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Aneel aprova novo modelo de custos operacionais
Valor 08.11.2011 - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou há pouco o novo modelo de custos operacionais das empresas distribuidoras, que valerá como referência para o terceiro ciclo de revisões tarifárias, no período de 2011 a 2014.
Valor 08.11.2011 - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou há pouco o novo modelo de custos operacionais das empresas distribuidoras, que valerá como referência para o terceiro ciclo de revisões tarifárias, no período de 2011 a 2014.
O modelo de empresa de referência, usado nos dois ciclos anteriores de revisões, foi substituído. A Aneel decidiu adotar parâmetros de custos operacionais baseados numa média geral de desempenho das empresas no último ciclo, entre 2007 e 2010, atualizados por vários critérios: inflação, aumento das unidades consumidoras e expansão do consumo em megawatt/hora. Os custos operacionais abrangem despesas como salários de funcionários, entrega de faturas e vistoria de medidores.
Essa foi a primeira de várias decisões que serão tomadas ainda hoje pela agência, como a redução da taxa de remuneração dos ativos das distribuidoras e a criação de um novo indicador que atenuará os reajustes anuais de quem estiver prestando serviços considerados ruins.
A reunião para definir esses pontos estava prevista para começar às 9h, mas só teve início às 12h30. O motivo do atraso foi um ataque de hackers à página da Aneel na internet, que transmitiria ao vivo a reunião. A ofensiva foi reivindicada pelo "Movimento Diga Não a Belo Monte", em referência à usina hidrelétrica que está sendo construída no rio Xingu, no Pará.
MME pede que Aneel calcule amortização de concessão
RevistaIstoéDinheiro 08.11.2011 - Embora o governo ainda não tenha decidido se irá renovar as concessões de usinas hidrelétricas que vencem a partir de 2015 ou se irá fazer novas licitações, o Ministério de Minas e Energia (MME) encomendou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um estudo para calcular os valores de amortização que a União teria de pagar às concessionárias do setor caso os ativos sejam de fato revertidos.
RevistaIstoéDinheiro 08.11.2011 - Embora o governo ainda não tenha decidido se irá renovar as concessões de usinas hidrelétricas que vencem a partir de 2015 ou se irá fazer novas licitações, o Ministério de Minas e Energia (MME) encomendou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um estudo para calcular os valores de amortização que a União teria de pagar às concessionárias do setor caso os ativos sejam de fato revertidos.
Segundo o secretário-executivo do MME, Márcio Zimmermann, a pasta enviou uma carta à agência reguladora do setor neste mês. "Pela legislação atual, a União receberia o ativo de volta e indenizaria o que a concessionária ainda teria que amortizar", explicou em audiência pública nas comissões de Infraestrutura e Assuntos Econômicos do Senado.
De acordo com ele, mesmo se a decisão do governo for de manter as regras atuais, com a necessidade de novas licitações, serão necessários ajustes na lei, para adaptá-la ao marco regulatório de 2004, que incluiu a modicidade tarifária no modelo. "Em qualquer hipótese, nossa avaliação é de que só precisa mudar a lei", completou.
Aneel define regras de revisão para tarifas de energia
Agência Brasil 08.11.2011 - A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vota nesta terça-feira (8) regras para o terceiro ciclo de revisão tarifária, que será implementado de 2012 a 2014. A revisão das tarifas tem como objetivo manter o equilíbrio econômico e financeiro das distribuidoras de energia e, assim como o reajuste anual, está prevista nos contratos de concessão assinados entre o governo federal e as distribuidoras.
Agência Brasil 08.11.2011 - A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vota nesta terça-feira (8) regras para o terceiro ciclo de revisão tarifária, que será implementado de 2012 a 2014. A revisão das tarifas tem como objetivo manter o equilíbrio econômico e financeiro das distribuidoras de energia e, assim como o reajuste anual, está prevista nos contratos de concessão assinados entre o governo federal e as distribuidoras.
No ano em que a tarifa da distribuidora passa por revisão, não se aplica o reajuste nas tarifas. No ano da revisão periódica, é feito o reposicionamento das tarifas, que se baseia em regras diferentes daquelas aplicadas ao reajuste tarifário. Todas as distribuidoras devem passar pela revisão das tarifas. No primeiro ciclo, feito entre 2003 e 2006, 61 concessionárias passaram pelo processo. Além disso, sete tiveram as tarifas revisadas no segundo ciclo, que foi de 2007 a 2010. Na revisão tarifária, o valor das tarifas cobradas aos consumidores pelas empresas concessionárias de distribuição de energia elétrica pode ser alterado pela Aneel para mais ou para menos. Isso dependerá das mudanças ocorridas nos custos e no mercado das empresas, da comparação dessas tarifas com as de outras empresas semelhantes no exterior, da eficiência da empresa, da necessidade de obter tarifas mais justas e do retorno adequado aos empresários. A revisão também prevê mecanismos que incentivam as concessionárias a reduzir custos e a ser mais eficientes na prestação dos serviços. A metodologia da revisão tarifária foi submetida à audiência pública e recebeu 155 contribuições. A Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee) participa das discussões sobre a revisão das tarifas. A entidade teme que as mudanças sugeridas pela Aneel possam trazer perdas para as concessionárias. “Houve uma evolução da proposta inicial, fizemos uma série de ponderações. Temos esperança de que essas ponderações sejam acatadas para que o setor de energia consiga continuar fazendo os investimentos necessários a fim de garantir a qualidade do fornecimento e a segurança dos usuários”, afirma o presidente da Abradee, Nelson Fonseca Leite.
