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'Crise de confiança' leva Oi a perder 40% de valor no ano
Valor 10.05.2013 - A melhora apresentada pela
Oi em alguns de seus resultados financeiros no primeiro trimestre do ano não foi
suficiente para interromper a trajetória de queda nos preços das ações da
companhia. No acumulado do ano até o fechamento de quinta-feira na Bovespa, as
ações preferenciais da Oi acumulavam queda de 40,5% e encerraram o pregão
cotadas a R$ 4,52. Em 12 meses, a empresa perdeu 46% de seu valor de mercado,
baseado no preço das ações, chegando a R$ 7,8 bilhões. Para analistas, a queda
das ações deve-se a uma "crise de confiança" em relação aos sócios
controladores da Oi e não reflete a sua performance no mercado de telefonia.
"A Oi apresentou crescimento de receita
pequeno nos últimos quatro trimestres, mas consistente. Olhando os fundamentos,
o resultado foi bom", afirmou um analista de banco que prefere manter seu
nome em sigilo. Nos últimos quatro trimestres, a Oi registrou aumento na
receita de 9,7%, 15%, 6,2% e 3,5%, respectivamente, chegando a R$ 7,04 bilhões
de janeiro a março deste ano.
O lucro antes dos juros, impostos,
depreciação e amortização (Ebitda) também obteve avanços. No primeiro
trimestre, cresceu 6,6%, para R$ 2,15 bilhões (mais no gráfico). Esse resultado
foi impulsionado por um ganho não recorrente de R$ 1 bilhão com a venda de
torres de telefonia. A companhia informou que avalia a venda de outros ativos
não essenciais ao seu negócio para ampliar o saldo de caixa, fazer frente à
necessidade de investir R$ 6 bilhões no ano e manter a política de distribuição
de dividendos de R$ 2 bilhões, sem elevar o nível do endividamento, que no
primeiro trimestre já chegou a 3,05 vezes o Ebitda.
Procurada pelo Valor, a Oi informou, via
comunicado, que parte das vendas de ativos já está próxima da conclusão.
"O objetivo é manter a relação dívida líquida/Ebitda no patamar de até
três vezes ao longo deste ano", afirmou. Analistas ponderam que o aumento
do endividamento no primeiro trimestre já era esperado, assim como a manutenção
dos dividendos e dos investimentos. "O problema é que a saída de Francisco
Valim [presidente da Oi demitido em janeiro] gerou uma crise de
confiança", afirmou um economista de um grande banco.
Para esse economista, a Oi teria chegado a
uma situação limite, tendo em vista que a expectativa de receita para o
semestre não seria suficiente para pagar a primeira parcela dos dividendos em
agosto sem elevar mais as dívidas. "Ou a Oi revê as suas metas de
investimento, ou a meta de dividendos, ou vai precisar fazer uma mudança
societária para fazer caixa", afirmou ele.
As opções mencionadas são complexas de se
executar. Como as demais operadoras, a Oi precisa reforçar investimentos em
infraestrutura de redes e tecnologia para melhorar a qualidade dos serviços,
ampliar a cobertura e implantar a telefonia móvel de quarta geração (4G).
Reduzir o investimento agora pode tornar mais difícil a disputa com as
concorrentes.
Em relação à redução do dividendo, a
companhia informou que manterá a meta de distribuição de R$ 2 bilhões
"desde que a relação dívida líquida/Ebitda seja menor ou igual a
três". A Telemar Participações, holding que agrega os acionistas
controladores da Oi, está em uma situação na qual é difícil abrir mão de um
dividendo extra. Em 2012, a companhia registrou um prejuízo líquido atribuído
aos controladores de R$ 297,4 milhões. Em março, aprovou uma terceira emissão
de notas promissórias de até R$ 100 milhões para compor o seu caixa.
Sem reduzir a dívida ou dividendos, o
equilíbrio entre caixa e endividamento passa a depender da venda de ativos. A
CGD Securities calcula que a Oi tenha 39 prédios e 4 mil torres para vender, o
que poderia gerar R$ 1,5 bilhão no ano. A Oi tem gastos previstos em R$ 11
bilhões no ano (incluindo investimentos, dividendos e despesas financeiras),
para um Ebitda de R$ 9,08 bilhões. "Com a venda de ativos, a empresa
mantém a relação dívida/Ebitda em três. Mas a sua dívida ainda é cara, com
juros de 8%, e a receita não crescerá 8%. Seria melhor reduzir o
endividamento", disse outro analista.
Amil se despede da bolsa com alta de 110% em 5 anos e meio
Infomoney 10.05.2013 - Após OPA realizada na
metade de abril, a empresa de planos de saúde encerrou oficialmente sua
negociação na BM&FBovespa na noite da última quinta-feira
A Amil (AMIL3) encerrou oficialmente sua
negociação na BM&FBovespa na noite da última quinta-feira, segundo
comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários). A empresa de planos
de saúde se despede do mercado com alta de 110% nos cinco anos e meio em que
esteve listada na bolsa.
Na metade de abril, a empresa concretizou sua
OPA (Oferta Pública de Aquisição de Ações) na bolsa, dando fim ao processo
aberto em outubro do ano passado, quando a UnitedHealth anunciou que compraria
a empresa e fecharia seu capital.
Após essa etapa, a UnitedHealth teria um
prazo de até três meses para adquirir os papéis remanescentes no mercado - o
que foi concluído na véspera. As ações que haviam restado na bolsa após a OPA
correspondiam a 0,8% do total do capital da companhia.
Amil se despede oficialmente da bolsa; ação
subiu 110% nos cinco anos e meio no mercado (Ricardo Moraes/Reuters)
Em comunicado, a empresa disse que recebeu,
no último dia 9, a informação de que a CVM promoveu, naquela data, o
cancelamento do registro para negociação do papel.
Com a saída da Amil, as opções para os
investidores na bolsa brasileira em empresas do setor de saúde se restrigem a:
Odontoprev (ODPV3), Tempo Participações (TEMP3); Diagnósticos da América
(DASA3) e Fleury (FLRY3) de laboratórios; e Qualicorp (QUAL3), corretora e
administradora de planos de saúde.
OGX registra prejuízo de R$ 805 milhões no 1º trimestre de
2013
Infomoney 10.05.2013 - No último trimestre do
ano passado, a companhia de petróleo havia registrado prejuízo de R$ 286
milhões
A OGX Petróleo (OGXP3) divulgou os resultados
do primeiro trimestre de 2013, registrando um prejuízo líquido de R$ 805
milhões, quase o triplo dos R$ 286 milhões observados no quarto trimestre de
2012.
De acordo com a companhia, esse prejuízo foi
grande parte sem impacto no caixa. "Esse resultado decorre principalmente
de despesas no valor de R$1,19 bilhão referentes a poços secos e áreas
subcomerciais devolvidas à ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás e
Biocombustíveis) após a conclusão do período exploratório em Março de 2013.
Esses impactos foram parcialmente compensados pelo efeito positivo de imposto
de renda e contribuição social diferidos de R$424 milhões", ressalta a
companhia.
Por sua vez, a receita líquida da companhia
somou R$ 289 milhões, com alta de 65% na comparação com o quarto trimestre de
2012, de R$ 175 milhões. Já o capex (investimentos em bens de capital) passou
de R$ 550 milhões nos últimos três meses de 2012 para R$ 289 milhões no
primeiro trimestre deste ano, queda de 47%.
OGX tem prejuízo de R$ 805 milhões
(Divulgação OGX)
Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos,
depreciações e amortizações) passou de um resultado negativo de R$ 38 milhões
no quarto trimestre de 2012 para um número positivo de R$ 74 milhões.
Acordo com a Petronas
A companhia ainda deu mais detalhes sobre o
contrato com a Petronas, que teve como objeto a venda da participação de 40%
dos blocos BM-C-39 e BM-C-40, localizados na Bacia de Campos, por US$ 850
milhões.
A empresa afirmou que receberá US$ 250
milhões assim que as aprovações regulatórias da ANP e do Cade (Conselho Administrativo
de Defesa Econômica) sejam feitas, sendo que os outros US$ 500 milhões serão
liberados por uma conta custódia assim que houver o início da produção. Os
outros US$ 100 milhões serão pagos à companhia conforme determinados níveis de
produção sejam atingidos.
