no
ano passado. A GTFoods exporta, ainda, cerca de 20% da produção de carne de
frango. Os principais destinos dessas vendas são Oriente Médio e Japão.
A
elevação da produção da GTFoods acontece num momento de menor pressão para a
avicultura brasileira. No ano passado, o setor registrou a primeira queda de
produção desde 2000 e enfrentou a alta dos grãos usados na ração animal, o que
impactou a rentabilidade das empresas. Para 2013, o horizonte é mais otimista,
ainda que os grãos venham recuem mais lentamente que o esperado e a inflação
preocupe.
Mas
a menor pressão dos custos não será a única alavanca da GTFoods neste ano.
Criada no fim de 2011 a partir da aquisição da Avícola Felipe, de Paranavaí
(PR), pela Frangos Canção, a empresa vem diversificando as operações a partir
da distribuição de alimentos - embutidos, pescados, vegetais e frutas
vermelhas.
A
meta da GTFoods é elevar a participação do segmento de distribuição de
alimentos no faturamento do grupo dos atuais 5% para pelo menos 8% até o fim
deste ano, numa estratégia para amenizar a baixa rentabilidade nas vendas de
carne de frango in natura. "O frango é uma commodity pura, que trabalha
com margens apertadas", afirma Merlin Machado. Atualmente, as vendas de
carne de frango respondem por 95% da receita da companhia.
Os
planos de diversificação da GTFoods são ambiciosos. A empresa estuda construir
uma fábrica de embutidos, segundo Machado, mas ainda não há data para início e
nem orçamento. A produção própria de salsichas e linguiças, entre outros, faria
todo sentido para a empresa, que já atua no segmento com a marca Alimentos Canção.
Hoje, a empresa vende embutidos produzidos por terceiros. Além de embutidos com
marca própria, a área de distribuição de alimentos da GTFoods comercializa
batatas com a marca Alimentos Canção. Segundo Machado, a empresa distribuirá
outros dois produtos com marca ainda neste ano: bacalhau e pão de queijo.
Itaúsa
tem lucro líquido de R$ 1,38 bilhões
Infomoney
07.05.2013 - A Itaúsa (ITSA3; ITSA4), holding que controla o banco Itaú
Unibanco, teve lucro líquido de R$ 1,378 bilhão no primeiro trimestre deste
ano, alta de 6,1% ante um ano antes, informou a empresa.
O
patrimônio líquido totalizou R$ 32,77 bilhões nos três primeiros meses do ano,
ante R$ 32,25 bilhões em igual período de 2012.
As
receitas operacionais da Itaúsa tiveram leve aumento de 2,8%, para R$ 1,384
bilhão. Já a rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido médio ficou em
16,8% no período, ante 16,1% um ano antes.
Dufry
tem lucro 60% menor no 1° trimestre
Infomoney
07.05.2013 - A varejista de viagem Dufry (DAGB11) apresentou lucro líquido de
R$ 19 milhões no primeiro trimestre de 2013, queda de 60,2% na comparação com
os R$ 47,7 milhões apresentados no mesmo período do ano passado. Os números são
atribuídos aos sócios controladores da companhia, base do cálculo de dividendos
da empresa.
A
receita líquida ficou em R$ 1,58 bilhão, com expansão de 13,7% na comparação
anual. Os custos dos bens e serviços vendidos avançaram 12,4%, para R$ 651,8
milhões, as despesas operacionais subiram 20,4%, para R$ 847,9 milhões.
Lucro
da Telefônica Brasil recua 15,3% no 1o trimestre
Reuters
07.05.2013 - A Telefônica Brasil, que opera no país sob a marca Vivo, sofreu
queda anual de 15,3 por cento no lucro do primeiro trimestre, em meio a uma
base de clientes praticamente estável e despesas com reestruturação.
A
companhia teve lucro líquido de 810,2 milhões de reais ante 956,5 milhões no
mesmo período de 2012 e resultado positivo nos três últimos meses do ano
passado de 1,474 bilhão.
A
empresa, maior operadora de telefonia celular do Brasil, informou no balanço um
crescimento de 2,9 por cento na receita líquida sobre o primeiro trimestre de
2012, para 8,555 bilhões de reais, mas incremento de 6,3 por cento nos custos
operacionais, a 5,8 bilhões.
Enquanto
isso, a geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação
e amortização (Ebitda) recuou 3,5 por cento no período, para 2,747 bilhões de reais,
com a margem passando de 34,2 para 32,1 por cento.