Brasil Brokers comercializará imóveis nos EUA
Valor 08.11.2011 - A Brasil Brokers vai vender, pela segunda vez, para compradores brasileiros, imóveis localizados no exterior. Depois de dar início, em setembro, à comercialização de lotes de empreendimento de alto padrão na Patagônia argentina, a empresa parte para a venda de imóveis dos Estados Unidos, por meio da controlada Abyara Brokers. Hoje à noite será feito o pré-lançamento no Brasil do edifício Artecity, localizado em Miami Beach, na Flórida, pertencente a fundo gerido pelo grupo ST Residential. A estruturação do projeto para que os imóveis do fundo fossem oferecidos no Brasil foi feita pelo Halmoral Group.
Valor 08.11.2011 - A Brasil Brokers vai vender, pela segunda vez, para compradores brasileiros, imóveis localizados no exterior. Depois de dar início, em setembro, à comercialização de lotes de empreendimento de alto padrão na Patagônia argentina, a empresa parte para a venda de imóveis dos Estados Unidos, por meio da controlada Abyara Brokers. Hoje à noite será feito o pré-lançamento no Brasil do edifício Artecity, localizado em Miami Beach, na Flórida, pertencente a fundo gerido pelo grupo ST Residential. A estruturação do projeto para que os imóveis do fundo fossem oferecidos no Brasil foi feita pelo Halmoral Group.
As conversas entre Abyara Brokers e Halmoral, que já atuava em negócios imobiliários dentro e fora do Brasil, sobre uma parceria para comercialização de algum empreendimento americano no país começaram há seis meses. Segundo a diretora de marketing da Abyara Brokers, Paola Alambert, a decisão de que seriam vendidos imóveis do fundo do ST foi tomada um mês atrás. A expectativa é de que as 138 unidades prontas do Artecity possam interessar a consumidores potenciais das classes A e B que buscam imóvel para segunda moradia e a investidores. Os preços das unidades do Artecity vão de US$ 250 mil a US$ 1,2 milhão, e o tamanho varia de 60 metros quadrados a 400 metros quadrados.
Conforme a diretora de marketing da Abyara Brokers, embora parte dos potenciais investidores já tenha o hábito de ir à Flórida duas ou três vezes por ano, a venda por meio de empresa situada no Brasil oferece mais segurança aos compradores. A Abyara Brokers dará início à campanha publicitária em 2012, quando devem ocorrer, de fato, as vendas, de acordo com Paola. As características do financiamento bancário a ser oferecido aos compradores ainda estão sendo definidas.
O Brasil foi escolhido como primeiro mercado fora dos Estados Unidos para a apresentação dos imóveis da ST. Em menor escala, esses também serão oferecidos na Colômbia e na Argentina, segundo a sócia da Halmoral, Tatiana Mosaner. O fundo possui dez mil unidades em seu portfólio. São imóveis que bancos americanos tomaram de devedores inadimplentes durante a crise de 2008. O fundo comprou esses imóveis e passou a relançá- los, inicialmente nos Estados Unidos. A intenção é que outros empreendimentos, além do Artecity, sejam apresentados a potenciais compradores brasileiros, por meio da parceria entre ST, Halmoral e Abyara Brokers.
Multiplus e a canadense Aimia criam nova companhia no Brasil
Valor 08.11.2011 - Segundo o presidente da Multiplus, Eduardo Gouveia, nova empresa será independente e sai do papel em até 12 meses.
A Multiplus, rede de programas de fidelidade e resgate de pontos controlada pela TAM S.A., anuncia hoje uma joint venture de US$ 50 milhões com a similar canadense Aimia, fundada nos anos 80 pela Air Canada como Aeroplan. Será criada uma terceira empresa no Brasil, com o objetivo de desenvolver e administrar programas de fidelidade para empresas de diversos setores.
Valor 08.11.2011 - Segundo o presidente da Multiplus, Eduardo Gouveia, nova empresa será independente e sai do papel em até 12 meses.
A Multiplus, rede de programas de fidelidade e resgate de pontos controlada pela TAM S.A., anuncia hoje uma joint venture de US$ 50 milhões com a similar canadense Aimia, fundada nos anos 80 pela Air Canada como Aeroplan. Será criada uma terceira empresa no Brasil, com o objetivo de desenvolver e administrar programas de fidelidade para empresas de diversos setores.
Multiplus e Aimia assinaram ontem o contrato para formalizar a joint venture. A nova empresa deve ter sua criação completada entre nove e 12 meses. Será contratada uma consultoria para criar um nome, mas o investimento de US$ 50 milhões, divididos meio a meio entre a Multiplus e a Aimia, começam já, de acordo com o presidente da Multiplus, Eduardo Gouveia.
"As conversas tiveram início há cerca de oito meses, mas o nosso relacionamento é anterior a isso. O importante é que a joint venture não vai competir com a Multiplus", afirma Gouveia. Segundo ele, a Aimia foi escolhida por ter experiência no desenvolvimento de programas de fidelidade.
Fazia parte do plano de negócios da Multiplus entrar no desenvolvimento de programas de fidelidade. Ela tinha três opções: partir do zero, comprar uma empresa brasileira desse setor ou fazer uma joint venture.
A nova companhia vai desenvolver e administrar programas de fidelidade para terceiras empresas e poderá ser uma prestadora de serviços para a Multiplus. Um eventual cliente da nova companhia poderá ter seus pontos resgatados, por exemplo, pela Multiplus, mas não obrigatoriamente. "Não haverá venda casada", observa Gouveia.