Palavras do diretor
O diretor-presidente da OGX, Luiz Carneiro,
comentou os resultados da companhia do primeiro trimestre:
“No primeiro trimestre de 2013, a OGX
demonstrou um contínuo progresso, registrando maiores receitas e um EBITDA positivo
pela primeira vez, assim como um aumento no volume total produzido no Campo de
Tubarão Azul, na Bacia de Campos, que totalizou 954 mil barris de petróleo.
A companhia também atingiu produção total de
quatro milhões de metros cúbicos de gás por dia no Campo de Gavião Real, na
Bacia do Parnaíba, após a sincronização da quarta turbina da Usina
Termoelétrica Parnaíba I com o sistema nacional.
Apesar deste avanço, este foi um trimestre
desafiador para a OGX, uma vez que problemas operacionais levaram a paradas na
produção dos poços OGX-68HP e TBAZ-1HP, além de intermitência operacional no
poço OGX-26HP. Continuamos analisando o comportamento do reservatório, assim
como o impacto no volume recuperável total estimado", afirmou Carneiro.
Lucro líquido da LPS Brasil
cai 15,6% no 1tri, para R$ 18 milhões
Valor 10.05.2013 - O lucro líquido da LPS
Brasil Consultoria de Imóveis caiu 15,6% no primeiro trimestre de 2013, para R$
18,009 milhões, ante R$ 21,345 milhões no mesmo período do ano passado,
conforme. demonstração de resultados consolidada divulgada na noite desta
quinta-feira no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O lucro líquido é o atribuível aos acionistas
controladores, base para a distribuição de dividendos.
A receita operacional líquida da companhia
cresceu 14,7% no primeiro trimestre, para R$ 98,749 milhões, em comparação com
os R$ 86,048 milhões do primeiro trimestre do ano passado.
Os custos dos serviços prestados cresceram
4,1% no primeiro trimestre, para R$ 16,304 milhões, ante R$ 15,660 milhões do
mesmo período do ano passado.
O lucro bruto da empresa no primeiro
trimestre atingiu R$ 82,445 milhões, em alta de 17,1% sobre os R$ 70,388
milhões do primeiro trimestre de 2012.
O lucro operacional antes do resultado
financeiro no primeiro trimestre desta ano foi de R$ 11,710 milhões,
crescimento de 3,9% ante os R$ 11,268 milhões do mesmo período do ano passado.
O resultado financeiro caiu 62% no primeiro
trimestre, para R$ 8,336 milhões, ante R$ 21,943 milhões dos três
primeiros meses de 2012.
O lucro antes dos tributos foi de R$ 20,046
milhões no primeiro trimestre de 2013, em queda de 39,6% em relação aos R$
33,211 registrados no mesmo período do ano anterior.
É "ingenuidade" crer que País está imune à crise,
diz Vale
Exame 10.05.2013 - O presidente da companhia,
Murilo Ferreira demonstrou preocupação com os rumos da economia durante o 24º
Congresso Brasileiro do Aço.
"Infelizmente, nós, muitas vezes,
acabamos vendo as coisas com lentes mais apuradas para o Brasil. Mas temos de
também notar a situação mundial", disse Murilo Ferreira.
Rio de Janeiro - O presidente da Vale, Murilo
Ferreira, considera "ingenuidade" acreditar que o Brasil está imune à
crise internacional. Diante de uma plateia de representantes da cadeia
siderúrgica, no Rio, Ferreira demonstrou preocupação com os rumos da economia.
"Achar que nós vamos ter um cenário
benigno para o Brasil, desacompanhado do resto do mundo, pode ser um pouco de
ingenuidade, na minha visão. Infelizmente, nós, muitas vezes, acabamos vendo as
coisas com lentes mais apuradas para o Brasil. Mas temos de também notar a
situação mundial", afirmou, ao dizer que a crise financeira iniciada em
2007 ainda não terminou.
O tom preocupante dele reforçou o pessimismo
que imperou no 24.º Congresso Brasileiro do Aço. Durante o evento, presidentes
de duas das principais siderúrgicas que atuam no mercado nacional traçaram um
cenário nebuloso para o setor.
No comando da ArcelorMittal Brasil, Benjamin
Baptista destacou que o setor trabalha com uma geração de caixa negativa nas
exportações de placas nos últimos anos por conta do que chamou de "efeitos
perversos": excedente de aço no mundo, aumento de custo de matéria-prima e
a apreciação do real.
"Por isso, decidimos no fim do ano
passado desligar o alto-forno 3", justificou, lembrando que, no início da
construção do equipamento, em 2008, o dólar valia R$ 2,84, enquanto hoje está
cotado próximo a R$ 2. Ferreira destacou que o excesso de capacidade de aço
levou a uma contração dos preços internacionais do produto, movimento que não
foi acompanhado pela redução de custos de insumos como o carvão.
Já o diretor-presidente da Gerdau, André
Gerdau Johannpeter, lembrou que a sobra de capacidade atual corresponde a 27%
da produção global, muito acima da média histórica de 16%. No evento,
Johannpeter voltou a criticar a elevada carga tributária no País e defendeu a
flexibilização da legislação trabalhista.
Apesar das preocupações levantadas, ele
afirmou que todas as companhias têm planos de expansão que aguardam uma melhora
no cenário mundial para serem retirados da gaveta.
O presidente da Vale disse que o diagnóstico
econômico mais nebuloso foi formado após uma longa lista de viagens
internacionais. "Fui eleito presidente da Vale, mas na realidade eu tenho
sido mais um piloto de avião. No ano passado, estive em 161 viagens ao exterior
e posso dizer que o ambiente que eu encontro mundo afora é muito duro",
revelou.
Ao pedir a palavra após ter discursado, Ferreira
argumentou que não é preciso fazer contas mais elaboradas para concluir que
existe um processo de recessão mundial, com alguns países passando por
"ajustes complicadíssimos".
O presidente da mineradora citou a crise na
Europa e a dívida de US$ 16 trilhões dos Estados Unidos como alguns dos
principais desafios a serem enfrentados pela economia mundial. De acordo com
Ferreira, alguns países passam por uma situação semelhante à vivida pelo Brasil
nos anos 1980.
Lucro da Cetip sobe 12% no 1º tri
Valor 10.05.2013 - Ainda sob o efeito da
retração da atividade de crédito no país, a Cetip registrou lucro líquido
contábil de R$ 80,1 milhões no primeiro trimestre deste ano, uma alta de 12,1%
em relação ao mesmo período de 2012. No conceito ajustado, que desconsidera
despesas sem efeito no caixa, o resultado foi de R$ 116,2 milhões, um
crescimento de 11%, na mesma base de comparação.
O resultado foi sustentado principalmente
pelas receitas ligadas à custódia de ativos, que dependem do estoque, e não do
fluxo de novas operações, segundo o vice-presidente financeiro e de relações
com investidores, Francisco Carlos Gomes. O executivo vê sinais de recuperação
no crédito, mas projeta uma retomada mais efetiva a partir da metade do ano.
Gomes também aponta uma maior
"concorrência" das emissões de títulos de dívida no mercado externo
por empresas e bancos, cujas operações não passam pelo registro na Cetip.
"Ainda assim, os números continuam mostrando a resiliência do modelo de
negócios da companhia", afirma o executivo, que no mês passado assumiu a
presidência interina da empresa, no lugar de Luiz Fernando Fleury.
Questionado sobre o processo de sucessão, que
teve início em novembro do ano passado, quando foi anunciado que Fleury deixaria
a companhia, Gomes afirmou que a definição está em fase final e deve ocorrer
"nos próximos dias ou semanas". O assunto está sendo tratado neste
momento pelo conselho de administração da empresa, segundo o executivo.
Sobre os estudos para se tornar uma operadora
de bolsa, Gomes disse que a Cetip discute o projeto com a Intercontinental
Exchange (ICE), uma das principais acionistas da companhia. Entre as ideias em
discussão está a de trazer ao mercado brasileiro "alternativas de serviço
de trading", segundo o executivo, sem detalhar que tipo de negociações
poderiam ser adicionadas. Gomes voltou a dizer que a Cetip não tem como
objetivo concorrer nos segmentos de atuação da BM&FBovespa.
Desde o ano passado, a companhia trabalha
para se tornar uma contraparte central para derivativos de balcão e prestar
serviços como o empréstimo de títulos de renda fixa. A iniciativa depende de
autorização dos órgãos reguladores, mas a Cetip espera lançar o serviço em
agosto. Outro projeto aguardado pelo mercado é o da plataforma para o setor
imobiliário, cujo lançamento está "na boca do forno", segundo Gomes.
