terça-feira, 7 de maio de 2013

Azul.CA 07.05

Daily News



Lucro da Multiplan cai 43% para R$ 70,4 milhões no 1º trimestre

Folha 07.05.2013 - A administradora de shopping centers Multiplan teve lucro líquido de R$ 70,4 milhões no primeiro trimestre de 2013, com queda de 43% em relação ao resultado obtido um ano antes, diante de queda de receitas com imóveis e aumento de despesas financeiras.
O desempenho foi informado em balanço divulgado pela empresa nesta terça-feira (7).
A companhia registrou geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de R$ 159,1 milhões, com queda anual de 16,5%.
A receita de aluguel cresceu 26,7%, para R$ 153,6 milhões, mas a linha de receita com imóveis para venda caiu de R$ 166,05 milhões para R$ 14,1 milhões. No total, a receita líquida caiu 30,9%, para R$ 222,7 milhões.
As despesas financeiras cresceram 47,5%, para R$ 40 milhões, enquanto a receita financeira recuou de R$ 19,97 milhões para R$ 9,5 milhões de reais.
A Multiplan informou que espera um aumento na área bruta locável (ABL) em 2013 de 20%, com projetos em construção.

Arcon cria diretoria de desenvolvimento de negócios

Valor 07.05.2013 - Marcos Bentes é o novo diretor de desenvolvimento de negócios da empresa de segurança em tecnologia da informação Arcon. Recém-criada, a área pretende acelerar o crescimento da companhia no atual mercado de segurança em TI.
O executivo tem mais de 20 anos de experiência em cargos de liderança e de conselho de empresas do setor de tecnologia, além de ter atuado por dez anos na área de segurança em TI. Com a nova diretoria, a empresa espera dobrar o faturamento até 2014.

Brasileiro vence disputa pela diretoria da OMC

Reuters 07.05.2013 - Roberto Azevêdo supera a votação recebida pelo mexicano Hermínio Blanco, que tinha o apoio dos EUA e da Europa.
Roberto Azevêdo foi escolhido pelo comitê de seleção da Organização Mundial do Comércio para ser o próximo diretor-geral da entidade, e o Brasil, pela primeira vez, irá liderar uma das entidades herdadas do sistema de Bretton Woods, um velho sonho da diplomacia nacional.  O candidato mexicano, Hermínio Blanco, já ligou para Azevêdo reconhecendo a vitória do brasileiro.
A OMC concluiu quatro meses de um processo de seleção que envolveu nove candidatos
Hoje, a OMC concluiu quatro meses de um processo de seleção que envolveu nove candidatos. Azevêdo teria recebido não apenas o maior número de votos, mas também o apoio de países de todas as regiões e diferentes níveis de renda. Essa era a condição para que um candidato fosse escolhido. Na final, Azevêdo superou a votação recebida pelo mexicano, que tinha o apoio de EUA e Europa.
Amanhã, o Conselho Geral da entidade ainda precisará chancelar a decisão, oficializando a vitória de Azevêdo. Teoricamente, países poderão vetar o nome do brasileiro. Mas, na prática, a decisão desta terça-feira é considerada como final. EUA e Europa já indicaram que não vetariam o nome do brasileiro, apesar de terem votado pelo México.
Pela primeira vez desde o pós-Guerra, um posto de liderança global estará nas mãos do Brasil. A vitória é, para muitos dentro do Itamaraty, uma coroação dos esforços da diplomacia em colocar o País em um posto de protagonismo mundial, ainda que Azevêdo esteja assumindo hoje uma entidade fracassada e com sua credibilidade em seu nível mais baixo.
A vitória será também usada como um instrumento para insistir que o Brasil não é apenas o representante dos países emergentes, mas que está pronto e está sendo aceito por todos como uma potência capaz de atender aos interesses de todos, inclusive dos tradicionais polos de poder.
Desde o início da crise internacional, em 2008, o Itamaraty e outros países emergentes deixaram claro que havia chegado o momento de que uma das organizações que formam o pilar da economia mundial - FMI, Banco Mundial e OMC - estivesse nas mãos dos países em desenvolvimento.
Tradicionalmente, tanto o Fundo quanto o Banco eram territórios de americanos e europeus. Mas, ainda numa das primeiras reuniões do G-20 em 2008, foi estabelecido que a regra havia sido enterrada. A queda de Dominique Strauss Khan do FMI abriu espaço para que, finalmente, um emergente ocupasse o cargo de diretor do Fundo. Mas, uma vez mais, a direção foi para uma francesa, Christine Lagarde.
Os emergentes aceitaram, sob a condição de que houvesse um compromisso de que a OMC ficaria longe das mãos dos ricos. Isso, porém, não impediu EUA e Europa de sair em defesa de um nome entre os candidatos dos países emergentes e escolheram justamente o México, país que tradicionalmente tem ligações com EUA e outros países ricos.
Azevêdo, porém, conseguiu reunir a grande maioria de votos dos países emergentes, principalmente da África, Oriente Médio e América Latina. O Brasil ainda teve o apoio dos Brics e, acima de tudo, a influência da China sobre seus parceiros.
A dúvida ficou em relação ao voto dos países ricos. Americanos, europeus e japoneses apoiaram Blanco. Mas, desta vez, a OMC proibiu que países vetassem nomes. Isso acabou abrindo espaço para o brasileiro, mesmo sem o apoio explícito dos países ricos.
Diplomatas americanos e europeus garantiram à imprensa brasileira que não iriam se opor à Azevêdo. Ele assume suas funções em setembro, substituindo o francês Pascal Lamy.

CAE conclui votação do ICMS e projeto pode ir a plenário

Estadão 07.05.2013 - A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira, 07, um requerimento do senador Romero Jucá (PMDB-RR) que acelera a tramitação do projeto de resolução que modifica as alíquotas do ICMS em operações interestaduais. Com isso, a proposta pode ser votada a qualquer momento no plenário da Casa, não precisando esperar prazos regimentais para ser apreciada.
Na sessão desta terça-feira o colegiado concluiu a votação dos destaques ao parecer do senador Delcídio Amaral (PT-MS). O principal deles, de autoria do presidente do Democratas, José Agripino Maia (RN), prevê a ampliação para quaisquer transações da alíquota de 7% do ICMS para as operações que saem das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e do Espírito Santo em direção às regiões Sul e Sudeste.
Pelo texto aprovado, o novo porcentual do imposto será adotado a partir de janeiro de 2018. Na prática, o texto ampliou as hipóteses de alíquotas diferenciadas de cobrança do imposto. O parecer do relator na CAE reduzia de 12% para 7% as alíquotas de ICMS somente para os produtos que tiverem passado pelo Processo Produtivo Básico (PPB) e agroindustriais para os Estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e o Espírito Santo. Para os demais casos, a alíquota cairia paulatinamente de 7% para 4%. O texto havia recebido aval da equipe do Ministério da Fazenda.
Originalmente, o governo enviou a proposta de 4% para todas as operações, como forma de acabar com a chamada guerra fiscal. O destaque de Agripino Maia ampliou a alíquota de 7% para operações que saem das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do Espírito Santo, inclusive para o setor do comércio.
Outro ponto importante foi a manutenção da alíquota de 12% nas operações que partem da Zona Franca de Manaus. Os senadores rejeitaram destaque apresentado pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP) ao parecer de Delcídio que reduziria o porcentual desse imposto para 7% até o início de 2018.
A tentativa de aprovação do destaque uniu senadores de Estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste, parte do Norte, além do Espírito Santo. Desde a semana passada, a bancada de São Paulo liderou nos bastidores um movimento para baixar a atual alíquota da Zona Franca. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, esteve na semana passada com a presidente Dilma Rousseff para defender a redução do porcentual para o polo industrial. Mas a rejeição do destaque é mais uma derrota para São Paulo, defensor desde o início da reforma à adoção de uma única alíquota para todas as transações.