"Nós identificamos o Brasil como um mercado estratégico para a nossa expansão por causa do seu crescimento e do potencial do mercado de fidelidade. Essa joint venture é um importante marco na execução da nossa estratégia global", afirma o vice-presidente executivo e principal executivo da área financeira da Aimia, David Adams.
A Aimia nasceu como Aeroplan, o programa de fidelidade da Air Canada. A troca de nome aconteceu no início de outubro. A empresa teve uma trajetória parecida com a que está sendo traçada pela própria Multiplus. Tornou -se independente e fez uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).
A diferença é que a Aimia não tem mais nenhum vínculo acionário com a Air Canada. A Multiplus fez seu IPO em fevereiro de 2010, quando levantou R$ 723 milhões na Bovespa, mas 73% do seu capital ainda está nas mãos da TAM S.A., holding da TAM Linhas Aéreas.
Em sua última divulgação de resultados, referente ao primeiro semestre deste ano, a Aimia reportou faturamento de US$ 1 bilhão, com crescimento de 8,3% na comparação com igual período do ano passado. A empresa canadense é a maior do mundo em gerenciamento de programas de fidelidade, com 33 milhões de participantes.
A mais recente divulgação de resultados da Multiplus, no terceiro trimestre, mostrou faturamento de R$ 934,3 milhões de janeiro a setembro ante R$ 291,8 milhões na comparação anual. A empresa tem atualmente 8,9 milhões de participantes.
Vale aposta na Índia para vender carvão de Moatize
Valor 08.11.2011 - A mina de carvão de Moatize, em Moçambique, começou a produzir em agosto. Um comissão de técnicos da Vale viaja esta semana para a Índia para prospectar clientes para o carvão que começou a produzir em Moçambique. A Índia é vista pela empresa como um importante potencial cliente. O país tem grandes grupos siderúrgicos e necessidade crescente de carvão. A Vale, no entanto, conhece pouco do perfil do mercado indiano.
Valor 08.11.2011 - A mina de carvão de Moatize, em Moçambique, começou a produzir em agosto. Um comissão de técnicos da Vale viaja esta semana para a Índia para prospectar clientes para o carvão que começou a produzir em Moçambique. A Índia é vista pela empresa como um importante potencial cliente. O país tem grandes grupos siderúrgicos e necessidade crescente de carvão. A Vale, no entanto, conhece pouco do perfil do mercado indiano.
A mina de carvão de Moatize, na província de Tete, Moçambique, começou a produzir em agosto. O primeiro carregamento foi vendido para um fundo de investimentos e a empresa diz que já há embarques programados para o Sudeste Asiático e para o Japão. Mas é a Índia merece atenção especial.
"Queremos desbravar o mercado da Índia. A exportação de carvão para lá traria uma vantagem logística pela proximidade com Moçambique", disse Rogério Tales Silva Carneiro, gerente-geral de pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos da Vale. O país tem grandes siderúrgicas, entre elas a Tata e Jindal Steel, e depende de importações de carvão.
O Ministério do Carvão indiano, segundo informa em seu site, prevê que até o ano que vem a demanda pelo insumo terá atingido 713 milhões de toneladas, enquanto a produção nacional será de 630 milhões. As 83 milhões de toneladas restantes provavelmente terão ser importadas, diz o ministério. Indonésia e China são alguns dos grandes fornecedores para a Índia.
A Vale pretende se tornar um "player" global no setor e está investindo US$ 1,65 bilhão na mina africana, cuja capacidade de produção nominal será de 11 milhões de toneladas por ano de carvão mineral e térmico. É o maior empreendimento da empresa em carvão. Suas principais concorrentes em minério de ferro, a BHP Billiton e a Rio Tinto, já exploram carvão e estão a sua frente neste segmento.
A Vale tem pouco know-how na Índia. "Não vendemos minério de ferro para a Índia e, portanto, é um mercado que não conhecemos bem", diz o executivo. O país concorre com a Vale em minério.
Esta é a primeira missão técnica que empresa envia para lá para tratar de carvão. O objetivo é avaliar quais as necessidades das siderúrgicas indianas pelo insumo. "Conhecemos pouco as siderúrgicas deles e por isso essa missão específica", disse Carneiro.
A empresa tem mais conhecimento sobre o Japão, um dos mercados prioritários para o carvão de Moçambique. O mesmo acontece com a Europa, embora este não seja prioridade inicial na estratégia de vendas de carvão, disse Carneiro. Além do Japão, o Brasil será outro mercado para as primeiras cargas de carvão de Moatize.
A Vale já produz carvão na China (onde tem participações minoritárias em duas joint ventures), Austrália e Colômbia. A mina de Moçambique colocará, no entanto, a empresa em outro patamar. Moatize é uma das maiores reservas carboníferas do mundo e seu carvão tem características de "premium", o que significa que será comercializado numa faixa superior de preços, estima a empresa.
A Vale está investindo R$ 15 milhões na montagem de um laboratório exclusivo para análises do carvão e em uma coqueria piloto, que devem entrar em operação no fim de 2012. Ambos serão erguidos no Centro de Tecnologia de Ferrosos, na cidade de Nova Lima, na Grande Belo Horizonte.
O objetivo é oferecer aos futuros clientes informações detalhadas sobre o carvão para atender a demandas específicas. A empresa planeja vender minério de ferro e carvão num mesmo pacote, com informações e conhecimento sobre quais combinações produzem aço com características que atendam às necessidades dos clientes.
No terceiro trimestre, as vendas de carvão da empresa foram de US$ 284 milhões ante os US$ 256 milhões do segundo trimestre. O resultado reflete aumento tanto dos volumes quanto dos preços.