Os novos projetos devem diversificar as
fontes de receita da companhia. No primeiro trimestre, a Cetip apresentou um
aumento de 7,6% na receita líquida, para R$ 207 milhões. A geração de caixa
medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos,
depreciação e amortização) cresceu 3,6%, para R$ 141 milhões.
Raia Drogasil tem lucro 7% maior no 1o trimestre
Reuters 10.05.2013 - A rede de farmácias Raia
Drogasil teve lucro líquido ajustado de 26,5 milhões de reais no primeiro
trimestre, alta de cerca de 7 por cento sobre o resultado obtido no mesmo
período de 2012.
A companhia obteve geração de caixa medida
pelo Ebitda ajustado de 66,2 milhões de reais nos três primeiros meses do ano,
crescimento de 8 por cento. A margem no período passou de 4,8 para 4,6 por
cento.
A maior rede de drogarias do Brasil apurou
receita líquida de vendas e serviços 12,3 por cento maior nos três primeiros
meses deste ano, para 1,39 bilhão de reais. Enquanto isso, os custos de
produtos vendidos subiu 10,6 por cento, para cerca de 1 bilhão de reais.
As vendas no conceito mesmas lojas, que
consideram aquelas abertas há pelo menos um ano, cresceram 5,2 por cento.
Considerando pontos em operação há três ou mais anos, lojas maduras, o
crescimento das vendas foi de 2,2 por cento no primeiro trimestre.
Além de efeito calendário e do clima chuvoso,
a companhia afirma no balanço que o resultado foi afetado por forte base de
comparação com o primeiro trimestre de 2012, quando a empresa teve crescimento
recorde de 14,8 por cento nas vendas mesmas lojas e de 10,8 por cento nas lojas
maduras.
"No segundo trimestre, nosso crescimento
deve retornar aos níveis históricos, dado que as bases de comparação do segundo
trimestre ao quarto trimestres de 2012 foram significativamente mais baixas do
que o pico observado" de janeiro a março do ano passado, afirmou a
Drogasil no balanço.
A empresa ampliou o número de lojas no país
em 14 por cento no período, para 895 unidades, abrindo 36 lojas no primeiro
trimestre, recorde para o período, após 42 nos três últimos meses de 2012.
"Não vislumbramos qualquer correlação
entre o nosso crescimento e o desempenho da economia brasileira, já que
operamos em um dos setores mais defensivos da economia e atendemos
principalmente consumidores de alto poder aquisitivo, que são menos impactados
por ciclos econômicos no que se refere à compra de itens essenciais, como
medicamentos e produtos de higiene e beleza", afirmou a empresa.
Governo pode deixar MP dos Portos 'caducar'
Valor 10.05.2013 - Alves: presidente da
Câmara convocou sessão para votar MP na segunda-feira. O governo deixará
"caducar" a medida provisória que altera as regras do setor
portuário, caso não consiga derrubar, até o início da semana que vem, as
emendas defendidas pelo líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ). Na
avaliação do governo, a proposta praticamente rasga o texto original da MP dos Portos
(595) e esvazia a competitividade do setor, privilegiando empresas que já atuam
nos principais terminais do país.
Para tentar derrubar a emenda aglutinadora de
Eduardo Cunha, a presidente Dilma Rousseff mobilizou o governo e a base aliada.
Em conversas com o vice-presidente, Michel Temer e os ministros Aguinaldo
Ribeiro (Cidades) e Manoel Dias (Trabalho), Dilma cobrou esforço concentrado
para tentar derrubar a emenda. O governo trabalha para que a MP dos Portos seja
votada na Câmara no início da próxima semana para que possa seguir para o
Senado antes de quinta-feira, quando perde a validade. O presidente da Câmara,
Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), convocou uma sessão na segunda-feira para
votação da MP. Em geral, não há votações às segundas-feiras. O presidente do
Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também entrou em campo. "Vamos fazer o
que for possível para atender [ao pedido]. Se aprovada pela Câmara, vamos
tentar um acordo com os líderes para aprovar também no Senado", explicou.
A emenda proposta pelo PMDB contraria o
governo, especialmente, em quatro pontos. O Palácio do Planalto não admite a
alteração do prazo de prorrogação das concessões dos terminais portuários. O
governo quer prorrogar esses contratos por até cinco anos e apenas os terminais
licitados antes de 1993, quando passou a vigorar a Lei dos Portos (8.630). A
emenda, no entanto, estende esse prazo para dez anos e não se limita aos
contratos anteriores a 1993, ou seja, todos os portos teriam mais uma década de
validade pela frente. Há 52 portos com contratos firmados antes de 1993, mas
outros 117 são posteriores a essa data. Na avaliação do governo, a emenda
favorece atuais operadoras de terminais e reduz a competitividade.
O segundo ponto de discordância diz respeito
à exigência de que os funcionários de novos terminais privados sejam,
obrigatoriamente, ligados ao Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo), que hoje faz a
gestão de trabalhadores de portos públicos. Nos atuais terminais privados, os
funcionários são contratados pelo regime da consolidação das leis do trabalho
(CLT), os chamados celetistas. A terceira proposta que contraria o governo
trata de restrições para realização de licitações. Eduardo Cunha propõe que a
Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) só realize licitações desde
que seja "comprovadamente esgotado o aumento de capacidade em instalações
portuárias dentro dos portos organizados da mesma região concorrencial".
Para o governo, isso significa afastar a possibilidade de ampliar a
concorrência. Finalmente, a emenda limita a prorrogação de contratos por uma
única vez, mais uma medida que, na visão do Palácio do Planalto, inibe o
interesse de investidores.
Outros temas incluídos no relatório não
agradam o governo. A inclusão do conceito de "terminal indústria",
por exemplo, prevê que a aprovação de terminais privados destinados à
movimentação de carga própria - e não de terceiros - seja dispensada de chamada
pública e do processo seletivo pela Antaq. O governo discorda e quer que tudo
passe por licitação, com abertura de terminais privados destinados à carga
própria e de terceiros. Mais uma proposta que causa dor de cabeça prevê que
companhias que detenham participação superior a 5% em empresas de navegação
marítima não participem de licitações. A medida, para o governo, afasta a
participação dos armadores.
Relator da MP na comissão mista, o líder do
governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), criticou a emenda de Cunha. Disse
que ela representa uma "ruptura" do entendimento construído na comissão
mista e que o relatório aprovado "foi amplamente negociado" com o
governo, trabalhadores e empresários e representa a possibilidade de consenso.
"Aquele texto representa senão o ideal, o possível. Mais do que aquilo
significa ruptura", declarou Braga.
Ontem, Dilma aproveitou a cerimônia de posse
de Guilherme Afif Domingos (PSD) na Secretaria da Micro e Pequena Empresa para
fazer um apelo ao Congresso. Em rápida declaração a jornalistas, disse que vai
lutar até a quinta-feira para tentar aprovar a proposta. "Não podemos
desenvolver nosso país se não tivermos uma infraestrutura dos portos aberta ao
setor privado", afirmou Dilma.
A presidente destacou que a proposta
negociada assegura, sobretudo, o direito dos trabalhadores do setor.
"Queremos hoje uma nova abertura, que o acesso aos portos brasileiros seja
um direito a todos aqueles que produzem. É essa a ideia dessa medida
provisória", afirmou a presidente.
Dilma e Temer decidiram ainda mexer na
relação com a base parlamentar, numa tentativa de "afinar a relação",
atualmente alvo de muitas reclamações dos aliados. Quando a presidente viajar a
um Estado para inaugurar obras, por exemplo, deverá ser acompanhada por
parlamentares da região. Quando houver liberação de recursos para municípios,
deputados da região deverão ser informados previamente, para que possam
transmitir às suas bases no local. A estratégia é mostrar que Cunha age sozinho
ao articular a derrota do governo, apresentando uma emenda que desvirtua o
texto defendido pela presidente. Com isso, tenta evitar também arranhões na
relação com o principal partido de sustentação da base no Congresso e da
reeleição. Isso porque chama a atenção a inclusão, na emenda de Cunha, a
presença de outras propostas feitas por parlamentares da oposição, como o DEM,
ou da base que ameaçam não apoiar a petista em 2014, como PSB e PDT. Cunha
afirma agir com respaldo da bancada de 79 deputados, a segunda maior da Casa.
Tanto que disse hoje que sua emenda está mantida se ocorrer votação da semana
que vem. "A emenda será apresentada. A única possibilidade de votar essa
MP é com essa emenda", declarou.