Petrobras pode ter parceiras estrangeiras em leilões da ANP, diz Graça

Valor 07.05.2013 - Ao comentar a retomada dos leilões de campos de petróleo na semana que vem, pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, disse nesta terça-feira que a empresa está aberta a parcerias com empresas estrangeiras, desde que haja disposição dessas companhias em investir. Em evento em Houston, no Texas, Graça Foster afirmou ainda que os leilões deverão ser mais frequentes daqui em diante, o que, segundo ela, é importante para o setor.
A uma plateia formada por executivos e empregados da indústria do petróleo e gás, Graça disse que o “Brasil é o lugar certo para investir”. O país, segundo ela, tem estabilidade, uma indústria forte, um marco regulatório estável e bons estaleiros.
Esses foram os comentários finais de Graça no painel “Panorama global de energia – moldando o futuro”, um dos seminários da Offshore Technology Conference (OTC), o principal evento da indústria petrolífera sobre a exploração e produção de petróleo no mar. A presidente da Petrobras não falou com jornalistas.

Filiação agendada

Veja Online 07-05-2013 - Os cortejos peemedebistas a José Batista Júnior, ex-controlador do grupo J&F, não cessam. Batista Júnior vai oficializar sua filiação na terça-feira, em Goiânia. Michel Temer deverá ser um dos integrantes da cúpula do partido a marcar presença na festa.

Rio ameaça cancelar incentivo fiscal se CSN tirar sede de usina do Estado

Folha 07.05.2013 - O governo do Estado do Rio atua para dificultar o negócio entre a CSN e o grupo alemão ThyssenKrupp. A empresa comandada por Benjamin Steinbruch quer comprar parte da CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico), da qual a alemã é dona de cerca de 70%.
Minc estuda pedir ao BNDES bloqueio de financiamento para a CSNBB e Bradesco financiam CSN para compra de siderúrgicas por US$ 2,5 bi.
As movimentações vão desde a ameaça de perda do incentivo fiscal de R$ 50 milhões anuais, concedido pelo governo à CSA, ao pedido de bloqueio de financiamento pelo BNDES.
Credor da CSA, o banco estatal é peça chave na transação e analisa um novo pedido de financiamento da CSN para investir na usina e concretizar o negócio.
O temor do governo fluminense é que a companhia transfira a sede da CSA para São Paulo, em um movimento já feito por Steinbruch com a CSN nos anos 2000.
A mudança significaria perdas de emprego principalmente com a transferência da área comercial e de todos os serviços corporativos --o que prejudica ainda cadeia de fornecedores localizados no Estado.
Atualmente, a CSA é isenta do pagamento de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre as suas matérias-primas (carvão, coque e minério de ferro).
Não há o recolhimento de imposto sobre o aço porque a produção é 100% exportada Ðnesse caso, a lei prevê isenção tributária.
O benefício é condicionado à manutenção da sede no Estado e o compromisso de aumento gradativo da produção.
BNDES: Outra frente de ataque do Rio é a ameaça de bloqueio do crédito do BNDES. Ontem, o secretário do Ambiente do Rio, Carlos Minc, disse que estuda pedir ao BNDES o bloqueio de financiamentos para a CSN.
Procurado sobre o crédito, o banco público não quis comentar.
Isso se a empresa não cumprir prazos definidos para a descontaminação de uma área residencial em Volta Redonda (RJ). A empresa já foi multada pelo Estado em R$ 35 milhões.
"Vamos abrir uma frente com o BNDES para que não haja concessão de crédito para a CSN, caso ela se furte das suas obrigações ambientais", afirmou Minc.
O governo do Rio anunciou no início de abril que a CSN cedeu um terreno contaminado com metais pesados e substância cancerígena ao Sindicado dos Metalúrgicos de Volta Redonda.
Grande parte da área é ocupada atualmente por funcionários da companhia.

Vitória da Odebrecht. Lei inconstitucional na Flórida

Veja 07.05.2013 - A Justiça americana confirmou hoje uma decisão liminar de junho do ano passado que favorece a Odebrecht nos EUA.
O Tribunal de Apelações considerou inconstitucional uma lei da Flórida, que pretendia proibir os governos locais de contratar empresas com vínculos comerciais com Cuba. A Odebrecht está participando da construção do porto de Mariel no país caribenho e também realiza importantes projetos de infraestrutura na Flórida
Os juízes decidiram a favor da Odebrecht USA, que tinha desafiado a lei aprovada pela maioria dos deputados estaduais e assinado pelo governador republicano Rick Scott.

Segundo leilão de transmissão de energia deve sair no 1o semestre

Reuters 07.05.2013 - O edital do segundo leilão de transmissão de energia do ano ficará em audiência pública de 8 a 17 de maio, decidiu a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta terça-feira, prevendo que a rodada ocorra ainda no primeiro semestre.
O leilão licitará projetos no Acre, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul e Distrito Federal.
A Aneel incluiu no leilão o lote no Acre que não recebeu propostas no leilão feito em dezembro, diante de maiores custos ambientais, já que o empreendimento passaria por área de mata preservada.
Pepitone disse em reunião da Aneel desta terça-feira que houve reajuste no valor do investimento de referência no lote para que ele voltasse às rodadas de licitação.
O lote no Acre foi o H do último leilão de 2012, que interligaria as regiões centrais e oeste do Acre ao sistema interligado nacional, reduzindo a geração de energia termelétrica a diesel que abastece a região.
O primeiro leilão de transmissão de energia do ano ocorrerá na próxima sexta-feira. Além desse e do segundo leilão em audiência pública, a estimativa é que sejam realizados outros dois certames no segundo semestre --um deles do sistema principal para interligar a hidrelétrica Belo Monte--, segundo o diretor da Aneel, André Pepitone.

Gerdau prevê 27% de ociosidade na indústria mundial de aço em 2013

Valor 07.05.2013 - O diretor-presidente do grupo de siderurgia Gerdau, André Gerdau Johannpeter, disse nesta terça-feira que o crescimento da demanda de aço no mundo em 2013, estimado em 3% pela World Steel Association (WSA), para 1,45 bilhão de toneladas, não será suficiente para absorver o excesso de capacidade instalada do setor.
De acordo com ele, 27% da capacidade instalada do setor não será utilizada neste ano, ante a média histórica de 17%.
“O principal desafio [do setor] é o excesso de capacidade”, disse Johannpeter, em teleconferência para apresentação dos resultados do primeiro trimestre. Segundo ele, a diferença entre capacidade instalada e produção efetiva global de aço neste ano deve chegar a 590 milhões de toneladas, ante 545 milhões de toneladas em 2012.
Para o executivo, esse desequilíbrio pressiona as margens do setor e provoca aumento de volatilidade nos preços das matérias-primas.