Trisul enxuga diretoria para aumentar eficiência
Valor 08.11.2011 - Desligado da função de diretor de relações com investidores, o acionista Marco Antônio Cattini Mattar permanece no conselho de administração da Trisul.
Valor 08.11.2011 - Desligado da função de diretor de relações com investidores, o acionista Marco Antônio Cattini Mattar permanece no conselho de administração da Trisul.
"Um acordo para enxugar o quadro de diretores e melhorar nossos níveis de eficiência." É assim que o presidente da Trisul, Jorge Cury, justificou ontem, ao Valor, a recente saída de dois dos principais executivos da companhia. Segundo o executivo, Lincoln Carvalho de Castro, ex-diretor financeiro, e Marco Antônio Cattini Mattar, ex-relações com investidores, "abdicaram" de seus cargos em prol de um processo de reestruturação, que começou a ser implementado com a contratação da consultoria Grados, no segundo trimestre do ano.
Os dois executivos deixaram a empresa num momento em que a Trisul tentava fazer as pazes com o mercado depois de atrasar, por dois meses, a publicação do balanço de abril a junho. De janeiro pra cá, as ações caíram 60,6% e a companhia perdeu R$ 355,8 milhões em valor de mercado.
Cury assume que a Trisul não conseguiu entregar o demonstrativo em tempo hábil para que a Ernst & Young fizesse a checagem dos dados. O motivo do atraso foi uma revisão de custos de obras. Mas o executivo garante que o desligamento dos diretores, na semana passada, não tem relação com esse fato.
Essa versão - sustentada também por Mattar e Castro - contrasta com a que foi descrita por uma fonte próxima à Trisul, segundo a qual os executivos estariam sendo responsabilizados pela sucessão de deslizes da empresa neste ano.
Segundo Mattar, a consultoria Grados identificou que as informações da Trisul - tanto contábeis quanto técnicas - não estavam uniformizadas. "Reunir os dados em uma só pessoa melhorará este problema, além de reduzir custos." O gasto médio com a remuneração dos três diretores estatutários da Trisul em 2010 foi de R$ 703,1 mil, segundo a companhia.
Com uma fatia de 5,75% na construtora, Mattar permaneceu como membro do conselho de administração. Já Castro deixou a companhia com a possibilidade de ganhar uma vaga de conselheiro a partir do ano que vem.
Os cargos antes ocupados por eles ficaram reunidos em torno de um só executivo: Fernando Salomão, diretor administrativo, que acumulará agora três funções.
A revisão orçamentária custou um total de R$ 88,7 milhões ao resultado líquido da Trisul no primeiro semestre deste ano, período em que foi apurado um prejuízo de R$ 46,8 milhões.
Segundo notas explicativas do balanço assinado pela E&Y, o fenômeno ocorreu devido às renegociações e a novos aditivos de contratos com parceiros e subempreiteiros, à necessidade de refazimento de serviços que não estavam em conformidade com os controles de qualidade e à escassez e alta dos custos com mão de obra, insumos e locação de equipamentos.
Situação semelhante também afetou o desempenho de outras construtoras listadas na bolsa no segundo trimestre. É o caso de Cyrela, Gafisa, MRV e Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário. Apenas a Trisul, no entanto, atrasou a apresentação do balanço.
Pressionada pelos investidores, a companhia chegou a divulgar números não auditados em setembro, mesmo sem o aval do conselho fiscal, que se absteve de deliberar sobre o tema.
Constrangimentos desse tipo não devem se repetir com os números do terceiro trimestre. "A boa notícia é que não vamos atrasar. O balanço sai dia 15", garantiu Cury
Polifix marca presença na NNO
MonitorMercantil 08.11.2011 - Fabricante de fixadores, a Polifix, anunciou que a partir do próximo dia 18, se tornará uma empresa de sociedade anônima. Por conta disso, está providenciando a captação de R$ 5 milhões, com lançamento de ações que deverão ser adquiridas pelo grupo brasileiro BAS. Segundo Leonardo Ottoni, gerente comercial, os principais clientes são consórcios para construção de plataformas, Quip, Iesa, Odebrecht, Queiroz Galvão, Petrobras, entre outras companhias de grande porte.
MonitorMercantil 08.11.2011 - Fabricante de fixadores, a Polifix, anunciou que a partir do próximo dia 18, se tornará uma empresa de sociedade anônima. Por conta disso, está providenciando a captação de R$ 5 milhões, com lançamento de ações que deverão ser adquiridas pelo grupo brasileiro BAS. Segundo Leonardo Ottoni, gerente comercial, os principais clientes são consórcios para construção de plataformas, Quip, Iesa, Odebrecht, Queiroz Galvão, Petrobras, entre outras companhias de grande porte.
Com faturamento de R$ 2 milhões em 2010, a empresa espera fechar este ano com crescimento acima de 20%, uma vez que já exporta seus produtos para a China, Turquia e Marrocos. Essas exportações respondem por 20% do faturamento. De acordo com Ottoni, "para a NNO, a Polifix apresentou parafusos, chumbadores e grampo "U", muito usado na área naval.
MMX eleva investimento no Porto Sudeste em R$ 600 mi
Brasil Economico 08.11.2011 - "São R$ 600 milhões adicionais no total do investimento que passa de um total de R$ 1,8 bilhão para R$ 2,4 bilhões"
Brasil Economico 08.11.2011 - "São R$ 600 milhões adicionais no total do investimento que passa de um total de R$ 1,8 bilhão para R$ 2,4 bilhões"
Mineradora de Eike Batista prevê aporte total de R$ 2,4 bilhões para construir terminal portuário com capacidade anual para 100 milhões de toneladas no Rio de Janeiro.