Segundo
a Telefônica Brasil, o recuo no Ebitda foi afetado por uma reestruturação
organizacional realizada no trimestre que gerou despesas de 89,8 milhões de
reais. Além disso, um ano antes, a linha tinha sido impulsionada por receita de
216,5 milhões de reais obtida com venda de torres de telecomunicações.
A
Telefônica Brasil encerrou o primeiro trimestre com 90,86 milhões de acessos,
crescimento ligeiro de 0,9 por cento sobre a base de linhas do primeiro
trimestre de 2012, mas recuo de 0,3 por cento sobre os últimos três meses do
ano passado.
Do
total de linhas, cerca de 76 milhões correspondem a acessos móveis, evolução
anual de 1,6 por cento e 14,87 milhões a linhas fixas, queda de 2,5 por cento.
Operadoras
restringem venda de plano de saúde individual
Folha
07.05.2013 - Operadoras de planos de saúde deixaram de oferecer ou estão dificultando
a venda de planos individuais.
Esses
planos costumam ser vantajosos aos convênios, mas não necessariamente aos
consumidores. Na adesão, eles costumam sair mais baratos, mas podem ficar mais
caros em poucos anos, porque não são submetidos aos limites de reajuste anuais
impostos pelo governo federal.
Além
disso, a empresa pode rescindir os contratos unilateralmente após um ano e
recusar clientes -por exemplo, idosos e doentes. Isso é proibido nos
individuais.
Há
dez anos, pouco mais de 50% dos usuários tinham planos coletivos. Hoje, são
mais de 77%, uma parcela recorde, segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde
Suplementar).
Bradesco
e SulAmérica Seguros, por exemplo, não oferecem mais planos individuais. Dentre
as que vendem, muitas têm a carteira de coletivos muito superior.
Na
Unimed Paulistana, por exemplo, 83% dos planos são coletivos. A Intermédica tem
96% de clientes em coletivos.
Embora
não haja irregularidade nessa prática pelas operadoras de planos de saúde,
órgãos de defesa do consumidor alertam que, se a ANS não intervier na questão,
os idosos e doentes serão progressivamente excluídos do setor de saúde privado.
O
diretor-presidente da ANS, André Longo, afirmou à Comissão de Defesa do
Consumidor da Câmara no último mês que não tem como "obrigar as operadoras
a venderem plano individual", porque "a legislação não obriga".
"Por
que a operadora não quer vender o plano individual? Porque no longo prazo as carteiras
individuais tendem ao prejuízo", disse ele.
Há
interpretações de membros do governo, porém, de que a lei, ao determinar que as
operadoras ofereçam seus serviços a todos, precisaria vender planos
individuais.
corretores
Sem
saber que falava com a Folha, uma corretora de planos de saúde informou que só
uma operadora oferecia o plano individual em Brasília. Em São Paulo, três
corretores afirmaram que, dentre os planos maiores, só Amil, Unimed Paulistana
e Golden Cross ofereciam individuais.
Para
participar do plano coletivo é preciso estar ligado a uma empresa, sindicato ou
associação. Mas mesmo quem não está nessa situação pode fazê-lo, dizem
corretores.
Dois
deles propuseram à reportagem a adesão a um plano coletivo por meio do Simpi-SP
(Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de SP). Segundo eles,
qualquer um poderia se filiar ao sindicato, mediante o pagamento de uma taxa
anual de R$ 30. Depois, bastava só pedir um plano coletivo. A prática é
irregular, diz a ANS.
Marcopolo
vê queda de 29% no lucro
Infomoney
07.05.2013 - Já na noite de ontem, a Marcopolo (POMO4) divulgou seu resultado
do primeiro trimestre de 2013 reportando uma queda de 29% no lucro líquido, que
passou de R$ 78,4 milhões nos três primeiros meses do ano passado para R$ 55,7
milhões neste período. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação
e amortização) fechou o primeiro trimestre em R$ 81 milhões, queda de 22,4%
ante os R$ 104,4 milhões vistos um ano antes.
O
único item do relatório que apresentou avanço foi a receita líquida, que subiu
1% e atingiu R$ 767 milhões entre janeiro e março, resultado apoiado pela alta
de 6,6% nas receitas de exportações e no exterior. A Marcopolo também informou
suas novas expectativas de investimentos para o ano calculados em R$ 350,0
milhões, além de atingir uma receita líquida consolidada de R$ 3,8 bilhões; e
produzir 21.600 ônibus nas unidades do Brasil e exterior.