Gerdau pretende investir 38% menos em 2013

Valor 07.05.2013 - O diretor-presidente do grupo de siderurgia Gerdau, André Gerdau Johannpeter, disse hoje durante teleconferência com analistas que os desembolsos previstos pela empresa para este ano somam US$ 1 bilhão, 38% abaixo do US$ 1,6 bilhão do ano passado.
Para o período de 2013 a 2017, o plano de investimentos da siderúrgica prevê a aplicação de recursos da ordem de R$ 8,5 bilhões (US$ 4,2 bilhões).
No primeiro trimestre, a companhia investiu R$ 571 milhões. Desse total, 65% foram para as unidades da siderúrgica no Brasil.
O executivo disse ainda que a companhia manterá esforços para reduzir seu capital de giro, que aumentou 3% no primeiro trimestre deste ano na comparação com os últimos três meses do ano passado e 10% em relação ao primeiro trimestre de 2012, para R$ 10 bilhões.

Agroconsult prevê alta de 4,3% no plantio de soja em 13/14

Reuters 07.05.2013 - O Brasil elevará o plantio de soja na temporada 2013/14 em 4,3 por cento na comparação com a safra atual (2012/13), para um novo recorde de 29,1 milhões de hectares, com produtores ainda contando com uma boa rentabilidade para a oleaginosa, informou a Agroconsult nesta terça-feira.
Em termos absolutos, o plantio aumentaria em 1,2 milhão de hectares, abaixo do expressivo aumento de 2,7 milhões de hectares registrado da safra 2011/12 para a 2012/13, cuja colheita está na fase final.
"Os nossos custos estão subindo um pouco, quase estável, é um pequeno crescimento. E realmente um preço um pouco mais baixo (da soja) acaba afetando a rentabilidade, mas ainda assim ela é bem alta", disse o analista da Agroconsult, Douglas Nakazone, em entrevista à Reuters.
Ele observou que uma queda projetada de 15 a 20 por cento na rentabilidade de 13/14 ocorrerá na comparação com um ano de ganhos recordes, que foi 12/13.
No plantio da safra atual (12/13), no ano passado, os produtores foram impulsionados por preços recordes --em meio à quebra de safra no Brasil e nos EUA--, que geraram a maior rentabilidade já alcançada pelos sojicultores no Brasil, segundo a Agroconsult.
Para a próxima safra, os custos estão maiores, num cenário de preços mais baixos, com a colheita de uma safra recorde no Brasil este ano e boas perspectivas para a produção dos Estados Unidos.
O Brasil normalmente começa a plantar em meados de setembro.
O analista não comentou sobre o volume da produção de soja esperada para o Brasil, o que depende das condições climáticas.
Mas considerando a produtividade média da safra atual, de 2.957 toneladas por hectare, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e a projeção de área da Agroconsult, o Brasil poderia ter uma produção recorde de 86 milhões de toneladas em 13/14, superando a deste ano, oficialmente estimada em cerca de 82 milhões de toneladas.
Ao ser consultada pela Reuters nesta terça-feira, a consultoria afirmou que o plantio aumentará em várias regiões produtoras, mas principalmente em Mato Grosso, maior produtor da oleaginosa. O plantio também crescerá nas novas fronteiras agrícolas, como Maranhão e Piauí.
Em Mato Grosso, considerando o chamado "custo direto", que considera somente o desembolso --e não, por exemplo, depreciação-- os gastos do sojicultor por hectare devem subir de 1.300 reais em 12/13 para 1.330 reais, em 13/14, disse o analista antes do evento Clube da Soja, na quarta-feira, no Guarujá (SP), no qual um representante da Agroconsult participará em um painel.
A estimativa atual da Agroconsult também indica uma pequena alta de 200 mil hectares na semeadura, ante a sua projeção anterior, por conta de uma menor área de milho que a esperada no Sul do Brasil, considerando que os produtores deverão optar por plantar mais soja em campos em que antes o cereal seria semeado.
"Ajustou no Sul, estamos reduzindo o milho, uma vez que a safrinha está indo muito bem, e o segundo semestre vai ficar baixista para milho", disse o consultor.

Renner ultrapassa ex-controladora J.C. Penney em valor de mercado

Valor 07.05.2013 - A Lojas Renner, maior rede de vestuário do país, alcançou neste ano um valor de mercado superior ao da J.C. Penney, rede americana que se desfez de 98% das ações que tinha na rede brasileira em maio de 2005, saindo definitivamente do mercado nacional.
“Foi depois que eles saíram [da Renner] que viramos uma ‘corporation’ [empresa com controle diluído no mercado]”, disse ontem José Galló, ao Valor, em evento de premiação “Executivos de Valor” de 2013.
Enquanto a varejista dos Estados Unidos registra prejuízos maiores e resultado de vendas abaixo da expectativa da própria empresa — com uma recente troca de presidente para colocar a empresa nos eixos —, a Renner amplia lucro, faz planos de expansão orgânica para 2013 — de até 46 novas lojas — e mantém o mesmo presidente há anos.
A “virada” aconteceu na última semana de 2012, mais precisamente em 28 de dezembro, quando as duas empresas valiam praticamente o mesmo — R$ 9,8 bilhões. E a Renner se distanciou na rede americana neste ano.
Segundo cotações da varejista da bolsa de Nova York (Nyse), com a mudança de patamar no preços das ações de J.C. Penney, que passaram a ser cotadas na faixa de US$ 20 — após chegarem ao pico histórico de US$ 40 no início de 2012 —, o valor de mercado da empresa encolheu drasticamente. Nos primeiros dias de janeiro de 2013, a rede valia US$ 4,57 bilhões (R$ 9,15 bilhões). Em março, o papel começou a cair e, desde então, as cotações estão na faixa de US$ 15,50 e US$ 16,50 (às 15h48, custavam US$ 16,52). Com base na cotação média desta manhã, a empresa vale hoje US$ 3,64 bilhões (R$ 7,29 bilhões)
A Renner já esteve em posição melhor, mas perdeu bem menos valor que a J.C.Penney neste ano, e isso explica o fato de ter ficado à frente da empresa. No acumulado de 2013, as ações da Renner perderam 2,8% do valor. Com base na média do preços das ordinárias nesta manhã, a Renner vale hoje R$ 9,38 bilhões.
A rede americana adquiriu o controle da Renner, de origem familiar do Rio Grande do Sul, em 1998 por US$ 139 milhões. A retirada da J.C. Penney do capital da Renner fez parte de um processo de desinvestimento do grupo norte-americano na América Latina e a concentração dos negócios no setor de lojas de departamento dos Estados Unidos, que tem amargado período difícil nos últimos anos.
Em 2012, a Renner registrou vendas líquidas de R$ 3,46 bilhões em 2012 e lucro líquido de R$ 355 milhões. A J.C.Penney vendeu US$ 17,2 bilhões em 2012 (R$ 34,4 bilhões) e apurou prejuízo de US$ 152 milhões (R$ 304 milhões).