A empresa anunciou nesta terça-feira (8/11), em teleconferência com analistas, que as obras de expansão da capacidade de movimentação de carga no Superporto Sudeste, em Itaguaí (RJ), receberá R$ 200 milhões em novos equipamentos como correias transportadoras. Outros R$ 400 milhões estão sendo injetados no reforço estrutural da obra após novas avaliações de geológicas do terreno, sendo R$ 290 milhões na aquisição de terrenos e contratação de serviços. "São R$ 600 milhões adicionais no total do investimento que passa de um total de R$ 1,8 bilhão para R$ 2,4 bilhões", disse o presidente da MMX, Guilherme Escalhão.
Private equity mira empresas da área de educação
DCI 08.11.2011 - O potencial de crescimento das pequenas e médias empresas nos próximos anos está atraindo o interesse cada vez mais ativo de fundos de private equity no Brasil. "Nosso projeto é de longo prazo e a realização pode levar até 10 anos: sete para investimento e outros três para desinvestimento", explica o presidente do fundo de private equity Local Invest, Luís Fernando Pessoa. Por meio da holding Foco Educação, a Local Invest vai comprar e erguer novos colégios de ensino básico, técnico e a distância no Rio de Janeiro.
DCI 08.11.2011 - O potencial de crescimento das pequenas e médias empresas nos próximos anos está atraindo o interesse cada vez mais ativo de fundos de private equity no Brasil. "Nosso projeto é de longo prazo e a realização pode levar até 10 anos: sete para investimento e outros três para desinvestimento", explica o presidente do fundo de private equity Local Invest, Luís Fernando Pessoa. Por meio da holding Foco Educação, a Local Invest vai comprar e erguer novos colégios de ensino básico, técnico e a distância no Rio de Janeiro.
TRF da 1ª região libera licitação do trem-bala
Exame 08.11.2011 - No final de setembro, a Justiça Federal de Brasília havia suspendido todos os procedimentos relacionados à licitação do trem-bala. O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª região liberou a licitação do trem de alta velocidade que irá ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. A decisão foi tomada pelo desembargador federal João Batista Moreira. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pretende pôr em audiência pública o edital de licitação até o final do mês e realizar o leilão no início do segundo semestre de 2012.
Exame 08.11.2011 - No final de setembro, a Justiça Federal de Brasília havia suspendido todos os procedimentos relacionados à licitação do trem-bala. O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª região liberou a licitação do trem de alta velocidade que irá ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. A decisão foi tomada pelo desembargador federal João Batista Moreira. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pretende pôr em audiência pública o edital de licitação até o final do mês e realizar o leilão no início do segundo semestre de 2012.
No final de setembro, a Justiça Federal de Brasília havia suspendido todos os procedimentos relacionados à licitação do trem-bala até que a ANTT regularizasse todas as linhas de transporte público interestadual no País com extensão superior a 75 quilômetros.
Na análise do desembargador do TRF, a decisão da Justiça Federal em Brasília foi tomada considerando que havia uma indevida prioridade do governo em licitar o trem-bala em relação ao leilão das linhas de ônibus. O desembargador, entretanto, argumentou que, apesar da "notória lentidão" do governo, não é claramente demonstrado em que ponto a licitação do trem-bala prejudicaria o processo de regularização das concessões das linhas de ônibus.
Usiminas já tem consórcio para disputa de terminal em Itaguaí
Jornal do Commercio 08.11.2011 - A Usiminas já compôs consórcio para disputar a licitação da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), de arrendamento de 254 mil metros quadrados no porto de Itaguaí, região metropolitana do estado, segundo afirmou o diretor-presidente da empresa, Wilson Brumer. A previsão, de acordo com o executivo, é de que área seja destinada ao transporte de minério de ferro, como a dos dois terminais já instalados no local, pertencentes à Vale e à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).
Jornal do Commercio 08.11.2011 - A Usiminas já compôs consórcio para disputar a licitação da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), de arrendamento de 254 mil metros quadrados no porto de Itaguaí, região metropolitana do estado, segundo afirmou o diretor-presidente da empresa, Wilson Brumer. A previsão, de acordo com o executivo, é de que área seja destinada ao transporte de minério de ferro, como a dos dois terminais já instalados no local, pertencentes à Vale e à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).
Brumer afirma, por outro lado, que um dos atrativos do consórcio da qual a Usiminas fará parte é que ele transportará outros produtos, além do minério de ferro. "Nossa premissa é de que, ao governo do Estado do Rio, não interessa mais um porto só de minério", disse o executivo em coletiva para apresentação dos resultados da companhia. Ele preferiu não divulgar as empresas envolvidas, enfatizando apenas que “trata-se de um bom consórcio”, com empresas de áreas diversas. Segundo Brumer, a estratégia seria juntar a chamada "área do meio" – que recebeu este nome por ficar entre os terminais da Vale e da CSN – com o terreno adquirido pela Usiminas em 2008 no mesmo porto, porém sem saída para o mar. Somando os dois terrenos, a Usiminas passaria a ter cerca de 1 milhão de metros quadrados no porto de Itaguaí.
Caso a Usiminas não consiga o direito de operar o terminal, Brumer afirma que espera ser procurado para atuar como cliente dos vencedores. "Consideramos quase natural que os vencedores se aproximem de nós." Ele lembra que os 850 mil metros quadrados da companhia no porto seriam ideais para o desenvolvimento de uma retroárea. "Poderíamos entrar como clientes dos vencedores ou até com outra forma de participação”, completou. De acordo com a CDRJ, o vencedor da licitação teria que desembolsar R$ 1,5 bilhão para colocar o novo terminal em funcionamento. A capacidade de exportação inicial seria de cerca de 25 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, com potencial de atingir até 44 milhões de toneladas anuais. O contrato teria duração de 25 anos, com possibilidade de renovação por igual período. O vencedor da licitação será definido por quem oferecer o maior pagamento inicial à CDRJ. O edital de licitação ainda não foi aprovado pela Agência Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq), e só deverá sair em 2012.