Além
disso, a perspectiva da companhia para o ano segue positiva, sustentada por
negócios que asseguram volumes de produção até meados de agosto, melhora do
mix, disponibilidade de financiamento, novo lote de veículos escolares e volume
maior de BRTs, principalmente a partir do segundo semestre. No mercado externo,
o câmbio favorável e a maior demanda advinda dos países da América Latina e
África devem impulsionar as exportações ao longo do ano.
Petroleira
HRT passa por prova de fogo neste ano
Brasil
Econômico 07.05.2013 - Aquisição em Campos foi uma forma de tentar convencer os
investidores e mercado de que ela já saiu da fase pré-operacional.
No
ano em que completa seu terceiro aniversário como companhia negociada em bolsa,
a novata petroleira brasileira HRT Participações passa pelo seu maior teste
junto aos investidores.
É
consenso no mercado que 2013 é o ano do momento da verdade da companhia, que se
aproveitou do bom momento do mercado brasileiro de petróleo, no final da década
passada, e captou R$ 2,6 bilhões na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), em
IPO, em 2010.
"Os
resultados das perfurações hoje em curso, tanto na Namíbia, quanto na Bacia do
Solimões, no Amazonas, vão definir o futuro da companhia", resume o
analista Oswaldo Telles, do BES Securities.
Com
o caixa apertado, dizem analistas, a HRT precisa descobrir petróleo para
retomar a confiança dos investidores. Ontem, em um movimento para reverter a
imagem de empresa pré-operacional, a companhia anunciou a compra, por US$ 135
milhões, de 60% do campo petrolífero de Polvo, na Bacia de Campos, no Rio de
Janeiro, que produz algo em torno de 13 mil barris por dia.
Em
um caminho muito semelhante ao trilhado pela OGX, de Eike Batista, a HRT atraiu
investidores para o que celebra como "o maior IPO da área de
petróleo" em 2010 usando como isca um grupo de experientes profissionais
do mercado, muitos ex-Petrobras, uma forte liderança, o geólogo Márcio Mello, e
muito otimismo.
Hoje,
também como a OGX, enfrenta a desconfiança do mercado com relação ao seu
futuro: o valor de mercado da companhia equivale a quase um décimo do pico
atingido em março de 2011.
"A
HRT está com um caixa apertado, que garante os investimentos até meados de
2014. É fundamental que estes investimentos dêem resultados", diz o
analista Roberto Altenhofen, da corretora Empiricus.
No
final de 2012, a empresa tinha R$ 1,052 bilhão em caixa. O plano de
investimentos e os gastos com operação em 2013 gira em torno dos R$ 800
milhões.
A
compra do campo de Polvo foi bem recebida pelo mercado, mas a expectativa dos
investidores permanece concentrada em duas frentes: a busca por reservas de
petróleo nas Bacias do Solimões e na Namíbia e a tentativa de venda do gás
natural descoberto no ano passado em meio à floresta amazônica.
Na
primeira frente, os poços pioneiros começaram a ser perfurados este ano. Na
segunda, a HRT e sua sócia, a russa TNK-BP, têm um acordo com a Petrobras para
estudar alternativas para levar o gás aos mercados consumidores.
A
compra do Campo de Polvo vai garantir à HRT Participações uma produção de 8 mil
barris de petróleo por dia, segundo boletim de produção da Agência Nacional do
Petróleo (ANP). É um volume pequeno, se comparado aos 2 milhões de barris por
dia produzidos pela Petrobras, mas com potencial para melhorar a percepção do
investidor sobre a empresa.
"A
HRT está se tornando operacional e entrando em uma bacia bastante
conhecida", argumenta o analista Roberto Altenhofen, da Empiricus. Antes
da operação, as atividades da companhia estavam concentradas em áreas de grande
risco, a Bacia de Solimões, na Amazônia, e as águas profundas da Namíbia.
Polvo
é um campo já em idade avançada - foi descoberto pela Petrobras em 1994 e
entrou em operação em 2007 - e, segundo o Plano de Desenvolvimento apresentado
pelos concessionários à Agência Nacional do Petróleo (ANP) vai produzir
petróleo até 2019.
"É
um excelente negócio para a HRT, visto que nossa equipe técnica inclui pessoas
que participaram da descoberta e das operações do Polvo, antes mesmo da
aquisição do ativo pela BP. Temos grande conhecimento do campo e acreditamos no
seu potencial para exploração e desenvolvimento dessa grande área
licenciada", afirmou o presidente da petroleira, Márcio Mello, em
comunicado distribuído à imprensa.