Via Varejo vai ajustar Casas Bahia e Ponto Frio

Valor 07.05.2013 - A Via Varejo, formada com a fusão de Casas Bahia e Ponto Frio, anunciada no fim de 2009, tem sinal verde para concluir o projeto de integração das duas redes, algo que dependia da aprovação final do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
A partir de agora, a empresa está livre para fazer ajustes que eram proibidos por determinação do órgão, até a aprovação da fusão das varejistas. "Não podíamos fechar lojas, centros de distribuição e fazer mudanças de bandeiras de loja, como trocar Ponto Frio por Casas Bahia ou vice-versa", disse Vitor Fagá, diretor de relações com investidores da Via Varejo. A empresa não revela que ações devem ser tomadas.
Entre as medidas prováveis, espera-se corte de funcionários em diferentes escalões e áreas e fechamento de lojas, dizem consultores e analistas. "O custo mais pesado de uma operação de varejo está em loja. Eles devem fechar pontos deficitários", disse Claudio Felisoni, sócio fundador da Felisoni Consultores Associados. "Agora é a hora da verdade. Os maiores ganhos de eficiência em Casas Bahia e Ponto Frio vão aparecer daqui para frente", diz Eugenio Foganholo, sócio diretor da Mixxer Consultoria.
Relatórios de bancos já consideram efeitos positivos de futuros ganhos de sinergia com novas medidas de ajuste. "A aprovação do Cade permite ao grupo começar a fechar posições inúteis, alterar bandeiras das lojas e tornar mais eficiente a infra-estrutura logística. Racionalização dos CDs, juntamente com economias adicionais em áreas como marketing, poderia adicionar três pontos percentuais, ou mais, às margens da Via Varejo", escreveram em relatório os analistas do Bank of America Merrill Lynch (BofA), Robert Ford, Melissa Byun e Nicole Inui.
A margem bruta da empresa está em 27,8% e a margem Ebitda, em 5,7%. Em teleconferência com analistas na terça-feira, o comando da companhia estimou ganhos com sinergia de R$ 200 milhões a R$ 250 milhões anualizados a partir deste ano.
Casas Bahia e Ponto Frio somam 968 lojas, 66 mil empregados e 23 centros de distribuição. Desde a fusão, a empresa já trabalhava comprando mercadorias de forma unificada, como autorizado pelo Cade, e vinha coordenando revisões em seus gastos para reduzir a relação entre despesas operacionais e receita líquida. A taxa atingiu 22,1% de janeiro a março, 0,7 ponto percentual abaixo do verificado em 2012.
"Racionalização do quadro de pessoal" e queda com gastos em tecnologia da informação melhoram esse índice neste ano. Para efeito de comparação, a rede concorrente Magazine Luiza contava com 636 lojas (sem incluir lojas virtuais) em dezembro e 22 mil empregados. A relação entre despesa e receita no Magazine estava em 19,9% em 2012.
Daqui para frente, todas as lojas Ponto Frio e Casas Bahia serão incorporadas em um único CNPJ, e com isso as lojas poderão ser atendidas por qualquer centro de distribuição. "Isso já está em processo", diz Fagá. Melhores formas de usar os investimentos em marketing estão sendo analisados. O Cade obrigava as redes a manter ações de marketing separadas e políticas promocionais não podiam ser alteradas. Isso agora, também acabou.


Lucro da Gerdau cai 60% e receita da Itaúsa atinge R$ 1,3 bi; veja resultados

Infomoney 07.05.2013 - A Gerdau (GGBR4), maior produtora de aços longos das Américas, teve lucro líquido de R$ 160 milhões, uma queda de 60% sobre o mesmo período de 2012, mas que ficou perto dos R$ 151 milhões esperados pelo mercado, segundo pesquisa da Reuters.
A companhia apurou geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 805 milhões, queda anual de 20%. A margem no período caiu de 11% para 9%.
Gerdau tem lucro de R$ 160 mi no 1° trimestre, perto da estimativa dos analistas.

Grupo EBX vende terreno em Biguaçu     

Diário Catarinense 06.05.2013 - O Grupo EBX desistiu de investir nos dois terrenos que possuía em Biguaçu, na Grande Florianópolis, que totalizavam 6,7 milhões de metros quadrados. De acordo com o prefeito licenciado do município, José Castelo Deschamps, a área de quatro milhões de metros quadrados, destinada ao estaleiro da OSX, foi vendida por R$ 60 milhões.Um segundo terreno, onde o grupo de Eike Batista estudava construir um centro logístico, está à venda por R$ 20 milhões.
A negociação aconteceu há três meses, após a empresa de capital aberto OSX - que faz parte do Grupo - afirmar que decidiu concentrar os investimentos em São João da Barra, no Rio de Janeiro, onde supostamente teria um terreno três vezes maior do que no município catarinense.
Segundo Deschamps, a compra foi feita à vista por uma empresa brasileira associada a um grupo americano, que não quer se identificar. O plano dos empresários seria construir uma "cidade nova" - que abrigaria indústrias, comércio e prestadoras de serviço. A intenção foi divulgada em conversa com o prefeito há três semanas.
— Falaram que queriam apresentar um projeto para atualizarmos o Plano Diretor do município.
O segundo terreno do EBX foi colocado à venda após um levantamento técnico que o considerou vulnerável à construção de uma plataforma logística. Até o fechamento desta edição, a assessoria do EBX não confirmou as informações.

OSX perde contrato de US$ 1,6 bi de sondas

Estadão 07.05.2013 - Negociação com a Sete Brasil para a construção de duas sondas do pré-sal não teria ido adiante por interferência da Petrobrás.
A OSX perdeu o contrato de construção, no Porto do Açu, de duas sondas de perfuração do pré-sal, num custo aproximado de US$ 1,6 bilhão. Segundo fonte ligada ao processo, a negociação com a gestora Sete Brasil não foi adiante por interferência da Petrobrás, que não estaria interessada em sua execução.
Uma das duas sondas inicialmente negociadas com a OSX foi contratada no estaleiro Jurong, de Cingapura, que constrói uma planta no Espírito Santo e já tinha outras seis sondas encomendadas. A segunda continua sem contrato, mas deixou de ser negociada com a OSX há tempos.
"Não saiu e não foi por falta de vontade da Sete", disse uma das fontes. A Petrobrás também interrompeu os planos da Sete Brasil de entrar no mercado de barcos de apoio e plataformas flutuantes (FPSOS). A estatal recentemente intensificou o afretamento (aluguel) dessas embarcações com empresas estrangeiras.
As duas sondas representariam cerca de 20% da carteira de contratos da OSX, hoje de aproximadamente US$ 8 bilhões. O grupo de Eike Batista negociou os dois equipamentos por longos meses com a Sete Brasil - gestora que tem a Petrobrás, fundos de pensão e bancos privados como acionistas.
A OSX também chegou a negociar no ano passado outras cinco sondas com a gestora Ocean Rig e se candidatou para absorver encomendas do Estaleiro Atlântico Sul (EAS, Pernambuco), com problemas de atraso em projetos. Mas essas negociações também naufragaram. A Petrobrás cancelou em novembro passado o contrato com a Ocean, por não precisar das cinco sondas adicionais. O grupo de Eike, que chegou a cogitar um lote de até sete sondas (mais de US$ 5 bilhões), acabou sem nenhuma na carteira.
A Sete nega. Em nota, diz que não há divergência com acionistas e que mantém interesse na contratação de duas sondas com a OSX. Fonte ligada ao Jurong confirma o contrato já fechado. A OSX diz que as sondas não estão em seu portfólio, e se diz "atenta a novas oportunidades de negócio visando à expansão da sua carteira de encomendas e clientes".
A Sete será a dona das sondas, tirando este peso do balanço da Petrobrás, mas também do controle da estatal. A Sete investe, contrata estaleiros para construção e depois afreta as sondas à Petrobrás por uma taxa diária na casa do meio milhão de reais, cada. A Sete Brasil tem em seu portfólio 30 sondas, um investimento de mais de US$ 25 bilhões, 28 com contrato de afretamento de longo prazo (15 anos) com a Petrobrás.
As duas últimas serão afretadas a outras petroleiras com contratos de curto prazo (três a cinco anos) no mercado spot (à vista). Em entrevista coletiva no início de 2012, o presidente João Carlos Ferraz informou que estava negociando a 29ª e 30ª sondas para serem construídas no estaleiro do Açu.
O contrato da 29ª sonda da Sete foi fechado com o Jurong quando a gestora percebeu que o EAS atrasaria a entrega de encomendas. A Sete chegou inclusive a suspender temporariamente o contrato com o estaleiro pernambucano, na virada de 2011 para 2012. O EAS tem sete sondas contratadas com a Sete.
Em março de 2012, Eike confirmou que negociava as encomendas do estaleiro pernambucano. O contrato não saiu. Teria pesado contra o fato de a OSX nunca ter construído um equipamento tão complexo. A Sete se voltou ao Jurong, aproveitando uma sonda já em construção desde 2011 em Cingapura, que ainda estava sem contrato. O Jurong é candidato a ser o primeiro, dos cinco estaleiros contratados, a entregar sonda inaugural à Sete, em junho de 2015.