MPX recebe licença ambiental para mina de carvão na Colômbia
Jornal do Commercio 08.11.2011 - A MPX Energia, empresa do Grupo EBX, de Eike Batista, anunciou nesta terça-feira (8) que o Ministerio de Ambiente y Desarrollo Sostenible da Colômbia emitiu licença ambiental para a mina a céu aberto de Cañaverales, na Colômbia. Com a emissão da licença ambiental, a MPX fica autorizada a iniciar a construção da mina, que em capacidade plena deverá atingir uma produção de 2,5 milhões de toneladas por ano (Mtpa). De acordo com a companhia, em março de 2010, a consultoria americana independente John T. Boyd certificou 27,4 milhões de toneladas (Mt) de reservas e 93,8 Mt de recursos de carvão mineral nas concessões da MPX na área. “A licença para a mina de Cañaverales, sendo a primeira licença de implantação obtida pela MPX na Colômbia, é um marco no desenvolvimento de nossa companhia no país", afirmou o presidente da MPX, Eduardo Karrer. Ainda segundo nota, a empresa dará prosseguimento ao processo de licenciamento para as demais minas e para a infraestrutura logística.
Jornal do Commercio 08.11.2011 - A MPX Energia, empresa do Grupo EBX, de Eike Batista, anunciou nesta terça-feira (8) que o Ministerio de Ambiente y Desarrollo Sostenible da Colômbia emitiu licença ambiental para a mina a céu aberto de Cañaverales, na Colômbia. Com a emissão da licença ambiental, a MPX fica autorizada a iniciar a construção da mina, que em capacidade plena deverá atingir uma produção de 2,5 milhões de toneladas por ano (Mtpa). De acordo com a companhia, em março de 2010, a consultoria americana independente John T. Boyd certificou 27,4 milhões de toneladas (Mt) de reservas e 93,8 Mt de recursos de carvão mineral nas concessões da MPX na área. “A licença para a mina de Cañaverales, sendo a primeira licença de implantação obtida pela MPX na Colômbia, é um marco no desenvolvimento de nossa companhia no país", afirmou o presidente da MPX, Eduardo Karrer. Ainda segundo nota, a empresa dará prosseguimento ao processo de licenciamento para as demais minas e para a infraestrutura logística.
"Concluímos as sísmicas 3D numa área de 10x10km em San Juan, temos atualmente 9 sondas de perfuração operando em
tempo integral na região e contamos com o apoio de renomadas empresas internacionais na elaboração dos projetos de engenharia, no intuito de assegurar a certificação de recursos minerais no primeiro trimestre de 2012", acrescentou o executivo.
tempo integral na região e contamos com o apoio de renomadas empresas internacionais na elaboração dos projetos de engenharia, no intuito de assegurar a certificação de recursos minerais no primeiro trimestre de 2012", acrescentou o executivo.
MMX negocia financiamento de R$ 550 milhões com BNDES
Valor 08.11.2011 - A mineradora de Eike Batista, MMX, está negociando com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) um financiamento de R$ 550 milhões. Por outro lado, a empresa tem negociado com bancos multilaterais e agências de fomento da Coréia e da China, além de estar realizando um Road show na Europa, todos para captação de recursos.
Valor 08.11.2011 - A mineradora de Eike Batista, MMX, está negociando com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) um financiamento de R$ 550 milhões. Por outro lado, a empresa tem negociado com bancos multilaterais e agências de fomento da Coréia e da China, além de estar realizando um Road show na Europa, todos para captação de recursos.
A companhia tem em vista um investimento de R$ 2,4 bilhões para a construção do Porto do Sudeste, em Itaguaí, Rio de Janeiro, cujas operações estão previstas para serem iniciadas em 2013.
Segundo o diretor financeiro Guido Germani, durante teleconferência com analistas sobre os resultados trimestrais, a empresa já tem todos os estudos e relatórios necessários para a captação de recursos e está em conversa com agências e bancos multilaterais.
Germani acredita que a viagem realizada à Ásia foi “muito produtiva”. Ele informou que vai receber carta de intenção tanto da China como da Coreia, e que deverá se encontrar novamente com representantes das instituições em uma feira de bancos, a ser realizada nos Estados Unidos no dia 14 de novembro.
Atualmente, a empresa está realizando um Road Show na Europa, para apresentar a companhia a agências de exportação, para negociar crédito para equipamentos já comprados e ainda por comprar. “Já temos os relatórios necessários para o due dilligence, com empresa de grande reputação já contratada. Consultores financeiros estão em processo de análise de crédito”, disse.
Em relação ao empréstimo do BNDES, a expectativa do presidente da companhia, Guilherme Escalhão, é otimista. O projeto já foi apresentado, e a documentação necessária para o financiamento já está pronta.
“Ainda não temos o contrato assinado, mas acredito que há grande possibilidade de assinarmos o contrato. Eles gostam do projeto, o modelo financeiro é bom, temos confiança de que receberemos o financiamento suplementar”, disse.