O
volume que pertence à HRT é pouco menor do que os 10 mil barris produzidos por
dia pela OGX na Bacia de Campos - valor que frustrou o mercado por conta de
sucessivas revisões para baixo de expectativas.
Mas
o anúncio da compra de Polvo teve forte impacto nas ações da companhia, que
chegaram a subir 7% no final da manhã e fecharam o dia em alta de 4,6%. "Estrategicamente,
é muito bom. Cria a primeira receita estável para a empresa", comentou Oswaldo
Telles, do BES Securities.
Como
empresa pré-operacional de um setor de pesados investimentos, a companhia vinha
acumulado prejuízos - em 2012, foi de R$ 277,56 milhões.
No
ano passado, para se capitalizar, a HRT recorreu à venda de ativos: repassou à
portuguesa Galp 14% de três concessões na Namíbia e, à russa TNK BP, 45% dos
ativos da Bacia do Solimões.
No
início de 2013, anunciou um acordo para vender à americana Erickson Air Crane
sua unidade de logística aérea, criada especialmente para transportar as
equipes às remotas áreas de exploração no Solimões. Em 2013, a aposta está no
subsolo.
Com
base em estudos preliminares, a HRT calcula em torno de 7,9 bilhões de barris
de óleo e gás o potencial de reservas em suas áreas de concessão e iniciou um
extenso programa de perfuração de poços para confirmar a existência de tais
volumes, que equivalem a quase metade das reservas da Petrobras - neste
momento, um poço é concluído na Namíbia e outros dois estão em curso no
Solimões.
A
experiência ensina, e o exemplo da da OGX reforça, porém, que apenas com um
longo trabalho de exploração, é possível confirmar se as expectativas terão
resultado.
BR
Properties tem alta de 123% na receita
Infomoney
07.05.2013 - Já a BR Properties (BRPR3) registrou uma receita líquida de R$
225,9 milhões nos três primeiros meses do ano, o que representa uma alta de
123% comparado aos R$ 101,2 milhões apresentados um ano antes. O Ebitda da
companhia também teve forte alta (136%), fechando o primeiro trimestre em R$
212,1 milhões.
O
lucro líquido da empresa encerrou o período em R$ 90,89 milhões. O valor fica
80% abaixo dos R$ 452,7 milhões apresentados um ano antes, mas a BR Properties
explica que o fato se deve porque o lucro do primeiro trimestre de 2012 foi "positivamente
impactado pelo ganho não caixa na reavalição das propriedades em
carteira".
Ao
longo de 2013 a companhia espera uma melhora nas margens financeiras e operacionais,
à medida que os imóveis que estão prestes a serem entregues ou que foram
recentemente entregues comecem a gerar receita de aluguel.
Alstom
modera previsões por deterioração na economia
Reuters
07.05.2013 - A empresa de energia e engenharia de transportes Alstom cortou
suas previsões de crescimento a médio prazo, na terça-feira, conforme enfrenta
a deterioração das condições econômicas e da difícil concorrência.
A
empresa agora espera um crescimento orgânico das vendas "baixo, de um
único dígito", vendo sua margem operacional estável em 2013/14, antes de
aumentar gradualmente até cerca de 8 por cento nos "próximos dois a três
anos".
"Nosso
desempenho no curto prazo deverá ser impactado por volumes mais baixos do que o
previsto, devido a um ambiente mais desafiador", afirmou o
presidente-executivo, Patrick Kron, em um comunicado.
"A
geração de capital continua a ser uma prioridade e nós continuamos a prever um
fluxo de caixa livre positivo", acrescentou.
O
fluxo de caixa livre da Alstom tornou-se positivo no fechado do ano, depois de
dois anos de números negativos.
O
lucro líquido do trimestre cresceu 10 por cento, para 802 milhões de euros
(1,05 bilhão de dólares), ficando abaixo da estimativa média de analistas da
Thomson Reuters I/B/E/S, de 892 milhões de euros.
As
vendas cresceram 2 por cento, para 20,27 bilhões de euros, abaixo da meta de 5
por cento da empresa, refletindo menores receitas de grandes contratos de
hidrelétricas na América Latina e atrasos de clientes em alguns projetos de
transmissão de energia. A empresa paga um dividendo de 0,84 euro por ação, um
aumento de 5 por cento em relação ao ano anterior, acrescentou.