OGX anuncia produção mensal de óleo e gás natural em abril de 2013

MonitorDigital 07.05.2013 - Em nota ao mercado, a OGX Petróleo e Gás Participações S.A. comunica que a produção de óleo e gás natural, em abril de 2013, atingiu média de 13,9 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd). Desse total, 1,8 mil boepd corresponde à produção média offshore, no Campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos e 12,1 mil boepd (1,9 milhão m3 por dia) corresponde à parcela da OGX na produção média terrestre de gás natural, no Campo de Gavião Real, na Bacia do Parnaíba. A produção total offshore foi de 54.183 barris de óleo equivalente e a produção total terrestre foi de 123,4 milhões m3 de gás natural.
A produção no Campo de Tubarão Azul foi impactada pelos seguintes fatores: (I) OGX-68HP e TBAZ-1HP: não produziram no mês de abril devido a problemas operacionais em março que ocasionaram a interrupção de sua produção; e (II) OGX-26HP: O poço não produziu por 14 dias devido a paradas periódicas preventivas para evitar danos à bomba centrífuga submersa (BCS), que apresentou superaquecimento devido ao aumento da razão gás óleo (RGO) no poço.
A equipe técnica da OGX está analisando o comportamento do reservatório para definir os próximos passos do desenvolvimento do Campo de Tubarão Azul.
O reparo da BCS do poço OGX-68HP foi iniciado em meados de abril e deverá ser concluído em meados de maio. Já a intervenção no poço TBAZ-1HP deverá ocorrer em seguida aos trabalhos no poço OGX-68HP. Ambos os poços continuarão com sua produção interrompida até o reparo das respectivas BCSs.
Considerando os dias efetivos de produção ao longo de abril, a produtividade média offshore por poço ficou em 3,4 mil barris de óleo equivalente por dia.
A produção média total no Campo de Gavião Real foi de 4,1 milhões m3 por dia (1,9 milhão m3 líquidos para a OGX), contando com três turbinas da Usina Termelétrica Parnaíba I operando ao longo do mês inteiro e uma quarta turbina, que foi sincronizada ao Sistema Interligado Nacional em 5 de abril.

Vale obtém licença de instalação do ramal ferroviário para o CLN S11D

IN 07.05.2013 - A Vale informou hoje, 07, que recebeu a licença ambiental de  instalação (LI) e a autorização de supressão da vegetação para o ramal ferroviário que ligará a Serra Sul de Carajás à Estrada de Ferro Carajás (EFC), no estado do Pará, emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
As licenças permitem o início da construção do ramal ferroviário de 101 km, que ligará o pátio de estocagem do projeto S11D à EFC, sendo 85 km da linha principal e 16 km da pera ferroviária. O ramal ferroviário é parte integrante do projeto CLN S11D, que permitirá a expansão da capacidade logística de Carajás para 230 milhões de toneladas métricas por ano de minério de ferro.
S11D é o maior projeto da história da Vale e também o maior da indústria de minério de ferro, constituindo-se na nossa principal alavanca de crescimento da capacidade de produção e da manutenção da liderança da Vale no mercado global em termos de volume, custo e qualidade.

ALL reverte prejuízo e lucra R$ 33,9 milhões

Infomoney 07.05.2013 - A empresa de logística ALL (ALLL3) apresentou lucro líquido de R$ 33,9 milhões no primeiro trimestre de 2013, ante prejuízo líquido de R$ 2,36 milhões no mesmo período do ano passado. Os dados são atribuídos aos sócios da empresa controladora, base para o cálculo de dividendos.
A receita líquida da companhia somou R$ 890 milhões nos três meses, com avanço de 15,8% na comparação com os R$ 768,5 milhões do ano passado. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 390,9 milhões, com alta de 13,3%.

Lucro da Multiplan cai para R$ 70,4 milhões

Infomoney 07.05.2013 - A administradora de shopping centers Multiplan (MULT3) divulgou nesta manhã lucro líquido de R$ 70,4 milhões no primeiro trimestre numa queda de 43% sobre o resultado positivo obtido um ano antes, diante de queda de receitas com imóveis e aumento de despesas financeiras.
A companhia registrou geração de caixa medida pelo Ebitda de R$ 159,1 milhões, recuo anual de 16,5%. A margem, porém, avançou de 59% para 71,4%.

Receita Federal publica regras para habilitação ao REPNBL-Redes 

Teletime 06.05.2013 - A Secretaria da Receita Federal publicou nesta segunda, 6, a Instrução Normativa 1.355 com as regras para habilitação de projetos ao Regime Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga (REPNBL-Redes).
Podem pleitear os benefícios as pessoas jurídicas sem débitos com a Receita Federal e também com os fundos setoriais recolhidos pela Anatel. As empresas optantes pelo Simples estão fora da desoneração.
A Instrução Normativa traz em anexos os formulários de requerimento de habilitação e coabilitação – necessário para a pessoa jurídica contratada pela empresa habilitada para prestar serviços relacionados às obras civis do projeto. Primeiramente, a empresa interessada em usufruir do REPNBL deverá submeter os seus projetos até 30 de junho ao Minicom.
Os beneficiados pelo programa terão isenção de PIS/Pasep, Cofins e IPI na aquisição ou aluguel de máquinas e equipamentos no mercado interno bem como sobre os serviços relacionados às obras civis. A suspensão dos tributos é válida a partir da habilitação e coabilitação até 31 de dezembro de 2016.
Fontes do Ministério das Comunicações  informam que já existe a sinalização de pelo menos duas grandes operadoras que pretendem solicitar o enquadramento de mais de mil projetos cada nas regras do REPNBL. O Minicom ainda não informa os nomes, pois os pedidos não foram oficializados.