Cadastro da Onip representa 25% dos investimentos em óleo e gás
Valor 08.11.2011 - As operadoras de petróleo querem atrair fornecedores para o Cadastro de Fornecedores (CadFor) criado pela Organização Nacional da Indústria de Petróleo (Onip) e, embora não seja usado pela Petrobras, o CadFor é utilizado por todas as outras operadoras e “representa algo em torno de 25% do total de investimentos” em exploração e produção no mercado brasileiro de petróleo, de acordo com o diretor geral da Onip, Eloi Fernández y Fernández. Segundo o diretor da ANP Florival de Carvalho, as operadoras, com exceção da Petrobras, têm investimentos previstos de US$ 60 bilhões no país até 2020. Para o diretor de Upstream da Shell, Antônio Guimarães, há uma estimativa dessas empresas em investir cerca de US$ 30 bilhões até 2020, número que ele considera conservador.
Valor 08.11.2011 - As operadoras de petróleo querem atrair fornecedores para o Cadastro de Fornecedores (CadFor) criado pela Organização Nacional da Indústria de Petróleo (Onip) e, embora não seja usado pela Petrobras, o CadFor é utilizado por todas as outras operadoras e “representa algo em torno de 25% do total de investimentos” em exploração e produção no mercado brasileiro de petróleo, de acordo com o diretor geral da Onip, Eloi Fernández y Fernández. Segundo o diretor da ANP Florival de Carvalho, as operadoras, com exceção da Petrobras, têm investimentos previstos de US$ 60 bilhões no país até 2020. Para o diretor de Upstream da Shell, Antônio Guimarães, há uma estimativa dessas empresas em investir cerca de US$ 30 bilhões até 2020, número que ele considera conservador.
Guimarães, que representou no evento as nove petroleiras que recorrem ao cadastro, destacou que a exigência de conteúdo local feita pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) “é um desafio compartilhado das operadoras com os supridores”.
“As operadoras precisam que as empresas [fornecedoras] respondam a esse desafio porque só assim elas vão poder atender aos compromissos que têm com a ANP”, comentou o executivo, pedindo a inclusão de empresas no cadastro. “Não vai ser possível cumprir isso se a cadeia não estiver comprometida com o assunto”, desabafou. Segundo Guimarães, não é fácil para uma empresa sozinha alcançar um número de fornecedores tão grande quanto se espera alcançar com o Cadastro.
Para ele, o CadFor também representa uma porta de entrada de empresas brasileiras ao mercado internacional de petróleo e gás. A própria Shell já recorreu ao cadastro para contratar uma empresa brasileira para fornecer equipamentos à sua subsidiária na Malásia.
Paraná quer desafogar porto de Paranaguá
Folha 08.11.2011 - O porto de Antonina tem sido usado pelo governo do Paraná para "desafogar" o tráfego em Paranaguá, segundo maior porto do país e distante 22 km de Antonina.
Folha 08.11.2011 - O porto de Antonina tem sido usado pelo governo do Paraná para "desafogar" o tráfego em Paranaguá, segundo maior porto do país e distante 22 km de Antonina.
Do ano passado para cá, a movimentação de cargas no porto, que tem apenas dois berços para atracação de navios (contra 20 em Paranaguá), aumentou 270%, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento.
A estratégia do governo estadual é deslocar especialmente as cargas de fertilizantes para Antonina, que são importadas.
Hoje, Paranaguá importa cerca de 50% de todo o fertilizante usado no país. O tempo de espera para atracação dos navios no porto chega a superar um mês.
Com a entrada de Antonina no desembarque de fertilizantes, esse tempo diminuiu em cerca de três dias, segundo o governo estadual.
"Nós tiramos do sistema de Paranaguá 1 milhão de toneladas por ano", afirma o superintendente da Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), Airton Vidal Maron.
Novo guindaste: O aumento da movimentação em Antonina coincide ainda com a aquisição, no fim do ano passado, de um novo guindaste pelo porto.
"O guindaste nos deu um enorme ganho de velocidade", diz o diretor-presidente dos Terminais Portuários da Ponta do Félix (empresa privada que opera o porto), Luiz Henrique Dividino.
Ele afirma que houve uma estratégia conjunta do governo estadual e da operadora privada para transformar Antonina em alternativa a Paranaguá.
A estratégia, porém, ainda encontra limitações: a profundidade de Antonina é muito baixa em comparação a Paranaguá (apenas 7 metros, ante 12 metros no porto vizinho).
Por causa disso, muitos navios só conseguem descarregar em Antonina depois de serem "esvaziados" em outros terminais.
O governo planeja iniciar uma dragagem para aprofundar o calado do terminal em 2012 -a licença ambiental deverá sair no início do ano. O Estado gastará R$ 180 milhões na obra, que aumentará a profundidade de Antonina para cerca de nove metros. Já os investimentos privados no porto devem somar R$ 90 milhões até 2014. A meta é triplicar a movimentação de mercadorias até lá.
O governo planeja iniciar uma dragagem para aprofundar o calado do terminal em 2012 -a licença ambiental deverá sair no início do ano. O Estado gastará R$ 180 milhões na obra, que aumentará a profundidade de Antonina para cerca de nove metros. Já os investimentos privados no porto devem somar R$ 90 milhões até 2014. A meta é triplicar a movimentação de mercadorias até lá.
Indústria ferroviária deve investir R$ 400 milhões até 2013
Folha 08.11.2011 - As empresas ferroviárias devem investir R$ 400 milhões até 2013 na construção e ampliação de novas fábricas de locomotivas, vagões e carros para transporte de passageiros.
Folha 08.11.2011 - As empresas ferroviárias devem investir R$ 400 milhões até 2013 na construção e ampliação de novas fábricas de locomotivas, vagões e carros para transporte de passageiros.
A estimativa é da Abifer (Associação Brasileira da Indústria Ferroviária) e considera os anúncios mais recentes, que incluem investimentos da Bombardier, MPE/Scomi e da Progress Rail, segundo o presidente da associação, Vicente Abate.