Ele também rejeitou a possibilidade de a
Câmara apreciar o texto na segunda-feira, conforme defendido por Henrique
Alves. "Segunda-feira não votamos. Não mobilizo a bancada para votar
segunda-feira. Não foi por culpa nossa que não votamos ontem", declarou.
A sessão de anteontem que apreciava a MP foi
interrompida após discurso do líder do PR, Anthony Garotinho (RJ), de que a
emenda de Cunha transformaria a MP dos Portos em "MP dos Porcos" e
estava permeada por negócios escusos. Sua fala inflamou o plenário, que cobrou
dele a identificação dos corrompidos e dos corruptores antes de a sessão
continuar. A sessão foi interrompida.
Ontem, Garotinho reafirmou as acusações.
"Aquela emenda é tio Patinhas mesmo. Aquela emenda desfigura a MP proposta
pelo governo. "Se meu discurso era falso, por que a sessão não prosseguiu?
Ora, lobistas conhecidos, famosos do setor portuário, que representam entre
outras figuras o senhor Daniel Dantas, circulavam aqui em salas fechadas, em
conversas nada republicanas." Dantas é sócio da empresa Santos Brasil, um
dos principais terminais de contêineres do país. As declarações de Garotinho
devem abrir uma apuração no Conselho de Ética. Alguns deputados já falam até na
instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Portos.
Brazil Hospitality Group tem receita de R$ 58,6 milhões no
1º trimestre
Revista Isto é Dinheiro 10.05.2013 - A BHG
S.A. - Brazil Hospitality Group teve Receita Operacional Líquida de R$ 58,6
milhões no primeiro trimestre de 2013, crescimento de 13% em relação ao mesmo
período de 2012.
Em termos absolutos, a receita aumentou em R$
6,7 milhões, refletindo principalmente a operação dos hotéis no sudeste e
nordeste, que juntos tiveram um acréscimo na receita líquida de R$ 5,5 milhões.
A BHG encerrou o trimestre com um total de
8.691 quartos em operação, distribuídos em 49 hotéis, sendo 16 hotéis próprios,
26 de terceiros e 7 com participação mista, além de outros 3 hotéis através de
participação minoritária.
Concorrência na berlinda
Veja 10.05.2013 - Licitação anulada. Uma
concorrência da Infraero no Aeroporto Internacional de Salvador está prestes a
ser anulada.
A licitação tratava do serviço de embalagem
de bagagens dos passageiros. A empresa Pro Scan levou a disputa depois que a
Infraero desclassificou duas empresas que apresentaram propostas quatro vezes
maiores que a vencedora.
Depois de muita chiadeira de uma das
derrotadas, o pregoeiro da licitação acaba de reconhecer que a concorrência tem
que ser anulada. A Infraero ainda estuda como resolverá o caso.
PDG Realty tem prejuízo líquido de R$ 73,812 milhões no 1º
trimestre
Valor 10.05.2013 - A PDG Realty registrou
prejuízo líquido de R$ 73,812 milhões no primeiro trimestre deste ano, ante
lucro líquido de R$ 32,475 milhões no mesmo período do ano passado, conforme
demonstração de resultados consolidada divulgada na madrugada desta sexta-feira
no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A companhia teve R$ 1,335 bilhão em vendas
imobiliárias no primeiro trimestre de 2013, em queda de 12,9% ante R$ 1,534
bilhão no primeiro trimestre do ano passado.
A receita operacional líquida caiu 11,1% no
primeiro trimestre de 2013, para R$ 1,325 bilhão, ante R$ 1,491 bilhão no
primeiro trimestre de 2012.
O custo de vendas da empresa caiu 12% no
primeiro trimestre deste ano, para R$ 1,066 bilhão, comparado ao R$ 1,213
bilhão do mesmo período de 2012.
O lucro bruto sofreu redução de 7,1% no
primeiro trimestre, para R$ 258,265 milhões, ante R$ 278,149 milhões no
primeiro trimestre de 2012.
O resultado operacional da PDG ficou negativo
em R$ 298,303 milhões no primeiro trimestre, em alta de 30,4% sobre o
desempenho negativo de R$ 228,651 milhões no primeiro trimestre de 2012.
No primeiro trimestre deste ano, a companhia
registrou prejuízo líquido antes dos impostos, de R$ 40,038 milhões, ante lucro
líquido antes dos impostos no primeiro trimestre do ano passado, de R$ 49,498
milhões.
A empresa divulgou também que houve
lançamentos no valor de R$ 388 milhões com foco geográfico no Sudeste. As
vendas líquidas da PDG totalizaram R$ 881 milhões no primeiro trimestre,
resultado 32% superior ao quarto trimestre de 2012, quando haviam totalizado R$
667 milhões, de acordo com o comunicado da empresa. Segundo o documento, 72%
das vendas líquidas corresponderam a vendas de estoque, sendo o restante
correspondente a vendas de lançamentos.
A PDG Realty afirmou também ter encerrado
obras em 12.241 unidades no primeiro trimestre, o que corresponde a 50% da
estimativa de entregas de 2013.
A venda da Delta avança
Veja 10.05.2013 - Em negociação. Já chegaram ao
Rio de Janeiro, vindos de Dubai, dois representantes do grupo interessado em
comprar a Delta, de Fernando Cavendish (leia mais em Delta à venda).
Vão se reunir com os bancos credores
(Bradesco e HSBC à frente) e , claro, com Cavendish, Dionisio Tolomei,
presidente atual da Delta, e Guilherme Laager, que intermedeia o negócio.
Lucro líquido da Lopes cai 16% no 1o trimestre
Reuters 10.05.2013 - A Lopes Brasil encerrou
o primeiro trimestre com lucro líquido atribuível aos acionistas de 18 milhões
de reais, uma queda de 16 por cento na comparação com igual período de 2012,
segundo informou a empresa na noite de quinta-feira.
O resultado foi impactado por efeitos não
caixa provocados pela adoção de normas do sistema contábil IFRS. O lucro
líquido antes do IFRS somou 19,2 milhões de reais, alta de 40 por cento ante o
primeiro trimestre de 2012.
A geração de caixa medida pelo lucro antes de
juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou
30,9 milhões de reais no período, crescimento de 24 por cento sobre um ano
antes.
A margem Ebitda, por sua vez, passou de 28,9
por cento para 31,3 por cento.
A receita líquida da empresa totalizou 98,75
milhões de reais no primeiro trimestre, alta de 15 por cento.
O valor geral de vendas intermediadas totais
cresceu 9 por cento na mesma base de comparação, para 4,35 bilhões de reais.
Evonik elege Brasil para expandir na AL
Valor 10.05.2013 - Engel, CEO global da
Evonik: "Brasil é estratégico para os negócios do grupo".
O grupo alemão Evonik, um dos maiores
produtores globais de especialidades químicas, vai construir no Brasil uma
fábrica para a produção de sílica, uma das principais matérias-primas para
produção de borracha, consumida em larga escala pelas indústrias de pneus. A
nova unidade, que será instalada em Americana (SP), vai entrar em operação em
2015.
Esse investimento faz parte um ciclo de
expansão da multinacional na América do Sul, com aporte total de € 200 milhões.
No ano passado, a companhia já tinha anunciado a construção de duas unidades no
país - uma para a produção de insumos para as indústrias de cosméticos, também
em Americana, e outra em Castro (PR), de aminoácidos para o setor de nutrição
animal, ambas com o início das operações previsto para 2014. A planta do Paraná
será ao lado do complexo industrial da Cargill. Na Argentina, a empresa
inaugura este ano uma fábrica de catalisadores para biodiesel. Com esses
investimentos, o grupo terá cinco unidades no país.
Ao Valor, o presidente global da
multinacional, Klaus Engel, afirmou que o Brasil se tornou estratégico entre os
países emergentes. "Todo mundo fala do potencial dos países asiáticos,
como a China, mas a América Latina se mostrou uma região com grande potencial
de mercado, sobretudo depois a crise financeira global", disse.
A nova fábrica de sílica será a primeira do
grupo fora da Europa e dos EUA. "Boa parte desse insumo será voltado para
a produção de borracha para pneus, que tem forte demanda no Brasil", disse
o executivo. A produção será destinada para a fabricação dos chamados
"pneus verdes", que reduzem o consumo de combustível. Esse tipo de
pneu tem demanda firme no mercado global, com taxas de crescimento anuais de
18% nos próximos cinco anos, disse.