GTFoods diversifica negócios

Valor 07.05.2013 - Depois de sofrer com a disparada dos grãos usados na ração animal em 2012, o grupo paranaense GTFoods, especializado em carne de frango, iniciou 2013 em ritmo acelerado. Com os preços da carne em patamares elevados, a empresa ampliou os abates e prevê ultrapassar a barreira de R$ 1 bilhão em faturamento.
"Como iniciamos um processo de aumento de abates em algumas plantas, o objetivo é chegar em R$ 1,5 bilhão ao fim do ano", afirma o gerente de vendas do grupo, Merlin Machado. Ele reconhece, no entanto, que a receita da GTFoods neste ano deve ficar entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,3 bilhão. No ano passado, a empresa faturou R$ 900 milhões.
Com seis frigoríficos no Estado do Paraná, o grupo abate, atualmente, cerca de 480 mil aves por dia, um acréscimo de 30% sobre o ritmo de 370 mil aves por dia no ano passado. A GTFoods exporta, ainda, cerca de 20% da produção de carne de frango. Os principais destinos dessas vendas são Oriente Médio e Japão.
A elevação da produção da GTFoods acontece num momento de menor pressão para a avicultura brasileira. No ano passado, o setor registrou a primeira queda de produção desde 2000 e enfrentou a alta dos grãos usados na ração animal, o que impactou a rentabilidade das empresas. Para 2013, o horizonte é mais otimista, ainda que os grãos venham recuem mais lentamente que o esperado e a inflação preocupe.
Mas a menor pressão dos custos não será a única alavanca da GTFoods neste ano. Criada no fim de 2011 a partir da aquisição da Avícola Felipe, de Paranavaí (PR), pela Frangos Canção, a empresa vem diversificando as operações a partir da distribuição de alimentos - embutidos, pescados, vegetais e frutas vermelhas.
A meta da GTFoods é elevar a participação do segmento de distribuição de alimentos no faturamento do grupo dos atuais 5% para pelo menos 8% até o fim deste ano, numa estratégia para amenizar a baixa rentabilidade nas vendas de carne de frango in natura. "O frango é uma commodity pura, que trabalha com margens apertadas", afirma Merlin Machado. Atualmente, as vendas de carne de frango respondem por 95% da receita da companhia.
Os planos de diversificação da GTFoods são ambiciosos. A empresa estuda construir uma fábrica de embutidos, segundo Machado, mas ainda não há data para início e nem orçamento. A produção própria de salsichas e linguiças, entre outros, faria todo sentido para a empresa, que já atua no segmento com a marca Alimentos Canção. Hoje, a empresa vende embutidos produzidos por terceiros. Além de embutidos com marca própria, a área de distribuição de alimentos da GTFoods comercializa batatas com a marca Alimentos Canção. Segundo Machado, a empresa distribuirá outros dois produtos com marca ainda neste ano: bacalhau e pão de queijo.

Itaúsa tem lucro líquido de R$ 1,38 bilhões

Infomoney 07.05.2013 - A Itaúsa (ITSA3; ITSA4), holding que controla o banco Itaú Unibanco, teve lucro líquido de R$ 1,378 bilhão no primeiro trimestre deste ano, alta de 6,1% ante um ano antes, informou a empresa.
O patrimônio líquido totalizou R$ 32,77 bilhões nos três primeiros meses do ano, ante R$ 32,25 bilhões em igual período de 2012.
As receitas operacionais da Itaúsa tiveram leve aumento de 2,8%, para R$ 1,384 bilhão. Já a rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido médio ficou em 16,8% no período, ante 16,1% um ano antes.

Dufry tem lucro 60% menor no 1° trimestre

Infomoney 07.05.2013 - A varejista de viagem Dufry (DAGB11) apresentou lucro líquido de R$ 19 milhões no primeiro trimestre de 2013, queda de 60,2% na comparação com os R$ 47,7 milhões apresentados no mesmo período do ano passado. Os números são atribuídos aos sócios controladores da companhia, base do cálculo de dividendos da empresa.
A receita líquida ficou em R$ 1,58 bilhão, com expansão de 13,7% na comparação anual. Os custos dos bens e serviços vendidos avançaram 12,4%, para R$ 651,8 milhões, as despesas operacionais subiram 20,4%, para R$ 847,9 milhões.

Lucro da Telefônica Brasil recua 15,3% no 1o trimestre

Reuters 07.05.2013 - A Telefônica Brasil, que opera no país sob a marca Vivo, sofreu queda anual de 15,3 por cento no lucro do primeiro trimestre, em meio a uma base de clientes praticamente estável e despesas com reestruturação.
A companhia teve lucro líquido de 810,2 milhões de reais ante 956,5 milhões no mesmo período de 2012 e resultado positivo nos três últimos meses do ano passado de 1,474 bilhão.
A empresa, maior operadora de telefonia celular do Brasil, informou no balanço um crescimento de 2,9 por cento na receita líquida sobre o primeiro trimestre de 2012, para 8,555 bilhões de reais, mas incremento de 6,3 por cento nos custos operacionais, a 5,8 bilhões.
Enquanto isso, a geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) recuou 3,5 por cento no período, para 2,747 bilhões de reais, com a margem passando de 34,2 para 32,1 por cento.
Segundo a Telefônica Brasil, o recuo no Ebitda foi afetado por uma reestruturação organizacional realizada no trimestre que gerou despesas de 89,8 milhões de reais. Além disso, um ano antes, a linha tinha sido impulsionada por receita de 216,5 milhões de reais obtida com venda de torres de telecomunicações.
A Telefônica Brasil encerrou o primeiro trimestre com 90,86 milhões de acessos, crescimento ligeiro de 0,9 por cento sobre a base de linhas do primeiro trimestre de 2012, mas recuo de 0,3 por cento sobre os últimos três meses do ano passado.
Do total de linhas, cerca de 76 milhões correspondem a acessos móveis, evolução anual de 1,6 por cento e 14,87 milhões a linhas fixas, queda de 2,5 por cento.

Operadoras restringem venda de plano de saúde individual

Folha 07.05.2013 - Operadoras de planos de saúde deixaram de oferecer ou estão dificultando a venda de planos individuais.
Esses planos costumam ser vantajosos aos convênios, mas não necessariamente aos consumidores. Na adesão, eles costumam sair mais baratos, mas podem ficar mais caros em poucos anos, porque não são submetidos aos limites de reajuste anuais impostos pelo governo federal.
Além disso, a empresa pode rescindir os contratos unilateralmente após um ano e recusar clientes -por exemplo, idosos e doentes. Isso é proibido nos individuais.
Há dez anos, pouco mais de 50% dos usuários tinham planos coletivos. Hoje, são mais de 77%, uma parcela recorde, segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
Bradesco e SulAmérica Seguros, por exemplo, não oferecem mais planos individuais. Dentre as que vendem, muitas têm a carteira de coletivos muito superior.
Na Unimed Paulistana, por exemplo, 83% dos planos são coletivos. A Intermédica tem 96% de clientes em coletivos.
Embora não haja irregularidade nessa prática pelas operadoras de planos de saúde, órgãos de defesa do consumidor alertam que, se a ANS não intervier na questão, os idosos e doentes serão progressivamente excluídos do setor de saúde privado.
O diretor-presidente da ANS, André Longo, afirmou à Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara no último mês que não tem como "obrigar as operadoras a venderem plano individual", porque "a legislação não obriga".
"Por que a operadora não quer vender o plano individual? Porque no longo prazo as carteiras individuais tendem ao prejuízo", disse ele.
Há interpretações de membros do governo, porém, de que a lei, ao determinar que as operadoras ofereçam seus serviços a todos, precisaria vender planos individuais.
corretores
Sem saber que falava com a Folha, uma corretora de planos de saúde informou que só uma operadora oferecia o plano individual em Brasília. Em São Paulo, três corretores afirmaram que, dentre os planos maiores, só Amil, Unimed Paulistana e Golden Cross ofereciam individuais.
Para participar do plano coletivo é preciso estar ligado a uma empresa, sindicato ou associação. Mas mesmo quem não está nessa situação pode fazê-lo, dizem corretores.
Dois deles propuseram à reportagem a adesão a um plano coletivo por meio do Simpi-SP (Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de SP). Segundo eles, qualquer um poderia se filiar ao sindicato, mediante o pagamento de uma taxa anual de R$ 30. Depois, bastava só pedir um plano coletivo. A prática é irregular, diz a ANS.