TV
paga chega a 27,9% dos domicílios e 16,8 milhões de assinantes
Teletime
06.05.2013 - Segundo levantamento divulgado nesta segunda, 6, pela Anatel, a TV
por assinatura cresceu 3,83% no primeiro trimestre de 2013, chegando a 16,8
milhões de assinaturas no final de março. Trata-se de crescimento de 22,9% em
relação a março de 2012. Em cada 100 domicílios no país, 27,9 são atendidos
pelo serviço de TV por assinatura.
O
serviço pela plataforma cabo fechou o trimestre com 6,33 milhões de assinantes,
enquanto o DTH chegou a 10,36 milhões.
A
Net/Embratel conta com a maior base de assinantes, fechando o mês de março com
8,78 milhões de assinantes, seguida da Sky, com 5,25 milhões.
A
Anatel retificou dados referentes a janeiro e fevereiro deste ano, após a
correção de informações encaminhadas anteriormente pela Sky. Em janeiro de
2013, a base de assinantes de TV por Assinatura chegou a 16.491.894. Em
fevereiro de 2013, foi a 16.635.888.
No
crescimento anualizado, o mercado de TV paga está se expandindo a cerca de 23%
ao ano. A novidade no mês de março é que a Net Serviços, depois de muitos anos,
conquistou mais assinantes líquidos do que a Sky (47 mil contra 41,7 mil) Oi e
GVT também tiveram leve crescimento nas vendas em relação ao mês
anteriorpossivelmente em função de uma desaceleração da Sky.
Direcional:
receita de R$ 388,5 milhões
Infomoney
07.05.2013 - A Direcional (DIRR3) também divulgou seus números para o período,
somando uma receita líquida de R$ 388,5 milhões, um avanço de 12,9% na
comparação com o mesmo trimestre de 2012. Já o lucro líquido ajustado da
companhia passou para R$ 56,95 milhões, representando um avanço de 4,6% frente
aos três primeiros meses de 2012.
O
Ebitda, por sua vez, teve avanço de 4,1%, somando R$ 83,06 milhões, enquanto a
margem Ebitda teve queda de 1,8 ponto percentual, a 21,4%. A companhia destacou
ainda que, durante os últimos meses, concentrou os seus esforços na contratação
de projetos do Programa "Minha Casa, Minha Vida", com um valor geral
de vendas de R$ 404,6 milhões, representando 6.260 unidades
Lucro
líquido da Cremer sobe 229%
Infomoney
07.05.2013 - A Cremer (CREM3), por sua vez, apresentou um lucro líquido de R$
10,2 milhões, 229% acima dos R$ 3,1 milhões observados nos primeiros três meses
de 2012. A receita líquida somou R$ 135,2 milhões, com crescimento de 6,9%
frente ao mesmo período.
Enquanto
isso, o Ebitda registrou alta de 49,9%, para R$ 23,58 milhões, enquanto a
margem Ebitda subiu 5 pontos percentuais, para 17,4%.
TV
paga chega a 27,9% dos domicílios e 16,8 milhões de assinantes
Teletime
06.05.2013 - Segundo levantamento divulgado nesta segunda, 6, pela Anatel, a TV
por assinatura cresceu 3,83% no primeiro trimestre de 2013, chegando a 16,8
milhões de assinaturas no final de março. Trata-se de crescimento de 22,9% em
relação a março de 2012. Em cada 100 domicílios no país, 27,9 são atendidos
pelo serviço de TV por assinatura.
O
serviço pela plataforma cabo fechou o trimestre com 6,33 milhões de assinantes,
enquanto o DTH chegou a 10,36 milhões.
A
Net/Embratel conta com a maior base de assinantes, fechando o mês de março com
8,78 milhões de assinantes, seguida da Sky, com 5,25 milhões.
A
Anatel retificou dados referentes a janeiro e fevereiro deste ano, após a
correção de informações encaminhadas anteriormente pela Sky. Em janeiro de
2013, a base de assinantes de TV por Assinatura chegou a 16.491.894. Em fevereiro de
2013, foi a 16.635.888.
No
crescimento anualizado, o mercado de TV paga está se expandindo a cerca de 23%
ao ano. A novidade no mês de março é que a Net Serviços, depois de muitos anos,
conquistou mais assinantes líquidos do que a Sky (47 mil contra 41,7 mil) Oi e
GVT também tiveram leve crescimento nas vendas em relação ao mês
anteriorpossivelmente em função de uma desaceleração da Sky.
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