A capacidade da fábrica ainda não foi
definida, pois o projeto está em fase inicial. No mundo, o grupo tem uma
capacidade de cerca de 500 mil toneladas por ano. Entre 2010 e 2014, a Evonik
tem investimentos programados para elevar em 30% sua produção mundial.
Afetada pela crise global, a empresa tem
reforçado suas apostas em mercados emergentes. O Brasil tornou-se o principal
alvo na América Latina. A expectativa é de que a região salte de um faturamento
da ordem de € 850 milhões em 2012 para € 1 bilhão em 2016. A meta é atingir € 2
bilhões em receita em 2020 na América Latina (excluindo México). No ano
passado, a Evonik encerrou com receita global de € 13,6 bilhões.
Embora o Brasil já não esteja entre as nações
mais competitivas em custos de produção, Engel disse que o país tem importância
estratégica. "Quando se pensa a longo prazo, outros fatores são levados em
consideração, além dos custos [que envolvem energia e mão de obra,
sobretudo]." Neste ano, a empresa completa 60 anos no país. Com duas unidades
em produção - uma delas, instalada em Barra do Riacho (ES), produz peróxido de
hidrogênio; a outra, em Americana, catalisadores químicos.
O grupo tem ainda laboratórios no país.
Engel, que aproveita sua passagem por aqui para participar do Encontro Econômico
Brasil-Alemanha, esteve ontem no colégio paulistano Visconde de Porto Seguro. A
Evonik (ex- Degussa) cedeu tecnologia ao colégio para a implementação do
projeto "Cyber-Classroom", que utiliza recursos tridimensionais para
tornar o processo de aprendizagem mais dinâmico.
Odebrecht fará fertilizante e combustível na Venezuela, diz
Maduro
Valor 10.05.2013 - A Brasken, braço
petroquímico da Odebrecht, fechou acordo com a Pequiven venezuelana para
produzir na Venezuela 1,5 mil toneladas anuais de ureia, anunciou o presidente
venezuelano, Nicolás Maduro, após encontro com a presidente Dilma Rousseff.
Também com a Brasken, foi firmado um acordo para instalação de uma fábrica
destinada a melhorar a qualidade do coque verde venezuelano, derivado de
petróleo usado como combustível, e um acordo de garantia de fornecimento do
produto ao Brasil.
"Não é só fertilizante para nossa
revolução agropecuária, mas também para abastecer o Norte e Nordeste do
Brasil", disse Maduro ao anunciar o acordo na área da ureia. A presidente
Dilma Rousseff, ao discursar pouco antes de Maduro, citou as futuras compras de
ureia e de coque como uma forma de incrementar o comércio bilateral e reduzir o
superávit em favor do Brasil, hoje em torno de US$ 4 bilhões anuais.
Os dois presidentes comemoraram a soma do
comércio entre os dois países, que passou de US$ 6 bilhões no ano passado, e
Maduro anunciou a intenção de elevar a corrente de comércio para US$ 15
bilhões.
Maior produtor mundial de platina anuncia supressão de 6 mil
empregos na África do Sul
AFP 10.05.2013 - O número um mundial de
platina, Anglo American Platinum (Amplats), anunciou nesta sexta-feira a
supressão de 6.000 empregos na África do Sul, uma decisão que ameaça avivar os
conflitos sociais no setor minerador.
A Amplats detalhou que estas supressões
afetarão essencialmente a bacia de Rustenburg, cidade mineradora situada 120 km
a noroeste de Johannesburgo que foi epicentro de uma violenta onda de greves
nas minas em 2012.
A Amplats revisou em baixa um projeto
anunciado em janeiro, que previa a supressão de 14.000 empregos. A direção
precisou atrás diante dos protestos
tanto do governo quanto do ANC, o partido no poder na África do Sul, e dos sindicatos,
ao mesmo tempo em que repetia que uma reestruturação seria inevitável.
Mas, mesmo reduzido, o plano de demissões
deve provocar uma reação forte dos sindicatos, que anunciaram há tempos que se
oporiam a qualquer supressão de empregos.
Fortemente afetada por uma longa greve entre
setembro e novembro, a Amplats registrou uma perda líquida de 1,468 bilhão de
rands (122 milhões de euros) em 2012, contra um lucro de 3,566 bilhões no ano
anterior.
Empresas de ônibus criticam subsídio do governo para aviação
regional
Folha 10.05.2013 - O plano do governo federal
de subsidiar passagens aéreas para impulsionar a aviação regional no país é
criticado por executivos das empresas de ônibus.
Setor rodoviário pede igualdade e fim do ICMS
em passagens.
O setor de transporte rodoviário diz que o
governo age com desigualdade e que, se o subsídio deixar o preço das passagens
aéreas perto do cobrado no transporte rodoviário, como afirmou a presidente
Dilma Rousseff (PT) na semana passada, haverá risco de demissões.
"Ninguém vai pegar ônibus para andar
três horas se puder pegar avião e voar por 40 minutos", afirma José Luís
Teixeira, diretor-executivo da Viação Garcia, quarto maior grupo do setor no
país.
Para Paulo Porto Lima, diretor da Abrati,
associação nacional que reúne 130 empresas de ônibus, o plano de subsídios do
governo é "preocupante" e "desanimador".
"Somos um país carente de tudo, até que
ponto justifica um subsídio agora para o setor aéreo?", questiona Lima,
que também dirige o grupo Guanabara, que reúne seis empresas rodoviárias.
O plano de subsídios ao setor aéreo vem sendo
preparado pelo governo federal desde o fim do ano passado, quando foi anunciado
um pacote para a aviação regional.
Na semana passada, primeiro ela falou sobre o
tema em Campo Grande (MS). "Vamos subsidiar assentos dos aviões para que
se tornem competitivos. Nós pagamos a diferença entre a passagem de ônibus e o
preço médio da passagem de aviação."
Promessa semelhante foi feita depois, durante
visita a Uberaba (interior de Minas).
De acordo com o projeto que foi colocado em
consulta pública pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência, o governo
planeja subsidiar passagens em voos regionais em até 50% dos assentos
existentes em cada aeronave --com limite de 60 por voo.
Preços equiparados: O consultor técnico da
Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Adalberto Febeliano, afirma
que, ao contrário do que dizem os representantes do setor rodoviário, não se
trata de favorecimento à aviação.
Ele diz que o projeto leva em conta locais
onde há baixa densidade de tráfego, nas quais, se não houver apoio do governo,
jamais haverá transporte aéreo devido ao custo alto de operação, o que eleva o
valor das passagens.
"Do contrário, cidades pequenas e médias
vão ficar para sempre sem serviço aéreo", afirma. "A acessibilidade
aérea garante um raio de ação muito maior do que a acessibilidade
terrestre", diz ele.
Brasil vai ser 5ª economia do mundo antes de 2015, diz
Mantega
Estadão 10.05.2013 - Ministro da Fazenda
destacou que a velocidade de crescimento do País é o dobro da registrada na
Europa e disse esperar melhora nas condições econômicas do Brasil em 2012
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou
nesta terça-feira, 27, que em menos de quatro anos o Brasil será a quinta maior
economia do mundo, em termos de Produto Interno Bruto (PIB), superando a
França. "O FMI prevê que o Brasil será a quinta economia em 2015, mas
acredito que isso ocorrerá antes", disse.Economia deve a crescer no 1º trimestre de 2012, prevê
Serasa
Mantega: 20 anos para atingir padrão de vida
europeu. O ministro ponderou, no entanto, que ainda é preciso melhorar o padrão
de vida da população para que fique perto do que é registrado pelos países mais
ricos do mundo. Mantega ressaltou que a velocidade de crescimento do Brasil é o
dobro da registrada pelos países europeus. "Portanto, é inexorável que nós
passemos a França e no futuro, quem sabe, a Alemanha, se ela não tiver um
desempenho melhor", disse. O ministro reafirmou que de 2003 a 2010, o
crescimento do País ficou ao redor de 4% e que, em 2012, esse patamar será
retomado, pois estima que o PIB deve avançar de 4% a 5%.
Ontem, o jornal britânico The Guardian,
citando um estudo do Centro de Pesquisa para Economia e Negócios (CEBR, em
inglês), indicou que o País já é a sexta economia global, à frente do Reino
Unido.
O ministro ressaltou que o Brasil está no
caminho certo, pois tem um alto nível de geração de emprego, inflação sob
controle, "está na vanguarda do crescimento" e deve apresentar
condições econômicas melhores em 2012 do que neste ano. "O importante é
que estaremos crescendo mais em 2012 do que em 2011", comentou. "O
câmbio estará melhor e o crédito estará mais barato".