Marcopolo vê queda de 29% no lucro

Infomoney 07.05.2013 - Já na noite de ontem, a Marcopolo (POMO4) divulgou seu resultado do primeiro trimestre de 2013 reportando uma queda de 29% no lucro líquido, que passou de R$ 78,4 milhões nos três primeiros meses do ano passado para R$ 55,7 milhões neste período. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) fechou o primeiro trimestre em R$ 81 milhões, queda de 22,4% ante os R$ 104,4 milhões vistos um ano antes.
O único item do relatório que apresentou avanço foi a receita líquida, que subiu 1% e atingiu R$ 767 milhões entre janeiro e março, resultado apoiado pela alta de 6,6% nas receitas de exportações e no exterior. A Marcopolo também informou suas novas expectativas de investimentos para o ano calculados em R$ 350,0 milhões, além de atingir uma receita líquida consolidada de R$ 3,8 bilhões; e produzir 21.600 ônibus nas unidades do Brasil e exterior.
Além disso, a perspectiva da companhia para o ano segue positiva, sustentada por negócios que asseguram volumes de produção até meados de agosto, melhora do mix, disponibilidade de financiamento, novo lote de veículos escolares e volume maior de BRTs, principalmente a partir do segundo semestre. No mercado externo, o câmbio favorável e a maior demanda advinda dos países da América Latina e África devem impulsionar as exportações ao longo do ano.

Petroleira HRT passa por prova de fogo neste ano

Brasil Econômico 07.05.2013 - Aquisição em Campos foi uma forma de tentar convencer os investidores e mercado de que ela já saiu da fase pré-operacional.
No ano em que completa seu terceiro aniversário como companhia negociada em bolsa, a novata petroleira brasileira HRT Participações passa pelo seu maior teste junto aos investidores.
É consenso no mercado que 2013 é o ano do momento da verdade da companhia, que se aproveitou do bom momento do mercado brasileiro de petróleo, no final da década passada, e captou R$ 2,6 bilhões na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), em IPO, em 2010.
"Os resultados das perfurações hoje em curso, tanto na Namíbia, quanto na Bacia do Solimões, no Amazonas, vão definir o futuro da companhia", resume o analista Oswaldo Telles, do BES Securities.
Com o caixa apertado, dizem analistas, a HRT precisa descobrir petróleo para retomar a confiança dos investidores. Ontem, em um movimento para reverter a imagem de empresa pré-operacional, a companhia anunciou a compra, por US$ 135 milhões, de 60% do campo petrolífero de Polvo, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, que produz algo em torno de 13 mil barris por dia.
Em um caminho muito semelhante ao trilhado pela OGX, de Eike Batista, a HRT atraiu investidores para o que celebra como "o maior IPO da área de petróleo" em 2010 usando como isca um grupo de experientes profissionais do mercado, muitos ex-Petrobras, uma forte liderança, o geólogo Márcio Mello, e muito otimismo.
Hoje, também como a OGX, enfrenta a desconfiança do mercado com relação ao seu futuro: o valor de mercado da companhia equivale a quase um décimo do pico atingido em março de 2011.
"A HRT está com um caixa apertado, que garante os investimentos até meados de 2014. É fundamental que estes investimentos dêem resultados", diz o analista Roberto Altenhofen, da corretora Empiricus.
No final de 2012, a empresa tinha R$ 1,052 bilhão em caixa. O plano de investimentos e os gastos com operação em 2013 gira em torno dos R$ 800 milhões.
A compra do campo de Polvo foi bem recebida pelo mercado, mas a expectativa dos investidores permanece concentrada em duas frentes: a busca por reservas de petróleo nas Bacias do Solimões e na Namíbia e a tentativa de venda do gás natural descoberto no ano passado em meio à floresta amazônica.
Na primeira frente, os poços pioneiros começaram a ser perfurados este ano. Na segunda, a HRT e sua sócia, a russa TNK-BP, têm um acordo com a Petrobras para estudar alternativas para levar o gás aos mercados consumidores.
A compra do Campo de Polvo vai garantir à HRT Participações uma produção de 8 mil barris de petróleo por dia, segundo boletim de produção da Agência Nacional do Petróleo (ANP). É um volume pequeno, se comparado aos 2 milhões de barris por dia produzidos pela Petrobras, mas com potencial para melhorar a percepção do investidor sobre a empresa.
"A HRT está se tornando operacional e entrando em uma bacia bastante conhecida", argumenta o analista Roberto Altenhofen, da Empiricus. Antes da operação, as atividades da companhia estavam concentradas em áreas de grande risco, a Bacia de Solimões, na Amazônia, e as águas profundas da Namíbia.
Polvo é um campo já em idade avançada - foi descoberto pela Petrobras em 1994 e entrou em operação em 2007 - e, segundo o Plano de Desenvolvimento apresentado pelos concessionários à Agência Nacional do Petróleo (ANP) vai produzir petróleo até 2019.
"É um excelente negócio para a HRT, visto que nossa equipe técnica inclui pessoas que participaram da descoberta e das operações do Polvo, antes mesmo da aquisição do ativo pela BP. Temos grande conhecimento do campo e acreditamos no seu potencial para exploração e desenvolvimento dessa grande área licenciada", afirmou o presidente da petroleira, Márcio Mello, em comunicado distribuído à imprensa.
O volume que pertence à HRT é pouco menor do que os 10 mil barris produzidos por dia pela OGX na Bacia de Campos - valor que frustrou o mercado por conta de sucessivas revisões para baixo de expectativas.
Mas o anúncio da compra de Polvo teve forte impacto nas ações da companhia, que chegaram a subir 7% no final da manhã e fecharam o dia em alta de 4,6%. "Estrategicamente, é muito bom. Cria a primeira receita estável para a empresa", comentou Oswaldo Telles, do BES Securities.
Como empresa pré-operacional de um setor de pesados investimentos, a companhia vinha acumulado prejuízos - em 2012, foi de R$ 277,56 milhões.
No ano passado, para se capitalizar, a HRT recorreu à venda de ativos: repassou à portuguesa Galp 14% de três concessões na Namíbia e, à russa TNK BP, 45% dos ativos da Bacia do Solimões.
No início de 2013, anunciou um acordo para vender à americana Erickson Air Crane sua unidade de logística aérea, criada especialmente para transportar as equipes às remotas áreas de exploração no Solimões. Em 2013, a aposta está no subsolo.
Com base em estudos preliminares, a HRT calcula em torno de 7,9 bilhões de barris de óleo e gás o potencial de reservas em suas áreas de concessão e iniciou um extenso programa de perfuração de poços para confirmar a existência de tais volumes, que equivalem a quase metade das reservas da Petrobras - neste momento, um poço é concluído na Namíbia e outros dois estão em curso no Solimões.
A experiência ensina, e o exemplo da da OGX reforça, porém, que apenas com um longo trabalho de exploração, é possível confirmar se as expectativas terão resultado.