Nesta terça-feira, durante abertura da 14ª edição da feira sobre o setor, o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, afirmou que nos últimos cinco anos, 127 novas empresas entraram para o setor ferroviário.
As empresas estão em busca dos investimentos públicos em transportes, como as ampliações do metrô em São Paulo e monotrilhos em diversas capitais do país, como Manaus.
Na feira, é possível ver o monotrilho que passará a ser produzido pela Bombardier em Hortolândia (SP), além de diversas inovações no setor. O evento ocorre até quinta-feira no pavilhão vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo.
Sem leilões, área exploratória de petróleo encolhe 30% no Brasil
Reuters 08.11.2011 - País tem atualmente 320 mil quilômetros quadrados de áreas sob concessão, ante um pico de 450 mil no auge do período de realização dos leilões anuais.
Reuters 08.11.2011 - País tem atualmente 320 mil quilômetros quadrados de áreas sob concessão, ante um pico de 450 mil no auge do período de realização dos leilões anuais.
A falta de rodadas de licitações de blocos de exploração de petróleo e gás no Brasil -- com a última ocorrendo em 2008 -- reduziu em aproximadamente 30% a área total sob concessão no país.
De acordo com dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o Brasil possui atualmente 320 mil quilômetros quadrados de áreas sob concessão para exploração de petróleo e gás, ante um pico de 450 mil quilômetros quadrados no auge do período de realização dos leilões anuais, estimou a ANP em resposta a questionamento da Reuters.
Se até o final de 2012 não houver nova rodada de licitações, o total da área concedida para exploração no Brasil encolherá para cerca de 105 mil quilômetros quadrados, informou a reguladora por meio de sua assessoria de imprensa. A área total de exploração tem diminuído ano a ano, porque as empresas têm prazos para realizar descobertas e delimitar reservas de petróleo e gás natural.
Conforme o tempo vai passando, as petroleiras que não conseguem cumprir os cronogramas vão devolvendo pedaços de blocos ou blocos inteiros, conforme as regras estabelecidas nos contratos.
ALL prevê 4º tri positivo e deve investir R$ 850 mi em 2012
Folha 08.11.2011 - Depois de apresentar leve alta no lucro de julho a setembro, a empresa de logística ALL projeta um quarto trimestre também positivo e vê o aumento de produtividade como vetor de crescimento para 2012. Os investimentos para o próximo ano já estão definidos em patamar similar ao de 2011, segundo o diretor financeiro e de Relações com Investidores da empresa, Rodrigo Campos.
Folha 08.11.2011 - Depois de apresentar leve alta no lucro de julho a setembro, a empresa de logística ALL projeta um quarto trimestre também positivo e vê o aumento de produtividade como vetor de crescimento para 2012. Os investimentos para o próximo ano já estão definidos em patamar similar ao de 2011, segundo o diretor financeiro e de Relações com Investidores da empresa, Rodrigo Campos.
Nos três meses até setembro, a ALL teve lucro de R$ 91,3 milhões, alta de 3,3% sobre um ano antes. Já o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 429,4 milhões, expansão de 16,4%. A receita líquida trimestral totalizou R$ 869 milhões, 19,8% superior à registrada um ano antes.
"Quando olhamos o mercado vemos que crescemos ganhando muito 'market share' em (produtos) agrícolas", afirmou Campos à Reuters nesta terça-feira.
De acordo com ele, o atraso na colheita de parte da safra de 2011 deve beneficiar a ALL. "Parte da safra que estava atrasada deve ser exportada no quarto trimestre, o que é bom, porque o quarto trimestre é de sazonalidade mais baixa." No terceiro trimestre, o yield ferroviário médio --indicador das tarifas cobradas para o transporte de carga-- subiu 4% na comparação anual. O volume transportado no Brasil, onde está a maior parte da malha da ALL, teve alta de 10,4%, na mesma base de comparação.
Produtividade: Segundo o diretor da ALL, em 2012 a empresa deve investir R$ 850 milhões, sendo R$ 200 milhões no Projeto Rondonópolis, que consiste na expansão da malha ferroviária até o município mato-grossense que é importante fronteira agrícola. No início de 2012, a companhia começa a operar o terminal em Itiquira (MT), que representa metade do trajeto entre Alto Araguaia e Rondonópolis. Com o novo terminal, a empresa prevê demanda adicional para transportar 2 milhões de toneladas de soja e milho. "Em 2012 teremos toda a construção até Rondonópolis, e em 2013 começamos a operar a malha completa", afirmou Campos.
Dos R$ 650 milhões restantes, o diretor explicou que o valor será repartido entre manutenção e expansão.
"Na expansão os principais investimentos são em via permanente... para torná-la mais robusta em alguns trechos." Apesar de um investimento superior a R$ 300 milhões em expansão projetado no ano que vem, a ALL não espera comprar novos vagões. Isso porque a empresa quer investir em produtividade: transportar um volume maior de carga com os mesmos equipamentos, e em tempo menor. "Queremos crescer fazendo volume maior e ganhando produtividade", concluiu o executivo da ALL.
"Na expansão os principais investimentos são em via permanente... para torná-la mais robusta em alguns trechos." Apesar de um investimento superior a R$ 300 milhões em expansão projetado no ano que vem, a ALL não espera comprar novos vagões. Isso porque a empresa quer investir em produtividade: transportar um volume maior de carga com os mesmos equipamentos, e em tempo menor. "Queremos crescer fazendo volume maior e ganhando produtividade", concluiu o executivo da ALL.
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