Questionado pela Agência Estado se os juros
também estarão menores, Mantega afirmou que haverá redução do custo financeiro
das operações relacionadas aos consumidores, mas não se manifestou sobre a
Selic, atualmente em 11% ao ano. Na última quinta-feira, o diretor de Política
Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Vasconcelos, afirmou que "se
for necessário, vai haver aumento da taxa de juro. Não sei quando",
referindo-se à eventualidade de o nível de atividade ficar muito aquecido e, em
algum momento do futuro, aumentar bastante as pressões sobre a inflação.
O ministro da Fazenda, contudo, foi realista
e manifestou que a renda per capita do Brasil precisa avançar para que o padrão
de vida da população melhore e fique perto do que é registrado pelos países
mais ricos do mundo. "Mas já estamos
melhorando bem", comentou.
Maletti would consider minority stake sale, welcomes advisory approaches – CEO
Maletti, a private Italian producer of furniture for
hair salons, would like to take on board a strategic investor in the medium
term in an effort to fuel international growth, CEO Danilo Manetti said. The
group will entertain advisory approaches to help it find a suitable partner, he
added.
The group
would like to raise EUR 10m from financial or strategic investors with retail
and distribution experience to support its expansion plans in South America and
Russia, Maletti said. In 2012 the group invested EUR 5m in Panama and Brazil.
The CEO said
he could consider selling a minority stake of 30% to realize the expansion
plans. Management has frequently been approached by interested private equity
firms but has declined all offers to date, the CEO said. However, this strategy
has now changed.
This year, the
group aims to consolidate its position in Latin America. “Within five years
Brazil will generate a turnover of USD 50m,” Maletti said. In the coming
months, the group will open a factory in Sao Paolo, a new show room in Lima and
an assembly plant in Paraguay.
“The next step
will be to enter Colombia, Uruguay and Bolivia with others show room openings”,
Maletti said, adding that to realize this plan it will invest EUR 5m by 2015.
In Russia,
Maletti aims to inaugurate an assembly plant to exploit the market potential,
investing EUR 3-4m this year. The CEO forecast that Russian exports would rise
to 10% in five years from 5% in 2012.
The rest of
EUR 10m raised would be invested in Africa. The group would like to open seven show
rooms in the most important hotels in Nigeria, Kenya, Mozambique and South
Africa, the CEO said.
Maletti is in
advanced talks to buy an American group with turnover of USD 30m which produces
furniture for hair salons. The CEO did not name of the group but said the deal
would push its turnover in North America and Canada, strengthening its
distribution channel. He did not say how much would be invested but said the
deal would be financed using the company's own reserves.
Maletti
generated a turnover of EUR 50m in 2012 with an EBITDA margin of 4-5%.
Management expects to reach in 2013 a similar turnover and EBITDA to last year.
Export accounts for 80% of Maletti’s turnover while the remaining 20% is
generated in Italy. The group is well positioned in Russia, the Middle East,
Latin America and Asia. Maletti said turnover from Latin America accounts for
5% but within five years should make up 30%.
Takara Belmont
is Maletti’s main EU competitor for hair salon furniture, he said.
Maletti group is located in Scandiano, near the city
of Reggio Emilia. Founded in 1936 by Guerrino Maletti, the Maletti Group is
owned by Danilo Manetti (60) and his brother Guido (54). Value USD 66m
(turnover in 2012).
Source
Proprietary Intelligence.
Valenia Group considers M&A to expand product portfolio – exec
• Telwin and Valenia
Spa units could acquire
• Minority stake in
Metra might be divested
Valenia Group, an Italian photovoltaics company, will
consider making acquisitions to grow its subsidiary Valenia Spa, general manager
and co-owner Stefano Spillere said.
Firms with
interesting products in the energy storage segment could complete Valenia Spa’s
portfolio, currently focused on photovoltaic inverters for capacity of 6KW, he
added.
Acquisitions
to broaden the offering of Telwin, a producer of welding machines and battery
chargers, are also being considered, Spillere said. Offers from companies for
sale that operate in this space have been received, but a good fit has not been
found as yet.
Valenia Group
is interested in analysing opportunities but at the moment is not actively
looking for candidates, the executive said. The Italian investment firm,
Palladio Finanziaria, in which Valenia Group holds a 10% stake, acts as
financial advisor, he added.
JVs with
distributors to expand in the photovoltaic sector in Europe are also part of
the group's strategy, the executive said. France, UK and Germany are the most
interesting areas. He noted that JVs with local firms to set up production
facilities in countries such as Brazil, India and China would in principle make
sense but are not part of the group’s short-term plan.
Offers for an
undisclosed minority stake in Metra, producer of blanked magnetic lamination
and die cast components for electric motors. would be considered, Spillere
said. However, he added, the divestment is not a priority as Metra, with
revenues of around EUR 10m, is relatively small. He mentioned that the majority
stake in the company is in the hands of the company Mefin owned by his
relatives Spillere Pietro and Spillere Alessandra.
The Valenia
Group, fully owned by the Spillere family, has been approached by potential
investors in the past but the offers have been refused, the executive said. The
growth is financed with the cash flow, he added.
Telwin, the
first company of the group, was established in 1963 by Spillere’s grandfather.
Spillere’s father is the CEO of the group, and he and his sister are involved
in the management of Telwin and Valenia Group, which has 400 staff.
In the
photovoltaic sector the group's main competitor is Power-One, the executive
said. He mentioned that among Telwin’s clients are major car producers, adding
that the company is currently in talks with Mercedes, part of the Daimler
group.
Valex, a
gardening tools manufacturer, is also part of Valenia Group, which recently
increased its stake in Valex from 40% to 100%. Value USD 157m (group revenues).
Source
Proprietary Intelligence.
CSN acquisition of 33% of CSA seen as
"reasonable" by Rio de Janeiro government
The government of Rio de Janeiro state sees as
“reasonable” the rumored deal in which Companhia Siderurgica Nacional – CSN (CSNA3: BZ, SID:
NYSE) could buy 33% of Companhia Siderurgica do Atlantico – CSA, a steel mill
located in northern Rio de Janeiro and owned by Germany’s ThyssenKrupp, Valor
Economico reported, citing Julio Bueno, the development secretary of Rio de
Janeiro.
Citing unnamed
sources, the article said Sergio Cabral, the governor of Rio de Janeiro state,
threatened to withdraw the tax benefits to CSA if Benjamin Steinbruch, the
controlling shareholder of CSN, bought the control of the company. The
government of Rio de Janeiro was displeased with Steinbruch when he transferred
the command of CSN from Rio de Janeiro to Sao Paulo in 2003, noted the report.
Stake Value
33%
Source Valor Economico
Geociclo Biotecnologia has attracted private equity interest, CEO says
Geociclo Biotecnologia, a privately held Uberlandia,
Brazil-based specialty fertilizer manufacturer, is selling a stake to a
domestic private equity firm, and will examine an additional stake sale by June
2014, CEO Ernani Judice said. A Brazilian PE firm is acquiring a minority
stake, and has hired an advisor to conduct due diligence on Geociclo, which
should conclude this month. The financing is expected to be closed by June,
Judice said. Proceeds will be used as working capital for its two factories in
Goianesia and in Uberlandia.
Geociclo is
being advised by the financial consultancy Advisia Management Consulting and
the law firm Campos Fialho Canabrava Borja Andrade Salles Advogados.
The
biotechnology company has created a new kind of fertilizer, called Geofert,
made with waste from a nearby aviary breeding farm, and waste from ethanol production,
Judice said. The CEO claims the product can improve crop efficiency by 15-20%.
Geociclo
projects revenues of about BRL 30m in 2013, by selling 25,000 tons of Geofert,
and it already has orders for 90,000 tons this year, Judice said.
It is already planning
another round of financing for 2014 from either a domestic or a global PE firm,
he said. PE investors should have experience in biotechnology, and should be
able to help Geociclo prepare to eventually go public, he said. The capital
raise will be done in two parts to avoid great dilution of the shareholder
stakes, the CEO added.
Proceeds from
the second round will be invested in two factories planned for the state of Sao
Paulo in 2014, Judice said.
Geociclo has about
BRL 116m (USD 58m) in initial equity invested from the major shareholder, the
Brazilian entrepreneur Olavo Monteiro de Carvalho, and loans from the
state-owned development bank BNDES and the development fund Fundo do
Centro-Oeste de Desenvolvimento (FCO).