BR Properties tem alta de 123% na receita

Infomoney 07.05.2013 - Já a BR Properties (BRPR3) registrou uma receita líquida de R$ 225,9 milhões nos três primeiros meses do ano, o que representa uma alta de 123% comparado aos R$ 101,2 milhões apresentados um ano antes. O Ebitda da companhia também teve forte alta (136%), fechando o primeiro trimestre em R$ 212,1 milhões.
O lucro líquido da empresa encerrou o período em R$ 90,89 milhões. O valor fica 80% abaixo dos R$ 452,7 milhões apresentados um ano antes, mas a BR Properties explica que o fato se deve porque o lucro do primeiro trimestre de 2012 foi "positivamente impactado pelo ganho não caixa na reavalição das propriedades em carteira".
Ao longo de 2013 a companhia espera uma melhora nas margens financeiras e operacionais, à medida que os imóveis que estão prestes a serem entregues ou que foram recentemente entregues comecem a gerar receita de aluguel.

Alstom modera previsões por deterioração na economia

Reuters 07.05.2013 - A empresa de energia e engenharia de transportes Alstom cortou suas previsões de crescimento a médio prazo, na terça-feira, conforme enfrenta a deterioração das condições econômicas e da difícil concorrência.
A empresa agora espera um crescimento orgânico das vendas "baixo, de um único dígito", vendo sua margem operacional estável em 2013/14, antes de aumentar gradualmente até cerca de 8 por cento nos "próximos dois a três anos".
"Nosso desempenho no curto prazo deverá ser impactado por volumes mais baixos do que o previsto, devido a um ambiente mais desafiador", afirmou o presidente-executivo, Patrick Kron, em um comunicado.
"A geração de capital continua a ser uma prioridade e nós continuamos a prever um fluxo de caixa livre positivo", acrescentou.
O fluxo de caixa livre da Alstom tornou-se positivo no fechado do ano, depois de dois anos de números negativos.
O lucro líquido do trimestre cresceu 10 por cento, para 802 milhões de euros (1,05 bilhão de dólares), ficando abaixo da estimativa média de analistas da Thomson Reuters I/B/E/S, de 892 milhões de euros.
As vendas cresceram 2 por cento, para 20,27 bilhões de euros, abaixo da meta de 5 por cento da empresa, refletindo menores receitas de grandes contratos de hidrelétricas na América Latina e atrasos de clientes em alguns projetos de transmissão de energia. A empresa paga um dividendo de 0,84 euro por ação, um aumento de 5 por cento em relação ao ano anterior, acrescentou.

TV paga chega a 27,9% dos domicílios e 16,8 milhões de assinantes 

Teletime 06.05.2013 - Segundo levantamento divulgado nesta segunda, 6, pela Anatel, a TV por assinatura cresceu 3,83% no primeiro trimestre de 2013, chegando a 16,8 milhões de assinaturas no final de março. Trata-se de crescimento de 22,9% em relação a março de 2012. Em cada 100 domicílios no país, 27,9 são atendidos pelo serviço de TV por assinatura.
O serviço pela plataforma cabo fechou o trimestre com 6,33 milhões de assinantes, enquanto o DTH chegou a 10,36 milhões.
A Net/Embratel conta com a maior base de assinantes, fechando o mês de março com 8,78 milhões de assinantes, seguida da Sky, com 5,25 milhões.
A Anatel retificou dados referentes a janeiro e fevereiro deste ano, após a correção de informações encaminhadas anteriormente pela Sky. Em janeiro de 2013, a base de assinantes de TV por Assinatura chegou a 16.491.894. Em fevereiro de 2013, foi a 16.635.888.
No crescimento anualizado, o mercado de TV paga está se expandindo a cerca de 23% ao ano. A novidade no mês de março é que a Net Serviços, depois de muitos anos, conquistou mais assinantes líquidos do que a Sky (47 mil contra 41,7 mil) Oi e GVT também tiveram leve crescimento nas vendas em relação ao mês anteriorpossivelmente em função de uma desaceleração da Sky.

Direcional: receita de R$ 388,5 milhões

Infomoney 07.05.2013 - A Direcional (DIRR3) também divulgou seus números para o período, somando uma receita líquida de R$ 388,5 milhões, um avanço de 12,9% na comparação com o mesmo trimestre de 2012. Já o lucro líquido ajustado da companhia passou para R$ 56,95 milhões, representando um avanço de 4,6% frente aos três primeiros meses de 2012.
O Ebitda, por sua vez, teve avanço de 4,1%, somando R$ 83,06 milhões, enquanto a margem Ebitda teve queda de 1,8 ponto percentual, a 21,4%. A companhia destacou ainda que, durante os últimos meses, concentrou os seus esforços na contratação de projetos do Programa "Minha Casa, Minha Vida", com um valor geral de vendas de R$ 404,6 milhões, representando 6.260 unidades

Lucro líquido da Cremer sobe 229%

Infomoney 07.05.2013 - A Cremer (CREM3), por sua vez, apresentou um lucro líquido de R$ 10,2 milhões, 229% acima dos R$ 3,1 milhões observados nos primeiros três meses de 2012. A receita líquida somou R$ 135,2 milhões, com crescimento de 6,9% frente ao mesmo período.
Enquanto isso, o Ebitda registrou alta de 49,9%, para R$ 23,58 milhões, enquanto a margem Ebitda subiu 5 pontos percentuais, para 17,4%.

TV paga chega a 27,9% dos domicílios e 16,8 milhões de assinantes 

Teletime 06.05.2013 - Segundo levantamento divulgado nesta segunda, 6, pela Anatel, a TV por assinatura cresceu 3,83% no primeiro trimestre de 2013, chegando a 16,8 milhões de assinaturas no final de março. Trata-se de crescimento de 22,9% em relação a março de 2012. Em cada 100 domicílios no país, 27,9 são atendidos pelo serviço de TV por assinatura.
O serviço pela plataforma cabo fechou o trimestre com 6,33 milhões de assinantes, enquanto o DTH chegou a 10,36 milhões.
A Net/Embratel conta com a maior base de assinantes, fechando o mês de março com 8,78 milhões de assinantes, seguida da Sky, com 5,25 milhões.
A Anatel retificou dados referentes a janeiro e fevereiro deste ano, após a correção de informações encaminhadas anteriormente pela Sky. Em janeiro de 2013, a base de assinantes de TV por Assinatura chegou a 16.491.894. Em fevereiro de 2013, foi a 16.635.888.
No crescimento anualizado, o mercado de TV paga está se expandindo a cerca de 23% ao ano. A novidade no mês de março é que a Net Serviços, depois de muitos anos, conquistou mais assinantes líquidos do que a Sky (47 mil contra 41,7 mil) Oi e GVT também tiveram leve crescimento nas vendas em relação ao mês anteriorpossivelmente em função de uma desaceleração da Sky.



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