Its first
factory opened in late 2012, and it will start making a profit in 2014, Judice
said. The two industrial facilities will be able to produce 175,000 tons in
2014, the CEO added, noting that Geociclo projects revenues of BRL 300m in
2015. Carvalho owns a 93% stake at Geociclo, while Judice, COO Kennedy
Carvalho, and the CTO, whose name is undisclosed, have a combined stake of 7%.
Value USD 58m
(Initial equity invested) Stake Value 29%.
Source Proprietary Intelligence.
Sechilienne Sidec interested in power stations in
Brazil
Sechilienne Sidec, the listed French utility that is
largely owned by private equity group Apax Partners, is planning to make
acquisitions in Brazil, daily Le Monde reported. The report cited Jacques
Petry, chairman and chief executive, as saying that the company was looking to
acquire power stations operated by sugar groups in Brazil.
Sechilienne
Sidec reported revenues of EUR 383m in 2012.
Value USD 504m (Sechilienne Sidec revenues in 2012)
Stake Value 100%.
Source Le Monde/Source Proprietary
Intelligence.
Vale undecided on the future of its fertilizer
business
Vale (VALE3, VALE5: BZ), the Brazilian listed mining
company, is still undecided on the future of its fertilizer business Vale
Fertilizantes, Valor Econômico reported citing the Vale’s CEO Murilo Ferreira.
Since abandoning its Rio Colorado potassium project in Argentina, the company
has not devised an alternative strategy for its fertilizer operation, but
expects to do so before Vale’s strategic planning for 2014 is announced in
November, the CEO was cited as saying.
The item
reported that, according to Ferreira, the sale of the concession license to
operate the Rio Colorado mine will surely take a long time; meanwhile, Vale
depends on its shareholders to decide whether or not to seek other potassium
exploration opportunities, the item also cited Ferreira as saying.
Source Folha de Sao Paulo.
Tecumseh, Embraco and Danfoss agree to USD 41.25m settlement in
refrigerator compressor case
Tecumseh, Embraco, a Whirlpool subsidiary, and Danfoss
Flensburg agreed to pay direct purchasers USD 41.25m to settle allegations of
price-fixing in the refrigerator compressor action, according to a court filing
on 8 May.
The agreement
would settle claims made by direct purchasers in 2009 that the settling
defendants and ACC and Panasonic conspired to fix the prices of refrigerator
compressors. The plaintiffs were purchasers of refrigerant compressor products
from the defendants.
The litigation
was a follow-on action to a US Department of Justice and European Commission
inquiry into the market. The antitrust authority in Brazil has also
investigated the market.
The settlement
will need to be granted preliminary approval from the court and then final
approval. No date for the settlement hearings has been made by the court yet.
Details of the
settlement
The direct plaintiffs filed a motion for preliminary
approval of the settlement on 8 May. In addition to agreeing to pay the USD
41.25m, the parties also agreed to assist the plaintiffs with their claims
against the non-settling defendants.
The Tecumseh
defendants agreed to pay USD 7m to a settlement fund and an additional USD
150,000 for notice and administration costs. The USD 7m represents
approximately 2.7% of Tecumseh’s total sales of compressors in the United
States to class members of the proposed settlement during the period between 25
February 2005 and 31 December 2008.
The Embraco
defendants agreed to pay up to USD 30m to a settlement fund and an additional
USED 500,000 for notice and administration costs. The USD 30m represents
approximately 5.1% of Embraco’s total sales of compressors to direct purchasers
during the class period in the United States. Within 90 business days after 13
February 2013, Embraco will deposit USD 10m into an escrow fund.
Danfoss
Flensburg agreed to pay USD 3.5m to a settlement fund and an additional USD
100,000 for notice and administration costs. According to the settlement
documents, the USD 3.5m represents a percentage of sales “substantially greater
than the percentages applicable to the other Settling Defendants.” Danfoss
Flensburg agreed to deposit the USD 3.5m into an escrow account within ten
calendar days of the Court’s preliminary approval of the Danfoss settlement.
According to
the settlement agreement, any interest on the settlement fund will become part
of the settlement fund.
The settlement agreement releases all claims against
the settling defendants except for claims by: (a) direct or indirect purchase
of compressors outside the United States (b) indirect purchase of Compressors
in the United States; or (c) alleged product defect or breach of contract
unrelated to the released claims set forth in the agreements, or similar
commercial claim between any of the settling parties and any of the direct
purchasers compressors.
The settlement
agreement also added Danfoss Flensburg as a party defendant. The complaint had
alleged that other Danfoss entities were responsible for the price-fixing, but
Danfoss avered that Danfoss Flensburg was the only entity that sold compressors
in the United States.
The settlement
documents can be read here.
The case is Refrigerant Compressors Antitrust
Litigation, 09-md-02042 US District Court for the Eastern District of Michigan.
Proprietary
extracts and summaries are provided by PaRR’s global team on a daily basis.
Source Proprietary Intelligence.
Swiss Re interested in IRB's privatization but less than in 2001,
sources say
Shareholder meeting to discuss bylaws and capital
raise scheduled for 16 May
Level of government control after the sale among key
factors for potential bid
Swiss Re (SREN:VX), the Zurich-based reinsurance
company, is interested in the privatization of Brazil's reinsurance company
IRB-Brasil Re, but sees such a deal as less compelling than when it was a
possibility in 2001, said two Swiss Re sources.
IRB currently
has BRL 2.8bn (USD 1.4bn) in premiums.
Swiss Re was a frontrunner for IRB during the
Brazilian government’s first privatization attempt initiated in the late 1990s.
However, the sale ended up being shelved after it was interrupted by a lawsuit
in Brazil’s Supreme Court and the government failed to pass the legislation
required to end IRB’s reinsurance monopoly.
This time,
Swiss Re is taking a cautious approach until the conditions of the sale become
clearer, the first source said. It is watching the IRB process with interest,
and could end up participating, but the odds of a deal are less than 50/50, the
second Swiss Re source said. The company does not want to go through another
failed process or one where there is a significant amount of government
control, the second source added.
The level of
government involvement in the privatized company will be defined in a new set
of bylaws, which will be discussed by IRB’s shareholders at an extraordinary
general meeting on 16 May, according to a public notice published by IRB today.
Shareholders
will also discuss in the meeting a capital increase of up to BRL 203m, or 15% of
shareholders' equity, through the issue of new common shares, at a price of BRL
2,577 per share, according to the notice. “In theory,” current shareholders may
be further diluted in the capital increase to accommodate a new investor, said
a source familiar with the situation. However, current preferred shareholders
will have preference rights in the offer, according to regulatory filings.
The government
is pushing for the privatization to move forward in a timely manner, the source
familiar with the situation said. According to an article published in the
local magazine Exame, the government plans to finish the privatization process
by year-end.
Swiss Re still
has a small market share in Brazil’s nascent free market for reinsurance, but
it is possible and maybe even preferable to grow organically, the first source
said. The end of the market monopoly in 2008 and increased investment and
industry development have opened up organic growth opportunities that were not
available in 2001, the second source explained.
"If I had
to handicap it, I would think that either a foreign company looking to enter
the market or local Brazilians would be the most likely buyers now," the
second source said.
A sector
banker, while unaware of any concrete plans of Swiss Re, noted that a number of
European insurance firms, including Zurich Insurance Group of Switzerland, have
been acquiring in Brazil over the last few years. It would make sense for Swiss
Re to follow suit. Additionally, Swiss Re acquired a majority stake in Brazil’s
UBF Seguros in 2010 and could build on this platform, the banker added.
IRB’s
shareholder equity is equally divided between common and preferred shares. The
Brazilian Treasury owns 100% of the common shares, while the majority of preferred
shares is owned by the insurance arms of Brazil’s two largest private sector
banks, Bradesco and Itau. Small stakes are held by the investment bank BTG
Pactual, the state-owned banks Banco do Brasil and CEF, and 60 other insurance
companies, according to a regulatory filing.
According to
the Brazilian government’s bidding rules, all preferred shares will be
converted to common shares at a 1:1 ratio, and the government will not exercise
its preference rights in the capital increase. It will own a golden share whose
voting powers will be specified in the new set of bylaws. The new controlling
shareholders have to commit to list IRB on the stock exchange within five
years, according to the bidding rules.
After the
conversion of preferred shares, which received a green light from the antitrust
authority Cade in April, the Treasury, Bradesco, Itau and Banco do Brasil will
own stakes of 15% to 20%, an investment fund created by CEF will own up to 20%
and IRB employees and retirees, up to 5%, according to antitrust filings.
A spokesperson
for IRB was unavailable for comment. Spokespeople for Bradesco and Itau did not
reply to requests for comment on whether the banks plan to exercise their
preference rights in the capital increase. Spokespeople for Banco do Brasil and
CEF declined comment.
IRB, Bradesco
and Itau were represented in the Cade process by the law firm Barbosa, Mussnich
& Aragao, while CEF was advised by Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e
Quiroga Advogados.
According to a
November 2012 report, citing Swiss Re CFO George Quinn, the Swiss insurer would
consider acquisitions in its Industrial Insurance, Corporate Solutions, and
Admin Re units.
Last month
Swiss Re acquired a 13.5% stake in Lifenet Insurance, a listed Japan-based
insurer, from Tokyo-based Monex. Value USD 101m (capital raise).
Source
Proprietary Intelligence.
ART considers loan or stake sale to finance buys, CEO says
Will hire lawyer and auditor for two upcoming deals.
Plans to consolidate railway IT sector. Alta Rail Technology (ART), a private
equity-backed software company, could sell a stake or take a loan to finance
the acquisition of two foreign targets it has identified, said Carlos Henrique
Correa, CEO.
ART, a railway
software company based in Curitiba, Brazil, was formerly known as ALL Rail Tec.
ART was formed this month when Brazil-based logistics company America Latina
Logistica sold a 51% stake in the subsidiary to Beaver Consultoria. Beaver
Consultoria is a holding company created by ALL Rail Tec executives and it was financed
with a BRL 30m (USD 15m) investment from PE firm Darby Overseas Investments,
based in Washington, DC.
At the same
time, ART acquired the Parana-based software company Daiken Ferroviaria and
Espirito Santo-based Engesis Engenharia de Sistemas, which specializes in
railway control systems. The three companies had combined revenues of BRL 38.5m
in 2012. ART projects a growth of 30% and reaching BRL 50m in turnover this
year, Correa said.
ART is in
negotiations for two additional acquisitions, and expects to close the first
deal by December, while the second will take “more time”, he noted, without
naming the countries where the targets are headquartered. It will hire lawyers
and an auditor for the acquisition talks, the CEO added, noting that Darby “naturally”
will participate in the acquisition talks.
The company
considers the state-owned development bank BNDES as an “optimal” option to
finance the acquisition of the second target, however, the company will also
consider taking a loan from commercial banks “with good interest rates”, Correa
said. He noted that ART has not contacted BNDES yet.
A stake sale
is the other possibility for financing the second buy, although it is not a
priority, Correa said. In that case, ART prefers to negotiate with a financial
investor than with a strategic one, the CEO noted. “A strategic could be our
competitor in one of ART’s [software] segments,” he said.
ART aims to
consolidate the railway information technology systems sector, Correa said. It
has clients in Brazil and Africa and technology partnerships with
infrastructure players like GE and Bombardier, Correa said. “ART’s goal is to
‘attack’ the global market”, the CEO noted. It competes with the Germany-based
ERP company SAP, he added.
The remaining
proceeds from the ALL-Darby deal will be invested in marketing and sales people
hires, Correa said. “The company [ALL Rail Technology] grew only by word of
mouth, without a sales team,” he explained.
ALL Rail
Technology worked with the M&A advisor Metrica Investments and with the law
firm Tauil & Chequer Advogados.
Value USD 19m (ART's combined revenues in 2012) Stake
Value 100%.
Source Proprietary Intelligence.
Almacenajes could make opportunistic buys in Central
and South America, CEO says
Almacenajes, a family-owned Panama City, Panama based
self-storage company, will continue to review acquisition opportunities in the
domestic market and around Latin America, CEO Abdiel Garcia told this news
service.
With more than
30% market share, the company has naturally been presented acquisition
proposals by smaller competitors, Garcia said, and it will continue to review
targets with interest. The proposed transactions weren't consummated because
the business model had changed in the local market, such that more recent entrants
were compelled to build vertically as real estate values appreciated in Panama
City over the past 20 years, diverging from Almacenajes' do-it-yourself model
where low-rise construction allows its clients to drive a car directly to their
storage unit.
Founded in
1985, Almacenajes grew slowly for its first 25 years, establishing three
locations by 2000 and four by the time Garcia took the helm in January 2009.
Since then it has set up an additional five locations: two in Panama City, one
in the Gorgona beach community near the capital, another in Colon near the free
zone, and another in David, Chiriqui. It more than doubled its workforce over
the past four years from 30 to 65 and grew annual revenue to more than USD 4m
in 2012, Garcia said. The company aims to double revenue in the next two years,
he said, noting the necessary investments had already been deployed.
Almacenajes
aims to maintain its market leadership in mini-storage in Panama, and would not
rule out acquiring peers despite the past deals it has passed up, said Garcia
without disclosing the identity of the reviewed targets.
Garcia said he
is interested in being presented acquisition opportunities by advisors, even if
the company doesn't plan to begin looking at market entry beyond Panama within
the next five years. Any strong prospect would be presented to the controlling
family for review, he said. The company's owners have other holdings in housing
and leisure, Garcia noted.
Garcia's
arrival at Almacenajes coincided with the entry of several other players in the
market, he said. Today there are seven competitors in the market, he noted,
including Galores, Red Box, Istorage, Supreme Storage, Worldwide Storage and
U-Storage, the latter two now majority held by Colombia's ConConcreto.
Asked if ConConcreto
had approached Almacenajes in its bid to enter Panama, Garcia said it hadn't
and noted that it wasn't in the shareholders' interest to exit the business.
Rather, Almacenajes was seen as a business to grow and maintain. He said he
wouldn't rule out the sale of a minority interest to the likes of ConConcreto,
however.
An industry
source claiming knowledge of the situation indicated Almacenajes shareholders
were meeting this week with potential equity investors from Equity
International, which has invested heavily in the space in Brazil.
"We are
by no means absolutely closed to hearing options," said the CEO, adding,
"wherever there's an opportunity, we'll listen." The company is interested
in being pitched opportunities by bankers with sale mandates, he said, noting
the company did not have a financial advisor on retainer. It uses several
different attorneys for different needs, he said without specifying the names
of the firms the company relied on.
A civil
engineer by training, 36-year-old Garcia worked previously with Shell and
before that with Chiquita. He said he gained invaluable management processes
experience from those two multinationals and manifested this expertise in his
role at Almacenajes to implement strong corporate governance and internal
controls. Part of his mandate upon joining Almacenajes was to standardize its
service across all its locations, he added.
Value USD 4m
(2012 revenue) Stake Value 100%.
Source Proprietary Intelligence.
Heller Maschinenfabrik looks to BRICS for growth, CEO
says
Heller Maschinenfabrik, a family-owned machine tool
manufacturer, could look to acquire service companies in the BRICS countries
over the next five years, Chief Executive Officer Klaus Winkler said. Potential
targets would be service companies supporting customers in the after-sales
market, he added.
While the
Nuertingen, Germany-based company will mainly focus on organic growth, it may
do smaller acquisitions, the CEO said. Targets could be smaller companies with
products that supplement Heller's product portfolio, he said.
The company,
which generates turnover of EUR 592m, manufactures four and five-axis machining
centres, flexible manufacturing systems, and crankshaft and camshaft machines.
Transactions
would be financed using the company’s own funds. Heller has an equity ratio of
around 35%, he added.
The machine tool maker is present in Germany, the UK,
the US, and Brazil. It will open a factory in China in June, Winkler said.
Two-thirds of
the company customers come from the automotive industry, servicing OEMs and
first-tier suppliers of car producers, such as Bosch. Customers are also
producers of gear and chassis parts. Tata Motors, the Indian automobile
company, is one of Heller’s largest Asian customers, the CEO said. A majority
(40%) of the company's incoming orders originate from Europe, 30% from the
Americas, and 30% from Asia, according to Heller.
The company,
with around 2,300 employees, mainly plans to invest in offices and in updating
existing sites in Asia, the CEO said. Heller will also consider establishing a
factory in India. The company already has a subsidiary in India in charge of
sales and services.
German
companies Grob Group and MAG IAS are among Heller's competitors, Winkler said.
Heller is a 119-year-old family company based in
Nuertingen. It is owned by the three siblings of the Heller family, with 36%
held by BWK GmbH, a Stuttgart-based private equity firm, since 1995, according
to the CEO. Winkler and Manfred Maier are the two CEOs of the company’s
holdings. Value USD 780m (Heller's turnover).
Source
Proprietary Intelligence.
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